Meu tio me comeu na escada!

A família toda reunida no restaurante pra comemorar o aniversário do primo. Risadas altas, pratos cheios, cerveja gelada correndo solta. Eu, com meus 22 aninhos, corpo bem torneado de tanto malhar, bundinha arrebitada que chamava atenção, peitos firmes e uma carinha de safada que não negava fogo. Meu tio mais novo, 31 anos, casado, professor de academia e caratê, tinha um corpo escultural — músculos definidos, braços fortes, abdômen tanquinho. A gente trocava olhares o tempo todo durante o jantar. Olhares que queimavam. Ele me encarava descarado, descendo os olhos pros meus peitos marcando o vestido leve, depois pra bunda quando eu me levantava. Eu retribuía com sorrisos e uma piscadinha de vez em quando.
Quando chegou a hora de ir embora, como eu morava pertinho e tinha ido a pé, ele se ofereceu pra me acompanhar.
- Vou levar minha sobrinha mais velha pra casa. Não quero que ande sozinha a essa hora.
A família achou normal. A gente saiu caminhando devagar pelas ruas escuras de Brasília, o ar ainda quente da noite. No caminho ele começou o papo:
- E aí, garota? Tá namorando firme ou só aproveitando a vida?
- Tô aproveitando muito, tio. Saindo, conhecendo gente nova, curtindo sem compromisso.
Dei uma piscadinha safada pra ele. Ele sorriu, baixou a cabeça, mas o volume na calça dele já começava a aparecer.
Chegamos na porta de casa. A avó já devia estar dormindo, e o casal de tios que passava a noite lá também.
- Tá tudo bem? Quer que eu suba com você? — ele perguntou, voz rouca.
- Tá sim, só subir as escadas. Mas... se quiser conversar um pouquinho na escadaria, tudo bem.
Ele olhou pro relógio.
- Não vai dar problema com sua tia?
- Ela deve estar dormindo. E você? Problema com a mulher?
- Não... tô cuidando da sobrinha mais velha. Ela merece atenção especial.
Dei um sorrisinho safado e baixei a cabeça. Subimos a escadaria do prédio, paramos no patamar escuro entre os andares. A luz era fraca, só um refletor amarelo distante. Ele continuou o papo:
- Você deve ter um monte de macho atrás de você. Tá muito gostosa, com essa bunda bem arrebitada. Deve deixar os caras loucos.
- E você, tio? Ficaria louco também?
A resposta veio sem palavra. Ele me puxou pela cintura com força, colou o corpo no meu e enfiou a língua quente na minha boca. Beijo guloso, desesperado, mãos apertando minha cintura. Meu corpo inteiro arrepiou. A calcinha ficou encharcada na hora.
- Mmmmm... tio... — gemi baixinho contra a boca dele.
Ele me beijava com fome, língua explorando tudo, enquanto as mãos subiam pros meus peitinhos. Apertava por cima do vestido, beliscava os bicos que já estavam duros feito pedra.
- Caralho, minha sobrinha tá uma delícia... esses peitos são perfeitos.
Tirou a alça do vestido, baixou o tecido e encheu as mãos grandes com meus peitos. Chupou um mamilo com força, sugando, mordiscando, lambendo o outro. Eu gemia gostoso, mas controlei o volume porque a avó e os tios podiam acordar.
- Aaaahhh... tio... chupa mais... que delícia...
Ele se esfregava em mim, pau duro marcando a calça contra minha coxa. Segurava minha bunda, apertava as bandas, puxava meu corpo contra o dele pra eu sentir o tamanho daquela pica latejando.
- Sente como você me deixa, garota? Essa pica tá louca pra te comer.
Abriu minha calça jeans apertadinha. Fiz um charminho:
- Tio... não... aqui não...
Mas era fingimento puro. Eu queria aquilo mais que tudo. Ele enfiou a mão grossa dentro da calcinha. Dedos deslizando na buceta molhada, procurando o grelinho inchado.
- Porra... você tá encharcada... escuta o barulhinho do seu mel.
Fazia barulho molhado enquanto ele esfregava o clitóris. Com a outra mão, me fez pegar no pau dele por cima da calça. Eu apertei, senti o volume grosso, quente. Ele gemeu rouco, pernas bambeando.
- Aaaahhh... isso... aperta a pica do tio...
Eu lambia o pescoço dele, chupava a orelha, mordia de leve a nuca. Ele tremia inteiro. Finalmente achou meu grelinho e começou a circular rápido.
