Magno estava sentado na poltrona principal, dominando o espaço com a postura de um verdadeiro alfa. Ele exibia um físico monumental: os braços eram imensos, cortados por veias calibrosas, e a camisa de botão entreaberta revelava um peitoral robusto e os gomos de um abdômen perfeitamente trincado, emoldurado por um cavanhaque escuro e bem desenhado que lhe conferia um ar de autoridade absoluta. Ele não desviava os olhos de mim. Toda vez que eu passava pela sala, o olhar pesado de Magno rastreava os meus movimentos, descendo da minha boca para o volume que começava a se desenhar no meu short de moletom cinza. Beto, num movimento calculado ao se levantar para pegar mais uma bermuda de gelo, roçou a mão espessa e quente na minha coxa, deixando um rastro de arrepiou que fez meu coração saltar na garganta.
— "Segura o ímpeto, Magno... disfarça que o Edson acabou de mandar mensagem avisando que o táxi já está virando a esquina", sussurrou Beto, ajeitando a própria calça às pressas para camuflar o volume nítido que já se armava entre suas pernas diante das provocações silenciosas.
Quando a porta finalmente se abriu, a energia da sala foi completamente engolida pela chegada de Edson. Meu padrasto entrou arrastando a mala de rodinhas, com o semblante exausto da viagem, mas exalando a imponência rústica de um touro. Por causa do mormaço sufocante da capital paulista, a primeira coisa que ele fez foi arrancar a camisa polo. O impacto visual me fez engolir em seco: ele mantinha um físico impressionante para a idade, com braços massivos e um abdômen incrivelmente rasgado e definido, contrastando com o cavanhaque grisalho que impunha respeito. Ele cumprimentou Magno e Beto com tapinhas violentos nas costas e me envolveu num abraço apertado de padrasto, sem ter a menor pista do incêndio que consumia os meus pensamentos.
A cerveja começou a rodar sem trégua. Uma, duas, três garrafas foram esvaziadas enquanto os três coroas conversavam sobre a estrada e o trabalho. O cheiro forte de suor de homem e testosterona começou a impregnar o ambiente abafado. Mas Edson, com sua malandragem típica de carioca experiente, não demorou a pescar que havia algo diferente no ar. Ele começou a notar os olhares enviesados, pesados e carregados de segundas intenções que Magno e Beto lançavam na minha direção toda vez que eu me levantava. Mais do que isso, Edson percebeu o meu nervosismo latente, o jeito como minhas bochechas coravam e, principalmente, a rigidez nítida que o meu short de moletom não conseguia mais ocultar.
Encostando o corpo musculoso no encosto do sofá e dando um gole demorado direto no gargalo da cerveja, Edson semifechou os olhos e soltou um sorriso de canto, carregado de pura malícia:
— "Tem alguma coisa muito errada nessa sala... ou muito certa", a voz grave do meu padrasto ecoou, fazendo meu corpo inteiro travar. — "Vocês dois não param de secar o meu enteado... e você, Vitor, parece que vai rasgar esse moletom a qualquer momento. Que porra de putaria é essa que vocês estavam armando antes de eu cruzar essa porta?"
Magno soltou uma gargalhada grossa, inclinando o tronco robusto para a frente e apoiando os cotovelos nos joelhos, destacando os músculos travados das suas costas largas:
— "A verdade, Edson, é que o teu guri é um pedaço de mau caminho. Ele passou a tarde inteira rebolando com os olhos para cima da gente. A gente estava só esperando você chegar para ver se o dono da casa vai querer tudo só para ele ou se vai dividir o brinquedo com os agora parceiros."
O impacto daquela declaração direta fez meu sangue ferver. Ver o meu padrasto encarar a minha ereção com as pupilas totalmente dilatadas destruiu qualquer barreira moral.
Edson se levantou devagar, deixando de lado qualquer postura de tutor. O instinto de safadeza tomou conta da sua expressão. Ele caminhou a passos firmes até mim, parou a centímetros do meu corpo e segurou o meu queixo com os dedos grossos, obrigando-me a encarar seu olhar firme:
— "Quer dizer que você gosta de homem, Vitor? E estava escondendo essa carência para se rebelar logo com os meus melhores amigos?"
— "Eu... eu nunca fiz isso antes com você olhando, Edson... mas ver vocês três me encarando desse jeito está me deixando completamente louco", confessei com a voz trêmula, o pau latejando tanto que uma gota de pré-gozo já manchava o tecido cinza.
