PARTE I
Este relato contém fatos reais que foram complementados pela imaginação do desejo. Deixarei a vocês leitores a incumbência de distinguir o real do imaginário.
Como se tornara um hábito, no início das minhas descobertas das delícias com homens, eu navegava em salas de bate papo gay à procura de pessoas interessantes. Foi onde encontrei meu Anjo Gabriel, ou Gabi. A menção a "anjo" é devido ao seu nome que era o mesmo do mais importantes arcanjos bíblicos.
Depois de bater papo nas salas da UOL trocamos contato e passamos a conversar com frequência. Nossa empatia era perfeita, tanto em relação à formação humanística, quanto no desejo e atracao que nutriamos um pelo outro; o grande problema era a distância: ele morava em Maceió, Alagoas, e eu no estado de São Paulo. O jeitinho que encontramos foi nos telefonemas semanais quando, simultaneamente, batiamos punheta e gozávamos ao mesmo tempo, falando sacanagem e ouvindo os gemidos um do outro, algo bem juvenil que nos permitia satisfação momentânea... e um viva à tecnologia, rssss.
Até que um dia Gabi me manda a boa notícia: ele viria passar 3 dias em São Paulo daí 20 dias. Como membro de uma comunidade religiosa evangélica, iria participar de um Congresso na capital paulista dedicado à formação de Jovens Missionários; ele arrumaria uma desculpa para ter algumas horas livres e vir ao meu encontro para nos conhecermos.
Na véspera de sua chegada me manda uma mensagem avisando: "vou chegar amanhã aí e no dia seguinte terei a manhã de folga; me aguarde na rodoviária por volta das 9, 9,30horas e vamos nos conhecer pessoalmente.
Pontualmente fui até a rodoviária e uns 15 minutos depois ele aparece todo sorridente, vem ao meu encontro e me abraça afetuosamente como se fossemos velhos amigos (e eramos, na verdade, velhos amigos de punheta virtual, rssss); fomos pro meu carro e ele me acaricia os cabelos na nuca que me causa arrepios e meu pau já fica duro; paramos pra tomar um café e ele, apesar do frio, pede um suco de laranja; demos uma volta pois ele queria conhecer a cidade até pararmos num ginásio de esportes pra aliviar o xixi; o lugar estava deserto e ali nos pegamos aos beijos; seu beijo era delicioso, arrebatador, lábios macios, hálito perfumado e revelava afeto e tesão; no beijo senti o volume sob sua calça a roçar no meu; virei ele de costas e dei-lhe uma vigorosa encoxada que ele retribuiu forçando sua bunda contra meu colo; eu lambia seu pescoço e mordia sua nuca a lhe arrancar suspiros; levei minha mão até sua cintura, forcei para baixo sua calça e cueca e iniciei uma punheta no seu pau melado de baba; ele pos as mãos para trás à procura do meu pau e disse que queria me punhetar também; baixei minha calça e cueca, meu cacete saltou pra fora e encaixei no seu reguinho que ele abriu com as duas mãos para facilitar o caminho do meu pau na sua bunda; fiquei ali sarrando sua bunda enquanto batia punheta pra ele; Gabriel gemia e se virou pra mim pedindo beijo; nos beijamos e ficamos de frente e juntamos nossos cecetes numa punheta conjunta até que sem avisar ele despeja jatos de porra no meu pau e saco; assim estimulado gozei também no seu pau, saco e coxas; peguei toalhas de papel, nos limpamos, nos vestimos e saímos dali.
De volta pro carro falei:
-Vamos pro motel porque essa punheta só acendeu meu tesão; quero foder seu CUzinho.
-Não dá, Amor, respondeu. Já está tarde pra irmos transar e tenho que estar no Congresso às 14horas; por favor me leva de volta pra rodoviária.
Contrariado, com tesão e meubpau ainda duro, sem alternativa o deixei no local pra tomar o ônibus de volta.
Finalmente conheci Gabriel, um lindo e desejável garoto de 22anos, 1,68m de altura, pau de 15cm, pele clara e lisa, cabelos pretos, totalmente virgem de homem e de mulher, coxas bem torneadas, que são a minha perdição, mas que só consegui sarrar.
Marcamos um almoço para o último dia do seu Congresso da Juventude num shopping na capital; por algum motivo ele só foi aparecer após as 16horas quando desabou um temporal dos infernos que nos impediu de sair dali; minha intenção era, ao invés do almoço irmos prum motel, onde ele seria o prato principal a ser comido com tesão, mas devido ao atraso dele não teve almoço nem foda! Rolou apenas uns beijos no banheiro do shopping.
Na manhã seguinte ele retornaria a Maceió de onde retomamos a rotina juvenil da punheta por telefone.



Estórias excitantes podem nem sempre acabar como ardentemente desejaríamos mas entesam e inspiram para que novas estórias venham a surgir. Sempre estimulante seus contos.