Na verdade eu não "ligara uma chama" mas acordara um vulcão adormecido em Jesus do Carmo, o Jéso. Devido à carência, humilhações e violência que passou a sofrer desde a perda dos pais ele reprimiu desde necessidades básicas até sentimentos, sonhos, desejos que agora, sendo acolhido como ser humano e tratado como Homem em sua total dignidade ele podia se externar livremente, sem medos, receios, repressão ou abuso. Ali na cama comigo, a dar vazão plena a seus instintos mais primitivos e sentindo acolhimento sincero, Jéso se sentia livre novamente.
Obediente, sem dizer palavra me coloquei de quatro e lhe ofereci minha bunda; com as duas mãos ele afastou meus glúteos, escancarou meu rego e mergulhou nele seu rosto; sua boca gulosa e língua áspera logo encontraram meu CUzinho; ao sentir os primeiros contatos dei piscadas na sua língua a convidar para o desenlace, a penetração inevitável, mas ele não foi apressado; sentindo que seu toque me provocava contrações e gemidos de prazer continuou a lamber, beijar e chupar meu cu enquanto acariciava deliciosamente minha bunda; depois de uns 20 minutos nessa brincadeira postou-se de joelhos atrás de mim, apontou o cacete na portinha e lentamente foi me invadindo a ponto de eu sentir cada milímetro que sua cabecinha risada alargava meu canal, já adaptado ao seu belo cacete desde a foda anterior; com todo o pau atolado começou um ritmado vai-e-vem com suas bolas batendo nas minha no tradicional ploc, ploc, ploc.
Eu sem avisar fui baixando meu corpo trazendo o seu junto, apertando seu pau com meu CUzinho pra não deixar ele escapar até que ele soltou todo o peso do seu corpo sobre mim, passou seus braços sob meu peito, agarrou forte meus ombros e começou a socar vigorosamente, com paixão e um ímpeto que até então eu desconhecia; meu anjo estava mesmo encapetado e meteu no meu cu com vontade por quase meia hora; eu desfrutava de um prazer gostoso pois além do cacete ele usava a boca pra morder minha nuca, as orelhas invadia com a língua e chupadas no meu pescoço que me faziam arrepiar.
Sussurrou no meu ouvido que me queria a cavalgar no seu pau, algo que sonhava em realizar muitas vezes quando era ele a cavalgar num cliente. Com cuidado levantamos nossos corpos mas sem que ele tirasse o pau de dentro de mim; nos ajustamos na posição e ele pediu que eu ficasse de frente pra ele e iniciasse a cavalgada; assim fiz mas sempre apertando firme seu cacete pra que ele desfrutasse do máximo de prazer naquela posição; não demorou e senti se pau inchar, num prenuncio de gozo e iniciei uma punheta pra gozar junto com ele; ele tirou minha mão do meu pau e ele, no mesmo ritmo da cavalgada me mastubava com vigor; puxei-o junto do meu corpo num lascivo e voluptuoso beijo, apertei forte seu corpo contra o meu e nesse movimento era entre nossas barrigas que meu pau babava e num gemido conjunto... gozaaamooossss... seus jatos de porra inundaram outra vez meu cu e meu leite cremoso com jatos abundantes banhou nossos corpos.
Quase desfalecidos, corpos suados e lambuzados de porra, quedamos abraçados na cama entre beijos e carícias infindáveis.
A essa altura a tarde já avançara pela metade, estávamos esfomeados depois de tanto esforço e várias e prazerosas gozadas.
Falei para Jéso que fosse para o chuveiro enquanto eu pedia o serviço de quarto. Ele saiu se enxugando e fui eu para um banho reparador; eu já estava quase sem forças.
Desfrutamos de um delicioso almoço e fomos descansar; só que o descanso durou pouco, vez que o vulcão em Jéso permanecia a despejar lavas incandescentes de tesão e desejo. Terminamos a tarde e adentramos a noite em sucessivas fodas; ora eu fodia seu cu, ora ele se deleitava no meu, até que todas as nossas energias se esgotassem.
E assim felizes e saciados vimos o dia clarear.
Quando tem que ser, não tem jeito! O desejo e o sentimento vem juntos! Parabéns pela narrativa!