PARTE II O relógio marcava exatas 16 horas e o embaixador habituado a protocolos diplomáticos já estava a postos defronte a sede administrativa do zoológico no aguardo da chegada do tratador Victor. Com um largo sorriso no rosto ele vislumbrou adentrando a pracinha a figura atlética e bronzeada do tratador que vinha a passadas largas em sua direção. Victor logo o viu ao longe e acenou; trocaram um cumprimento formal e entraram no prédio onde no final da manhã haviam experimentado as primeiras delicias. O tratador se adiantou e fez algumas considerações acerca do acontecido na hora do almoço e ressaltou: -Nunca tive nada, nenhuma experiência com homem antes de hoje contigo; tenho namorada, moramos juntos há 2 anos e temos planos de comprar apartamento e nos casar ainda este ano. O embaixador, experiente em tratar casos complexos e delicados, o tranquilizou dizendo que estava na cidade de férias e que em dez dias partiria daí e logo a seguir deixaria o país; desejava apenas usufruir da sua companhia, de seus dotes, lhe proporcionar descobertas prazerosas que jamais iriam interferir (isso era o que pensava o diplomata) na sua relação com a namorada. Dito isso deu um abraço carinhoso em Victor, com uma das mãos afagou seu cabelos longos, acariciou sua nuca e colou seus lábios aos do tratador, enquanto a outra mão buscava o volume entre as pernas do parceiro; este era um ser humano, não um homem de gelo, e no auge da testosterona aos 28 anos seu corpo reagiu e seu pau cresceu ao toque da mão do embaixador; com volúpia retribuiu o beijo introduzindo sua língua ávida na boca dele e trocaram saliva que exalava desejo. Victor, com dificuldade se desvencilhou do abraço, olhou profundamente nos olhos de seu sedutor e com respiração ofegante disse: -Aqui não é o melhor lugar; meu AP fica aqui perto e minha namorada está no plantão da tarde na academia até as 22horas; vamos pra minha casa agora e lá teremos mais conforto e tempo suficiente para... sei lá... o que rolar. O diplomata concordou sorridente e no seu carro foram até onde morava Victor; era um apartamento pequeno, modesto mas muito bem cuidado, singelo nas peças e decoração e nessa simplicidade lembrou-lhe a casa dos empregados lá na fazenda dos avós, que na sua infância, adolescência muito frequentava e até fazia refeições com eles e foi onde aprendeu, com José o peão domador de cavalos, a desvendar sua sexualidade e com quem perdeu sua virgindade, no pau e na boca quando fizeram um primeiro, delicioso e inesquecível 69 e depois lhe entregou seu cabaço no CUzinho, outra experiência inesquecível ao receber os 16cm e seus jatos de quentes de leite cremoso. Absorto nessas lembranças voltou à realidade quando viu Victor retornar do quarto apenas de short e o orientou para que também ficasse à vontade; o corpo do tratador era algo deslumbrante; porte atlético, pele bronzeada, coxas e braços fortes e bem torneados, tórax tanquinho com poucos e ralos pelos e um volume que já se apresentava sob seu short a demonstrar tesão. Victor chegou, colocou as duas mãos nos ombros do embaixador e o fez se ajoelhar, baixou o short sem cueca por baixo e mal seu pau saltou na cara do parceiro o meteu inteiro na sua boca; segurou firme a cabeça dele pela nuca e fodia sem dó sua boca, enterrando o pau até a garganta; o embaixador não se fazia de rogado e mamava faminto e com destreza tal que em menos de 10 minutos Virtor começou a gemer e soltou potentes e fartos jatos de porra que, por mais que seu bezerrinho tentasse, não conseguiu engolir tudo; num movimento firme, o fez levantar e o colocou de quatro ali mesmo no pequeno e simples sofá; com sua porra ainda a escorrer do cacete mais a baba do mamador, pincelou seu cu, apontou o cacete na portinha, segurou firme com as duas mãos sua cintura e meteu o cacete de 18cm numa só fez arrancando um gemido, quase grito do embaixador. -Afffff garoto, vai com calma, estou aqui todo seu e minha bunda é para seu deleite, fode meu CUzinho com prazer e sem pressa, disse no seu modo manso e diplomático o embaixador. Victor fez ouvidos moucos aos apelos e começou a bombar com vigor; puxava seu cacete até a metade e metia com força de novo; tirava seu pau inteiro, apontava a cabecinha no anel já dilatado e enterrava inteiro de uma vez só; e assim fez por cerca de 20 minutos; usando sua força física, juntou no colo o embaixador sem tirar o pau de dentro do seu cu, sentou-se no sofá e fez com que seu parceiro virasse de frente pra ele; deu-lhe um beijo devorador e ordenou: -Cavalga na minha pika, fode meu pau com seu cu guloso, mostra o quanto é bom ser fodido por um macho de verdade. Embaixador adorava ser conduzido assim, estava habituado a ser submisso, pela profissão e pelo desejo por outro homem; cavalgou com tanto vigor que, sem tocar no próprio pau gozou muito; seus jatos atingiram o queicho, peito e barriga de Victor que ao sentir o calor da porra quente no seu corpo sentiu seu tesão subir a mil; levantou-se novamente com o embaixador no colo e o colocou de frango assado deitado no sofá, sem tirar seu cacete do cu dele; curvou seu corpo pra frente, fez o embaixador lamber seu queicho e tirar as gotas de porra que permaneciam no seu rosto e o beijou e, pela primeira vez na vida provou o sabor do nectar do gozo de outro macho, fruto da gozada de seu parceiro quando cavalgava; Victor já provara da sua própria porra quando gozou na boca de sua noiva durante um 69 com ela e os dois se beijaram após o orgasmo; experimentar o sabor do gozo de outro macho fez o tratador virar um vulcão de tesão; o beijou mais demoradamente saboreando a sua saliva com sabor de porra, chupou seu mamilos onde também recolheu gotas do nectar e passou a meter com ainda mais vigor até que, dando urros parecidos com o do leão que alimentara de manhã, gozou jatos e mais jatos de porra inundando o cu do embaixador que se deliciava com o ímpeto viril, quase animal de Victor; no pensar do experiente embaixador, seu parceiro precisava provar pra si mesmo que era macho, que era hétero, que fodia com homem mas não era "viado". Exausto pelas duas gozadas seguidas além da outra na mamada de manhã, já era a terceira vez que gozava no dia; se levantou com as pernas meio bambas e convidou o embaixador para um banho reparador juntos. Os raios de sol ainda iluminavam o ambiente e a noite tardaria tempo suficiente para mais uma sessão de sexo intenso.
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