Uma sensação que eu jamais havia experimentado foi a "preparação" que Phelipe fez no meu CUzinho para receber seu portentoso membro de 18cm, cabeçorra de cogumelo ?? de diâmetro maior que o corpo reto e de veias saltadas pronto pra me arrombar o cu, arrebentar munhas pregas e arrancar os últimos vestígios do meu cabaço.
Pau bem melado de gel assim como meu anel senti a pressão; num "flop" passou a cabeça e junto a metade do mastro de 18cm; dei um urro de dor e apertei forte meu anel para impedir que ele continuasse a me rasgar por dentro; com total domínio da situação numa destreza que eu não imaginava possível num garoto tão jovem, curvou-se sobre mim e me deu um lascivo e longo beijo para ao mesmo tempo deslizar todo seu cacete teso dentro do meu cu que ficou completamente preenchido de uma carne quente e pulsante; com a boca colada na minha ele abafou meus gemidos quase gritos; ao descolar seus lábios dos meus ele sorria vitorioso e com suave manejo movimentava, entre pulsações, seu enorme cacete; a dor foi diminuindo e comecei a experimentar um agradável prazer, o que me parecia contraditório, pois minutos antes eu me sentia todo arrombado, quase partido ao meio; Phê agia com desenvoltura com suas mãos em todo meu corpo a explorar minhas zonas exógenas; com sua boca faminta me devorava o pescoço, orelhas e os mamilos a me provocar arrepios que levavam-me a dar fortes contratações do meu reto em todo o corpo do se cacete; ao notar o quanto isso o incitava e aumentava seu prazer fiz dessas contratações parte do jogo da foda; com meu cu arrombado e preenchido eu devolvia a ação de estar devorando seu cacete; nesse ritmo que era suave e ao mesmo tempo intenso, como Phê me havia prometido que faria, senti seu pau inchar dentro de mim e pressenti o gozo que, em menos de 5 minutos se manifestou em múltiplos e potentes jatos de porra, quente e leitosa,a me inundar por dentro; eu permanecia de pau duro, babando, mas sem gozar; meu gozo seria na retribuição.
Com uma expressão de puro êxtase e um sorriso que não cabia no rosto, carinhosamente me deu um beijo ?? longo e suave, a contrastar com seu jeito de jovem ansioso; nisso senti seu enorme cacete perder a rigidez e deslizar suavemente até sair do meu CUzinho, trazendo junto grande parte do leite cremoso que deixara ao gozar; foi uma sensação de alívio e ao mesmo tempo de vazio, pois apesar da dor e do desconforto inicial, Phê soube me proporcionar prazer com sua "invasão" que eu chegara a temer.
Meu jovem Phelipe, o falso nobre mas macho atrevido, safado, conseguira seu intento antes do meu; me fodeu antes de ser fodido; relaxado soltou seu corpo suavemente e deitou-se ao meu lado a me fazer carícias; foi quando o lembrei de nosso trato e levei uma de suas mãos até meu pau duraço que babava e pulsava, ávido por seu CUzinho.
Ele me sussurrou que se lembrava do combinado e só pediu um tempo para ele se recobrar, no que consenti sem retrucar. Phê se levantou, foi ao banheiro pra,aliviar o xixi e ao voltar pra cama já estava com o pau em riste, sinal de que estava pronto para a retribuição... mas isso fica para o próximo capítulo.


