RECEPCIONISTA DO HOTEL



PARTE I
No decorrer da minha atividade de Consultoria Ambiental eu participava com frequência de reuniões na capital federal organizadas pelo Ministério do Meio Ambiente e isso ocorreu ao longo de uma década. Foi ao longo dessas reuniões que conheci Túlio, cuja história narro em outro conto (Consultoria Ambiental), que recomendo a leitura.
Como as viagens à capital eram frequentes e lá eu permanecia por dois a três dias, a depender dos compromissos, eu sempre me hospedava no mesmo hotel, onde passei a ser considerado um hóspede "habitué" e assim conhecido dos funcionários, especialmente os de linha de frente. Eu acredito em empatia e simpatia e sempre tratei os funcionários com cortesia e ps conhecia pelos nomes, desde Seu Antônio que retirava minha bagagem do taxi até Rodrigo, o Supervisor da recepção; minha postura diferenciada resultou em verdadeiros amigos, pois minha frequência ali perdurou ao longo de uma década.
O hotel quatro estrelas era frequentado pelo meio corporativo empresarial, acolhia convenções de empresas e de equipes esportivas, inclusive estrangeiras. Numa semana lá se hospedaram membros do Cirque du Soleil, um grande tumulto, com figuras interessantes, umas lindas, homens e mulheres e outras bizarras, rsssss, coisa de circo. Foi uma época de rico convívio humano.
Por conta dessas circunstâncias, às vezes minha reserva sempre antecipada sofria abalos, era conturbada. Nessas ocasiões Rodrigo se desdobrava e sempre me concedia um "up grade" na hospedagem, se desdobrando nas gentilezas. Rodrigo, apesar do uniforme obrigatório que tornava todos os funcionários iguais, se destacava dos demais, a natureza ou a genética lhe tinham sido generosas: era simplesmente lindo!!! Rosto de linhas bem desenhadas, olhos castanhos escuros, dentes brancos num belo sorriso permanente, cabelos negros bem cortados e cuidadosamente penteados, como manda o figurino da profissão, mãos delicadas e macias - eu fazia questão de um suave aperto de mãos nos cumprimentos que eu procurava alongar - 1,75m de altura e uns 80 kg; sempre alinhado e com um perfume suave.
Num desses dias tumultuados, com algumas delegações ali hospedadas, minha reserva havia sido cancelada. Já era início da noite e Rodrigo entre contrariado e constrangido me tranquilizou; deu um telefonema e me pediu que o acompanhasse, já carregando minha mala; o segui e chegamos a uma suíte especial reservada a autoridades; entramos e me surpreendi com o ambiente amplo e confortável e o questionei se estava correto, pois minha reserva era tipo padrão standard, como habitual.
-Essa é por minha conta, Doutor, respondeu. (Ah, naquele hotel todos me chamavam "Dr" dado meu traje habitual, paletó, gravata e chapéu)
Aproximei-me dele, peguei em suas mãos - depois de anos frequentando o hotel, pela primeira vez me achava sozinho com ele e foi a primeira oportunidade de segurar suas mãos com carinho - olhei no fundo de seus olhos o trouxe pra junto do meu corpo e lhe dei um beijo molhado e lascivo, penetrando sua boca com minha lingua a perscrutar cada detalhe de sua boca; sua saliva era doce, seu hálito perfumado, seus lábios macios e voluptuosos.
Rodrigo entre surpreso e desconcertado cai sentado numa poltrona confortável a me olhar angustiado.
-Dr, isso tá errado, não pode acontecer; você é casado, eu sei, eu também sou casado, agora mesmo meu marido está em casa cuidando das nossas coisas e me espera pra dormirmos de conchinha, como fazemos toda noite, me falou com voz embargada.
Eu me ajoelhei diante dele, pousei minha cabeça no seu colo e minhas mãos sobre sua coxas; recebi dele carícias em meus cabelos, ambos num clima nebuloso entre desejo e incertezas. Com o rosto pousado entre suas pernas eu procurava sentir o perfume de seu sexo que, debaixo de uma calça social fina me permitia perceber algo a se movimentar, seu pau estava despertando em resposta instintiva a denunciar seu desejo oculto. Como Rodrigo permanecesse inerte, abri seu ziper, puxei sua cueca pelo elástico e fiz saltar pra fora seu membro meia bomba; abocanhei seu cacete ainda mole e o fiz crescer na minha boca; era um pau lindo, reto, veias saltadas, cabecinha rósea-lilás, boa grossura, uns 17cm de puro tesão, saboroso como o melhor picolé do mundo.
Num gesto firme Rodrigo empurrou minha cabeça e guardou seu pau todo babado fechando o zíper e se levantando. Eu me levantei e tentei beijá-lo de novo mas ele me afastou com um gesto firme mas suave.
-Façamos assim, meu querido. Você liga para seu marido, diz que o hotel está um tumulto só por conta das delegações esportivas e que você terá que ficar por aqui para organizar o caos; termina seu turno e vem dormir aqui comigo para desfrutarmos dessa suntuosa suíte especial. E mais, como seu hóspede habitué não admito recusa, impus.
-Me dá um tempo, vou pensar, respondeu e saiu.
Pedi o serviço de quarto para um lanche leve, pois já era noite e fui tomar um banho a me preparar para a "lua de mel" que teria naquela noite. Eu tinha certeza de que Rodrigo não recusaria "meu convite intimação" e vestido apenas com camiseta e short leve, fui assistir a um filme romântico gay, rsssss. E acabei cochilando no sofá macio e confortável, temperatura agradável por conta do ar condicionado.
A noite já avançara e surpreso fui acordado com um leve carinho nos meus cabelos grisalhos e um selinho molhado nos lábios... era o meu amado Rodrigo que entrou direto no quarto sem bstet vez que tinha a chave mestra do hotel. Ele acomodou-se ao meu lado e passou o braço por sobre meu ombro, juntando nossos corpos...
A sequência daquela noite virá no próximo conto, aguardem...
Foto 1 do Conto erotico: RECEPCIONISTA DO HOTEL

Foto 2 do Conto erotico: RECEPCIONISTA DO HOTEL

Foto 3 do Conto erotico: RECEPCIONISTA DO HOTEL


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Ficha do conto

Foto Perfil tonypunto
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Nome do conto:
RECEPCIONISTA DO HOTEL

Codigo do conto:
265403

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
26/06/2026

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