PARTE V Depois de vencidas tantas barreiras e preconceitos, Eu e Léo nos tornamos muito amigos, íntimos mesmo e ele me elegeu como seu Confidente; conversávamos quase que diariamente acerca de tudo na vida; ele era inteligente e muito interessado em aprender, o que tornava nossos papos bastante agradáveis e produtivos. Decorridas umas três semanas, numa,quinta-feira à noite recebo uma mensagem urgente de Léo: -Preciso muito falar contigo!!! Tirei amanhã sexta-feira um dia de folga no banco de horas, pra nos encontrarmos logo cedo, pode ser na cafeteria de sempre, por favor confirme. Beijos ?? ?? ?? De pronto respondi confirmando e logo vislumbrei uma manhã de sexta-feira de bom sexo com Léo; eu estava mesmo precisando de uma boa foda! Cheguei na cafeteria e ei-lo já me esperando na nossa mesinha habitual num canto discreto; recebeu-me com um abraço afetuoso e trocamos beijo na face. Logo notei na expressão de seu rosto apreensão; antes mesmo de terminarmos o capuccino ele desandou a falar. Disse que estava saindo com uma garota super legal do seu bairro, que era já sua conhecida e que após umas pregações no carro na quarta-feira combinaram um motel pra uma primeira transa; ela era da mesma idade dele, tivera outros casos e não era mais virgem e com um namorado mais ousado tinha até liberado o CUzinho. Que no motel tudo rolava legal até que ela pediu que ele usasse camisinha, porque ela não tomava pílula por questão de saúde; ela mesma ajudou a encapar seu pau, lubrificou com gel e aí deu ruim... seu pau começou a murchar, estava brochando; a garota foi até compreensiva, iniciou uma masturbação e até chupou seu pau; parece que foi até pior, pois ali ele brochou de vez. A garota ficou bem decepcionada mas continuava excitada e pediu sua ajuda pra gozar; Léo meio desajeitado massageou com carinho sua buceta até que ela teve um orgasmo, meio chocho mas gozou. Voltaram pra casa num clima bem constrangedor. -Caralho, Tony, será que sou viado mesmo, soltou Léo num desabafo comovente. Procurei acalmá-lo, que aquilo era normal, acontece com quem é experiente e brochar não é o fim do mundo. Que ele tentasse outra vez e, para se garantir na ereção, usasse o azulzinho, tomando o cuidado de ingerir pelo menos uma hora antes da transa. Era tiro e queda, não falha, ainda mais com um homem na sua juventude. Ele ainda ficou pensativo e após uns segundos disse: -E agora?!? -Agora terminamos nosso café e, no tesão que estou, iria com você pro motel, topas? Podemos fazer um troca-troca gostoso pra ficar comprovado que Você não sofre de importância, respondi na maior sacanagem. -PQP, você não presta mesmo, Tony. Eu aqui na maior aflição e você quer me fuder, meter e gozar no meu cu, retrucou com seu irresistível sorriso. Sorri de volta, pedi a conta, e saímos no meu carro pro motel. No caminho Léo era já outra pessoa; acariciava minha nuca com seus dedos finos nos meu cabelos grisalhos, depois pulsava a mão na minha coxa e fazia carícias até chegar no meu pau, por sobre a calça e sentir sua pulsação. Entramos no quarto e fomos nós despindo; nus nos beijamos num afetuoso abraço enquanto nossos cacetes babando travavam uma guerra de espadas; caímos na cama e iniciamos um delicioso 69; Léo se tornara um exímio mamador e me arrancava fortes gemidos quando meu pau, atingindo sua garganta era apertado e acariciado por sua áspera lingua; eu retribuía devorando seu cacete da cabecinha até a base,lambia suas virilhas perfumadas e engolia suas bolas tentando colalocar ambas de uma vez na boca; Léo gemia e se contorcia de tesão e prazer; deixando seu saco liso e delicioso dei leves mordidas no cordão entre o saco o cu que meu parceiro soltar um gritinho e retrair todo seu corpo; com esse movimento de sua bunda meti a língua no seu CUzinho que respondeu com uma piscada forte quase a prender minha áspera língua; nisso Léo se vira pra mim e diz quase suplicante: -Tony, me fode, caralhooo; em vez da língua mete logo seu cacete; mete gostoso até sua bolas baterem nas minhas; e foi logo ficando de quatro oferecendo sua gruta quente do prazer; aproveitei a saliva dele que escorria no meu pau e mais a baba que pingava da cabecinha rosada, apontei na portinha,fiz pressão e atolei meu pau até a metade; recebi em troca uma forte piscada do seu cu no meu cacete e num impulso enterrei até o talo; aquele som gostoso "plá" do meu colo na sua bunda foi o sinal pra eu começar um intenso vai-e-vem; num momento meu cacete escapou num "ploc" do seu cu, apontei ele de novo na portinha e enterrei tudo de uma vez só; Léo deu um gemido e fez força com sua bunda de encontro ao meu colo como a querer que eu inteiro entrasse dentro dele; como eu estava a,alguns dias sem gozar e o tesão a mil logo pressenti o gozo, aumentei o ritmo das bombadas e ahhhhhh... gooooozeeeei... jatos e jatos de porra quente naquele CUzinho tão gostoso e receptivo. Eu estava tão envolvido no clima que não me dei conta de que meu parceiro, enquanto recebia minhas bombadas no cu se masturbava no mesmo ritmo e gozou praticamente junto comigo com meu pau atolado dentro dele. Exaustos caímos deitados na cama, corpos suados e pernas entrelaçadas, o perfume de sexo a inundar o quarto e assim ficamos por um longo tempo, até nos recompormos.
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