ALGO INUSITADO ACONTECEU E ME SURPREENDEU -PARTE III
PARTE II Refeitos daquela foda incrível e não planejada eu me recostei sentado na cama e trouxe aquele anjo endiabrado pra junto de mim. -Regis, que loucura foi essa?!? Diga alguma coisa, por favor, eu falei com voz suave. -Tony, bobinho querido, eu sou um Homem Trans. É isso, respondeu com candura. -Sei disso, seu idiota, acha que sou estúpido? Pergunto é o que foi que aconteceu, o que foi que fizemos, insisti. Regis era inteligente e entendeu o que me angustiava e foi muito sincero e objetivo. -Eu estava na pior "bad" lá na piscina, pois meus pais são uns babacas, me trouxeram pra cá sem me consultar e sem poder trazer um amigo. Aí você, fazendo o papel de coroa babaca me aborda e seu jeito descolado e irreverente de me tratar me obrigou a sair daquele estado de torpor. O resto foi consequência, simples assim. -Mas por quê você não se abriu logo comigo e se revelou quem realmente era, retruquei ingênuo. -Porra, e você diz que não é estúpido? Você acha que se eu dissesse "olha, sou um rapaz trans, já fui menina", você teria me tratado da mesma forma? Argumentou com lógica perfeita e irrefutável. Realmente seu diagnóstico foi correto. E nossa conversa fluiu agradável até que ele me falou: -Preciso contar um pouco da minha história, tafim de ouvir, disse me olhando nos meus olhos com uma expressão séria. -Não sou um anjo ?? como você imagina, tampouco sou um capeta depravado. Meus pais são empresários bem sucedidos com várias empresas na capital e propriedades, fazendas no interior, mas são dois babacas; não sei porque tiveram três filhos, pois não passam de meros reprodutores, não são pais de verdade. Numa ida pra fazenda onde moram meus avós, também frequentada por meus tios e primos; aos meus 14anos meu primo Pedro, então com 19anos, me levou pra um galpão e disse que ia me ensinar coisas; nos trancou numa sala, me beijou na boca e foi logo tirando meu shortinho e a calcinha; eu fiquei paralisada sem entender nada; ele me pos deitada num sofá, abriu minha pernas e chupou minha xoxota; aquilo pareceu gostoso e eu deixei, mas aí ele baixou sua calça, cuspiu no seu pinto e enfiou todo ele sem dó de uma vez dentro de mim; pra eu não gritar ele tapou minha boca com sua camiseta e começou a meter com força até que começou a urrar e gozou dentro de mim; aí tirou o pau da minha bucetinha, me virou de costas, cuspiu no meu CUzinho e socou tudo dentro da minha bundinha; eu me sentia toda rasgada, mas ele enfiava e tirava forte até que gemeu alto de novo e despejou todo seu gozo dentro de mim; depois se limpou com a própria camiseta e falou que eu não contasse nada daquilo pra ninguém, senão ele faria tudo dr novo e furava meus olhos pra eu nunca mais enxergar. Fiquei ali quase uma hora toda arrebentada e sangrando na xoxota e no cu, não consegui me mexer. Até que ouvi a voz de minha mãe me procurando e corri pra ela. Ela me viu naquele estado, perguntou o que tinha acontecido e ela me levou até meu pai, dizendo que ia procurar seu irmão, pai de Pedro. O babaca do meu pai disse não. Se ele souber disso será um escândalo e será capaz dele matar o Pedro. Isso fica entre nós. Chamou o helicóptero, inventou uma desculpa e me levou a um hospital onde o diretor era seu amigo e lá fui tratada, medicada e fiquei internada até o dia seguinte; e na família foi vida que segue, mas nunca mais fui a mesma, seja com meninas ou meninos; eles me mandaram para uma terapeuta e faço terapia até hoje. Mas as coisas não ficaram assim. Eu já com 16anos frequentava um clube e praticava esportes, mas já com um comportamento mais masculinizado, inclusive orientado pela terapeuta, e sofria bullinng como "sapata". Após um campeonato interclubes, ao sair do vestiário dou de cara com Pedro, meu primo e Ivan, seu comparsa, ambos alterados por