PARTE I
Num feriado prolongado resolvi ir relaxar numa espécie de resort/spa situado em meio à natureza, com muito verde, ar puro, silêncio e sossego. Nem de longe imaginava o que iria aquecer aqueles dias e agitar minha imaginação.
Estava eu esticado à beira da piscina, num ambiente de meia sombra, pois tenho pele clara e detesto me lambuzar com protetor solar e mais ainda ficar ardendo feito camarão saído da frigideira vestido apenas com uma sunga azul; degustava um delicioso coquetel de frutas bem refrescante e de baixo teor alcoólico.
Passeava meu olhar ao redor a observar as nuvens e as árvores floridas no monte próximo donde vinha um suave e silvestre som de pássaros ??; era tudo que eu precisava naquele momento. De repente meu olhar pousa numa figura algo androgina a poucos metros donde eu estava a balançar os pés na água da piscina; seus longos cabelos lisos quase até os ombros, de um castanho bem claro sem ser loiro; seu rosto simplesmente lindo mas de uma expressão muito triste; um olhar perdido no mundo sem brilho; sua pele lisa era clara mas com leve bronzeado de sol; vestia apenas uma camiseta regata branca bem larga e uma sunga justa vermelha a marcar sua bundinha redonda.
Algo mexeu com meu instinto paternal e pensei em como me aproximar daquela figura doce, abandonada sabe-se lá em que devaneios. Levantei-me da poltrona e mergulhei na piscina, dei umas braçadas pra me adaptar à temperatura da água e num mergulho voltei à tona bem defronte ao jovem solitário.
-E aí, não vai aproveitar essa água gostosa e o sol agradável dessa manhã, disse convidativo. Vem me fazer companhia.
Diante de seu silêncio e imobilidade com as mãos joguei água em sua direção que apenas molharam suas lindas coxas.
-Pô, coroa, não me enche o saco, caralho! Reagiu contrariado e se levantou.
Fui atrás dele e me desculpei e falei que apenas procurava sua companhia. Que se ele aceitasse minhas desculpas lhe ofereceria um drink pra selar amizade.
-Sou menor de idade, tenho apenas 17 anos e eles não permitem bebida alcoólica para menores, ainda mais desacompanhados, retrucou resoluto.
-Oras, peço um drink sem álcool, tem várias opções, você vai gostar, insisti. Mas você está hospedado sozinho aqui, mesmo menor de idade?
-Não, respondeu com tristeza no olhar. Meus pais estão aqui também com meus dois irmãos menores, mas eles são um casal babaca, só pensam em jogatinas, deixam os filhos pequenos aos cuidados dos monitores e eu que me foda.
Coloquei meu braço sobre seu ombro, o trouxe com carinho pra junto do meu corpo e fomos andando até o bar pegar seu drink. Para minha surpresa, ele que era quase da minha altura, recostou sua cabeça no meu ombro a procurar acolhida. Sua atitude me tocou profundamente como ser humano, pegamos o drink e voltamos a nos acomodar nas espreguiçadeiras perto da piscina e começamos uma boa conversa. Regis era seu nome, muito culto e bem informado para um rapaz da sua idade; seu nível cultural ia da literatura à música ?? com formação em música clássica e tocava vários instrumentos, o que me impressionou positivamente.
Chegada a hora do almoço e como no resort havia vários ambientes temáticos para a diversidade de opções de cardápio, o convidei para almoçar comigo num restaurante mineiro, o meu fraco além da comida italiana; para apreciar um um tutu de feijão pedi uma caipirinha de boa cachaça mineira que Regis topou na hora dividir comigo no mesmo copo... já nos tornamos mais íntimos, quase amigos.
Após nos lambuzarmos com comida mineira e as irrecusáveis compotas de frutad, peguei dois corpinhos de licor de jabuticaba e arrematamos a refeição. Agradeci sua agradável companhia no papo e no almoço e disse que iria subir até meu quarto para escovar os dentes e tirar um cochilo.
-Vou com você, disse ele resoluto, para minha total surpresa.
-Mas no meu quarto?!? Lá só tem uma cama de casal... balbuciei.
-E por acaso você é virgem?!? Disse com uma sonora gargalhada.
Ante tamanha convicção insistente não tive palavras e lá fomos nós.
Fui ao banheiro, aliviei o xixi, escovei os dentes e quando vejo ele está todo refestelado esparramado na minha cama; deitei no lado disponível e eis que Regis vem, deita sua cabeça no meu peito, estende seu braço sobre meu peito e joga sua perna esquerda sobre as minhas coxas. Eu meio atônito aceitei sem resistir e tentei relaxar; em alguns minutos sinto sua respiração leve e ritimada a demonstrar que ele já cochilava tranquilamente e com parte do seu corpo sobre o meu. Sem poder reagir e fazer nada fechei os olhos e adormeci.
