PARTE VI Depois daqueles dias intensos de sexo e descobertas ainda transamos mais três vezes, sendo que em apenas uma fizemos troca-troca; Phê tinha gostado de levar vara e sentir meu cacete no cu e meu leite quente despejado dentro dele. Pelas circunstâncias da vida seguimos nossos caminhos e por anos não voltamos a nos ver mais, apenas e eventualmente trocávamos algumas palavras pelas redes sociais. Eu soube que ele estava bem profissionalmente como produtor de eventos e trabalhos com mídia digital, algo que não entendo muito bem, sou "da antiga"; numa das conversas rápidas me contou que estava casado e morando junto com um coroa super legal. E assim os anos foram passando. Certo dia eu precisei ir a uma reunião de trabalho na região da AV. Paulista na capital. A reunião transcorreu e terminou com um almoço dos participantes proporcionado pelo anfitrião. Com a tarde livre aproveitei e fui até o MASP visitar uma exposição fotográfica de vários fotógrafos renomados. Estou lá entretido a admirar uma obra quando me sinto abraçado pela cintura e sinto um perfume que me era familiar. Ao me voltar meio assustado, afinal estava na capital, onde nem sempre é seguro, e me deparo com Phelipe, meu nobre safado que há decadas me presenteara com seu cabaço... impossível não evocar tais lembranças. Ainda tentando me recompor da surpresa recebo ali mesmo um beijo... molhado, lascivo, puro desejo. -Caralhoooo, só podia ser você, Phê!!! Balbuciei. Ele já estava um homem feito; me disse depois já com 36anos e tranquilo na profissão; carregava uma enorme bolsa com equipanentos de trabalho, notebook e usava roupas bem descoladas, elegantes. Sem dizer palavra me pegou pela mão e me conduziu, atravessando o salão de exposições, para uma recanto, uma sala de trabalho ampla, com mesa, cadeiras, sofá à qual ele tinha acesso como profissional credenciado. Trancou a porta e me beijou novamente enquanto agarrava com forca meu pau sob a calça e disse com a malícia que lhe era peculiar: -Como está o meninão? Saudades desse cacete, Tony!!! E já foi abrindo meu zíper, desafivelou meu cinto e baixou minha calça junto com a cueca; se ajoelhou acariciou meu sacão peludo que ele adorava quando moleque, apertou minhas bolas, mergulhou o rosto nos meus pentelhos sentindo o perfume de macho(eu havia tomado banho de manhã, mas já tinham se passado mais de 6 horas); nessa altura meu cacete comecara a acordar e já estava meia nomba; Phê abocanhou ele todo e fez intensas carícias com a língua que o cacete logo encheu sua boca; ele era mestre na mamada desde garoto, que delícia sua boca quente, macia, gulosa; naquele clima eu nem tinha notado que ele já baixara sua calça e cueca e se masturbava com seu cacete babão, lindo, cabeçudo. Rápido ele se levantou, pegou camisinha e gel, que me disse depois que sempre carregava para algum "imprevisto", encapou meu pau e lubrificou e também seu CUzinho; se apoiou no sofá, arrebitou a bunda gulosa e me ofereceu o cu que já piscava muito; ele mesmo segurou meu pau, posicionou na portinha e piscou o cu; entendi o sinal e segurando firme na sua cintura enterrei meu cacete todo de uma vez só até o talo, com um som gostoso característico quando meu colo encontrou sua bunda e minhas bolas bateram nas dele; meu tesão era intenso, pelo inusitado e pela tensão do local; meti gostoso no seu cu matando as saudades e revivendo lembranças; em pouco mais de quinze minutos gozei muito, desta vez despejando minha porra na camisinha; Phê também gozou jorrando sua porra toda no sofá. Tirei meu pau do seu cu com a camisinha cheia; ele me passou um lenço umedecido mas não deixou eu me limpar; quis mamar meu pau melado de porra pra sentir o sabor de outros tempos e deixou meu cacete limpinho; usei o lenço para tirar um pouco da sua baba enquanto ele limpava o sofá. Nos vestimos, trocamos mais um beijo louco, ainda com sabor do meu gozo na sua saliva e saímos dali discretamente indo até uma cafeteria que havia no térreo. Sentamos e nos olhávamos incrédulos... mas muito satisfeitos e felizes. Nada como uma foda, mesmo que rápida, quase uma "fast foda", para recordarmos momentos felizes. Phelipe me falou que estava estabilizado profissionalmente e novamente casado e morando junto com um coroa muito gente fina, culto e muito bom de cama. Quando fomos nos despedir, sem pudor nos beijamos novamente e o safado me olha nos olhos e com um sorriso maroto me diz: -Quando você virá de novo ao MASP??!! Era o mesmo e eterno garoto safado que conheci aos 18 anos.
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