O olhar de Edson brilhou com um sadismo excitado. Ele olhou para Magno, reconhecendo instantaneamente a autoridade do amigo na roda, e percebeu que a hierarquia ali já estava definida. Magno era o alfa, o macho que comandaria a noite.
— "Então se ajoelha aí, moleque. Vamos ver se você tem gogó para aguentar o que está por vir."
O clímax explodiu e a fudelância começou sem qualquer barreira. Eu me joguei de joelhos no tapete da sala, arrancando o short e revelando o meu pau latejante. Mas os três não me deram tempo para respirar. Num movimento coordenado, Magno, Beto e Edson se posicionaram bem na minha frente, formando um paredão de carne, pelos e músculos. Três cacetes imensos e rígidos saltaram para fora das calças, apontando direto para o meu rosto.
O caralho do Magno era o mais grosso, uma tora escura e intimidadora; o do Beto era longo e cabeçudo; e o do Edson era uma pica massiva, veada e pesada. Tomado por um transe de puro tesão, eu abri a boca o máximo que pude. Segurei a base do pau do Magno e do Edson com as duas mãos, juntando os dois membros colados e enfiei ambos na minha boca ao mesmo tempo. A largura dos dois cacetes juntos quase rasgou os cantos dos meus lábios, mas eu forcei, engolindo as duas cabeças enquanto o Beto vinha por cima, esfregando a pica dele na minha testa, no meu nariz e forçando a uretra babada contra as minhas bochechas. Eu gemia abafado, com a garganta completamente entalada por aquela massa de carne quente, sentindo o cheiro forte de virilha, suor e testosterona inundar minhas narinas.
Magno, sentindo a minha boca apertar a sua tora, segurou os meus cabelos com força e começou a ditar o ritmo, empurrando o quadril para a frente.
— "Olha isso, Edson... o teu enteado é uma verdadeira putinha de estrada. Olha como ele engole duas caralhas de uma vez só", o coroa rosnou, o abdômen trincado se contraindo violentamente.
Edson, ouvindo os elogios ao meu desempenho e completamente dominado pelo álcool e pelo tesão de ver o amigo comandar a cena, sentiu o seu próprio caralho pulsar na minha boca. Magno, querendo testar a submissão do meu padrasto, puxou o quadril para trás, liberando a minha boca por um segundo, e ordenou com a voz grossa:
— "Edson, deita aqui no chão. Quero ver você pagando boquete para mim enquanto o teu guri assiste."
Sem hesitar, o homem durão do Rio de Janeiro desmoronou diante do alfa. Edson se jogou de joelhos no tapete, ao meu lado, e abriu a boca, abocanhando o caralho grosso do Magno até o talo. Eu olhava para o lado e via o meu padrasto, aquele homem musculoso de cavanhaque grisalho, engasgando na pica do amigo, os gomos do seu abdômen se movendo ritmicamente a cada engolida. Aproveitando a deixa, Beto se posicionou na minha frente e eu abocanhei o seu pau longo, sugando com força, enquanto usava as mãos para bater uma punheta rápida no meu próprio membro e no do Edson, que se esfregavam com o suor da nossa proximidade.
O nível de depravação na sala estava no ápice. Era hora do revezamento brutal, onde cada um deles teria a sua vez de destruir o meu rabo. Magno me puxou pelos quadris, me deixando de quatro no tapete, com a bunda empinada bem no alto. Ele abriu o pote de lubrificante, besuntou o próprio caralho e a minha entrada, e foi o primeiro a atacar. Sem aviso, o alfa socou a tora escura até o fundo de uma vez só. Soltei um grito violento que ecoou pelas paredes enquanto Magno começava a bombear sem piedade, aplicando estocadas rápidas e secas. O barulho de carne batendo com força contra a minha bunda ditava o ritmo da sala. Edson assistia a tudo de joelhos, vendo o rabo do seu enteado ser alargado pelo amigo, o pau dele latejando tanto de tesão que babava no tapete.
Depois de me esfolar com dezenas de estocadas brutais, Magno segurou o meu quadril com força, dando uma última pressão no fundo da minha próstata, e puxou o caralho para fora com um estalo úmido. Eu mal tive tempo de respirar e Beto já se posicionou. A rola dele era mais longa e cabeçuda. Beto segurou a minha cintura com as mãos calejadas e deslizou o caralho para dentro de mim, preenchendo o canal que o Magno já havia deixado quente. O ritmo do Beto era diferente, mais cadenciado, porém muito mais profundo. Ele entrava inteiro e puxava até a cabeça, para depois socar com força, fazendo meu corpo inteiro ir para a frente a cada estocada. Eu enfiava a cara no tapete para abafar os gemidos, sentindo a tora do Beto raspar nas minhas paredes internas.