A tarde já ia pela metade e sou acordado pelas mãos delicadas, quentes e suaves de anjo a me acariciar os mamilos por debaixo de minha camiseta e outra mão endiabrada a massagear por dentro do short e cueca meu cacete que já estava teso a pulsar e babar; surpreso ao tentar entender Regis salta sobre mim, me arranca a camiseta e me dá um beijo ardente, molhado a meter a língua em cada cavidade da minha boca; sem me permitir reação, num movimento rápido tira meu short com a cueca junto, segura firme meu cacete pela base e senta nele engolindo tudo.
A sensação que sinto é única, diferente; meu pau adentrou uma gruta macia, molhada, suave a,que eu não estava acostumado; ergo minha cabeça e parte do tórax e vislunbro: meu caralho estava sendo engolido por uma buceta!!! Tentei reagir e Regis outra vez me calou com um beijo louco de paixão e diz com firmeza:
-Realaxa, se concentra e curte, está bom demais foder assim com você, meu Homem!
-Ma... ma... masss... tento sussurrar e outro beijo me cala até quase eu perder o fôlego.
Meu menino ou menina, já não sei mais me cavalga feito um exímio equitador ou amazona a dominar seu cavalo; envolvido nesse clima e com tesão a mil me entreguei inteiramente ao seu capricho; a sensação de ter meu cacete massageado num sobe e desce delicado e intenso ao mesmo tempo por uma bucetinha faminta me fez perder completamente o juízo e me entreguei ao prazer; após uma meia hora desse foder intenso senti meu pau latejar e pulsar dentro dele a anunciar o gozo.
-Vai, tira, que vou gozaaaarrr... eu disse preocupado em jorrar minha porra numa buceta sem camisinha.
-Goza gostoso meu macho, fica frio que sou estéril, já cuidei disso, retrucou com um largo sorriso. Goza dentro de mim, me inunda com seu leite quente e vamos gozar juntos, pois já estou a fim também.
E entre gemidos quase animalescos gozamos com sofreguidão. Regis era insaciável e mestre em tratar um macho numa foda. Caiu sobre mim aos beijos com uma expressão de felicidade que me fascinou. Ocorre que apesar do gozo intenso meu pau continuava duro como aço e não parava de pulsar na sua bucetinha alagada de porra.
-Eu quero mais, disse eu ofegante. Você destampou um vulcão de desejo dentro de mim!
-Sei o que você quer, meu homem gostoso ??. Amo um macho puto e faminto como você está agora. Você quer foder meu CUzinho, né! Disse isso, saiu de cima de mim e se posicionou de quatro. -Vem macho tarado, me fode do jeito que você gosta!
Quase insano de tesão com aquilo tudo, com meu pau já melado com a baba ainda abundante da sua buceta e algumas gotas de porra que ainda pingavam pela cabecinha rosada, apontei meu caralho na portinha do seu CUzinho que piscava, segurei firme com.as duas mãos na sua cintura e enterrei tudo de uma vez só; Regis soltou um gemido forte, um grito mesmo, e mergulhou o rosto no travesseiro; como um animal no cio meti sem dó naquele cu apertado e acolhedor; ele parecia moldado para receber meus 17cm que latejajam com as veias saltadas; fodi seu cu por uns vinte minutos sem parar a ouvir seus gemidos de prazer; ele se contorcia todo e pedia mais e mais bombadas; daí forcei pra,que ele fosse se deitando devagar no que acompanhei soltando meu corpo dobre o seu, sem permitir que meu pau saísse de dentro dele; enfiei meus braços sob seu tórax até minhas mãos encontrarem seu peitinhos, pequeninos e durinhos, que passei a massagear enquanto bombava com intensidade no seu CUzinho; mais quase meia hora ficamos fodendo assim de "papai e mamãe" até que senti o pré gozo.
-Vou gozar no seu cu e deixar muito leite quente e cremoso nele, vamos gozar juntos? propus.
Regis então iniciou uma masturbação intensa no seu clitóris, apertou forte meu pau com seu cu e juntos... gooooozzzzaaaaaammoooossss como dois animais no cio.
Meu cacete foi ficando flácido até sair do seu cu e eu cai do lado em estado de êxtase; meu parceiro veio com parte do seu corpo todo lambuzado com meu gozo, na buceta e no cu e repousou sobre o meu; aí ficamos em interminaveis trocas de carícias até os raios de sol se apagarem no horizonte e dar lugar à luz do luar que se prenunciava.