- Que bucetinha tesuda... nunca vi uma mulher tão molhada. Tá pingando pra mim, sobrinha.
Arrancou minha calça e calcinha de uma vez, me deitou nos degraus frios da escada. Arregaçou minhas pernas bem abertas. Meu grelinho inchado, brilhando de tesão, pedia atenção.
- Olha essa xana linda... toda melada pra o tio.
Baixou a cabeça e mamou feito louco. Língua larga lambendo da buceta pro cu, sugando o grelinho, enfiando a língua fundo na minha xaninha apertada. Bebia todo meu mel, fazia barulho obsceno de sucção.
- Aaaaiiiii... tio... come minha buceta... chupa o grelinho... aaaahhhh...
Gozei forte na boca dele, pernas tremendo, mão tapando a boca pra não gritar alto demais. Ele bebeu tudo, lambeu os lábios.
Me levantou, virou de quatro nos degraus. Arregaçou minha bundinha, enfiou a cara no rabinho.
- Que cuzinho apertadinho... todo melado da sua bucetinha.
Língua girando no anelzinho, penetrando devagar. Eu rebolava contra a cara dele.
- Aaaahhh... que tesão... lambe meu cu, tio... nunca senti isso...
Ele gemia contra minha pele.
- Meu pau vai explodir... tá doendo de tanto tesão.
- Então explode dentro do meu cuzinho... quero tudo.
Não precisou repetir. Ele abriu a calça, tirou aquela pica enorme, grossa, veias saltadas. Passou a mão na minha buceta, pegou melzinho e espalhou na cabeça rosada.
De costas, senti a glande enorme batendo na porta do meu cu.
- Mete tudo, tio! Arromba minha bundinha!
Ele segurou meus quadris e empurrou. Uaaauuuu!!! A dor inicial misturada com prazer insano. Em uma estocada firme ele enterrou tudo, bolas batendo na minha buceta molhada.
- Aaaahhhhh porra... que cu guloso... tá apertando minha pica toda...
Começou a meter feito louco. Socadas fortes, ritmadas, pele batendo alto na escada escura. Segurava meus peitos por trás, beliscava os bicos enquanto bombava meu rabinho.
- Mais forte... fode meu cu... rasga essa bundinha... aaaaiiiii...
Eu pedia sem parar, voz rouca de tesão. Gozei com o pau dele enterrado no cu, xana pulsando, mel escorrendo pelas coxas. Ele acelerou, estocadas fundas.
- Tô gozando... toma toda a porra do tio...
Uma estocada violenta e ele explodiu. Jatos quentes enchendo meu cuzinho. A porra escorria, pingando na buceta e no degrau enquanto ele ainda metia devagar, prolongando o prazer.
- Que delícia... olha a porra escorrendo do seu cu arrombado...
A gente ficou ali uns minutos, ofegantes, suados. Nos vestimos rápido, trocamos mais uns beijos e sarrinhos, mão bobando na pica dele de novo, dedos na minha buceta.
Ele foi embora. Eu subi pra casa com o cuzinho arrombado, latejando, porra ainda escorrendo. Nem liguei. Fui dormir com um sorriso safado. Antes de apagar, ainda enfiei a mão na calcinha e bati uma siririca pensando nele, lembrando cada estocada, gemendo baixinho o nome dele até gozar de novo.
Depois daquela noite, a gente criou oportunidades. Olhares cúmplices em churrascos da família, mensagens escondidas, encontros rápidos na academia dele quando a tia viajava. Uma vez ele me comeu no vestiário vazio depois do treino, me fodeu de pé contra o armário, mão na boca pra eu não gritar enquanto socava minha buceta e depois o cu. Outra vez no carro dele, estacionado num lugar escuro, eu cavalgando aquela pica grossa até ele encher minha xana de leitinho quente.
Cada encontro era mais intenso. Ele adorava me chamar de sobrinha safada enquanto me arrombava. Eu pedia pra ele me tratar como putinha particular. Gemíamos juntos, suávamos, trocávamos fluidos sem vergonha. A família nunca desconfiou. Pra eles, era só o tio carinhoso cuidando da sobrinha mais velha.
Foi o começo de muitas histórias gostosas. E tem mais pra contar, se quiser...

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu tio me comeu na escada!

Codigo do conto:
267555

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
18/07/2026

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