Edson não aguentou apenas assistir àquela destruição. Ele queria o seu batismo.
— "Sai daí, Beto! Deixa eu arrancar o couro desse putinho!", o meu padrasto urrou, completamente transformado pelo tesão.
Beto puxou a pica molhada para fora, e Edson assumiu o controle. O meu padrasto se ajoelhou atrás de mim. Ver aquele homem naquela posição, com o abdômen trincado suado e o caralho gigante, veado e pesado apontado para a minha bunda, fez meu pau chorar pré-gozo. Edson segurou a minha bunda com as duas mãos, abrindo bem as minhas nádegas, e enterrou o caralho gigante. O impacto da pica do meu padrasto me fez arquear as costas; era uma pressão maciça que preenchia cada espaço de mim. Edson começou a socar com ódio e tesão, misturando a autoridade de padrasto com a canalhice de um macho no cio. Ele gemia grosso no meu ouvido:
— "Gosta do pau do teu padrasto no teu rabo, Vitor? Olha o que eu estou fazendo com você, sua putinha!"
Enquanto Edson me enrabava com violência, Beto e Magno decidiram levar a humilhação ao limite máximo. Beto se aproximou pela lateral, com o caralho babado de lubrificante natural. Ele começou a forçar a cabeça do seu próprio pau para entrar junto com o caralho do Edson no meu buraquinho. Sentindo a tentativa de dupla penetração, o meu cu travou em pânico. O espaço era pequeno demais para aqueles dois monstros de carne. Vendo que a rola não entraria de imediato sem rasgar tudo, Beto mudou de tática para alargar a entrada: ele enfiou um dedo grosso e calejado, depois dois, e tentou enfiar o terceiro dedo enquanto o caralho gigante do Edson continuava socando lá dentro.
A dor daquela tentativa de arrombamento triplo foi quase insuportável; eu sentia os dedos do Beto esticarem a minha pele ao limite enquanto a pica do Edson esmagava tudo por dentro. Para me calar, Magno se ajoelhou na minha frente e enfiou o seu caralho grosso na minha boca até o talo, bloqueando os meus gritos. Eu estava totalmente encurralado: o rabo sendo estraçalhado pelo caralho do Edson e pelos dedos brutais do Beto que forçavam a entrada, e a boca sendo entalada pela tora do alfa.
O som na sala era uma sinfonia de pura safadeza: o tapa-tapa da carne da bunda, os engasgos da minha garganta e os grunhidos animais dos três homens. Meu pau, sem que ninguém tocasse nele, estava tão rígido que parecia que a pele ia se romper, acumulando uma pressão insana.
— "Não aguento mais, vou descarregar tudo nesse cu de leite!", berrou Magno, tirando o pau da minha boca e se preparando. Edson deu as últimas estocadas brutas no meu fundo, e Beto puxou os dedos, apontando o caralho duro junto com o do Magno para a minha cara.
Edson deu um urro de touro e explodiu dentro de mim. Senti os jatos massivos, volumosos e fervendo do meu padrasto inundarem as minhas entranhas. Ele puxou a pica para fora com um estalo oco e úmido, e o sêmen começou a espumar e transbordar pelo meu buraquinho arrombado, escorrendo pelas minhas coxas.
No mesmo segundo, Magno e Beto seguraram as próprias picas com força e começaram a golpear o meu rosto de forma alternada. Jatos espessos, cremosos de porra cruzaram o ar em todas as direções, cobrindo os meus olhos, minhas bochechas e escorrendo pelo meu pescoço, misturando-se ao meu suor.
A visão daquela avalanche de leite de homem na minha cara, combinada com o rabo completamente anestesiado pela porra do meu padrasto, quebrou a minha última resistência. Sem nenhum toque físico, o meu pau disparou sozinho em jatos que voaram alto direto no peitoral largo e no abdômen trincado de Edson, sujando com minha porra.
Os três coroas desabaram no tapete ao meu lado, os corpos robustos e suados colados uns aos outros, ofegantes. Edson, com o peito coberto pelo meu gozo e o cavanhaque grisalho sujo de saliva, olhou para Magno e Beto com profundo respeito e depois olhou para mim com um sorriso de completa cumplicidade.
— "Puta que pariu, rapaziada...", arfou o meu padrasto, tentando recuperar o fôlego. — "Vocês acabaram com o garoto... Mas fiquem sabendo que no mês que vem eu volto do Rio. E a gente vai fazer tudo de novo."