álcool ou droga. Sabemos da sua fama mas queremos comprovar e nisso os dois me agarram, me amordaçam pra eu não gritar e me levam para um depósito que havia ali. De novo Pedro junto com Ivan me estupraram de todas as formas: na buceta, no cu, na boca me encheram de porra; iam se revezando entre penetração vaginal e anal e na minha garganta até que me penetraram, ois dois de uma vez, uma na buceta e outro no cu, até esgotarem seus estoques de porra. Saíram dali rindo como dois loucos e me largaram toda suja e destroçada. Assim.que pude, juntei minhas coisas e fui direto pra um postinho UBS onde relatei o ocorrido, fui atendida e medicada e já levei comigo todos os laudos com orientação para que fosse a um Delegacia da Mulher. Mas meus planos eram outros. Ali perto do clube havia uma boca de fumo onde eu ia às vezes buscar um baseado. O chefe da boca descobriu que eu era um riquinho e me pediu algumas ajudas, pois sabia que meu pai era ligado a empresas farmacêuticas. Aí em sempre trazia alguns remédios, sempre os mais caros, para algum membro doente e carente da comunidade do morro e firmamos uma amizade. Eu sabia que ele transitava com uns caras da pesada; dias depois do estupro cheguei nele e falei: "brother, tenho um serviço e pago bem" e contei a parada, que era dar um trato nos caras que me estupraram e contei que meu primo era a segunda vez que fazia isso. Janjão era o chefe da boca e disse que conhecia os "dois playba" que já tinham "arranjado umas paradas ruins" e só estava faltando a oportunidade de "dar uns pegas" neles. Fica por sua conta, eu quero os dois bem arrebentados, mas vivos e entreguei um envelope gordo pra ele em dólares e euros. No dia seguinte Pedro meu primo foi encontrado "numa quebrada do morro" inconsciente, dois braços quebrados, um joelho com a rótula moída, várias costelas quebradas, o rosto todo deformado, maxilar fraturado e dentes faltando; seus testículos foram esmagados feito pasta, na testa feito com canivete a palavra estupro e no cu dele enfiaram um tubo enorme de desodorante que precisou de cirurgia pra retirada e reparação plástica do ânus. Dois dias depois encontraram em pior situação o Ivan, também com a inscrição estupro na testa, o tubo no cu e cortaram sua glande e a enfiaram em sua garganta. Ivan ficou dois meses em coma e continua hospitalizado em tratamento. Pedro meu primo fez centenas de cirurgias e só caminha com ajuda de muletas. Meu pai e meu tio procuraram a cúpula da Polícia Militar, onde tinham amigos, que acabou classificando os casos como vingança de quadrilhas, pois meu amigo Janjão tratou de espalhar o boato na boca e no morro que os dois tinham envolvimento com grupos rivais. Eu passei a visitar meu primo no hospital a cada dez dias, levei flores e chocolates e uma vez sozinho com ele no quarto perguntei se ele tinha gostado do Janjão e sua turma; ele teve uma convulsão e precisou ser socorrido; falei calmamente que eu tinha em mãos todos os documentos que comprovavam meu estupro na fazenda aos 14anos e o dele e Ivan no clube; que ele não se atravesse a abrir o bico pois as consequências seriam ainda piores do que estas. Dei um beijo na sua testa e sai. Meus tios eram muito gratos pela minha solidariedade e carinho com o primo Pedro. Arrepiado com o relato escabroso, balbuciei trêmulo: -Então estou fodido!!! Estou inteiro em mãos!!! Na maior picardia e sorrindo safadamente ele diz: -Totalmente na minha mão e segurou firme e decidido no meu cacete com as duas mãos e me beijou com volúpia! Você foi o acontecimento mais importante que aconteceu na minha vida!!! Meu Homem, Meu Parceiro e Meu Confidente! Esse será o feriado da minha vida, pra ser marcado para sempre. -Entendi. Mas agora vamos para um banho gostoso pois eu tenho algo especial pra te pedir.
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