Amor em família!

Meu nome é Lisa, 33 anos, morena, 1,70m, 68kg, com cabelos crespos caindo abaixo dos ombros, seios grandes, bumbum e quadril generosos, uma cinturinha com uns pneusinhos gostosos que os caras adoram apertar. Sou divorciada e moro com minha mãe, a Marlene, 49 anos, viúva, uma gata inteirona: cabelo castanho claro até o meio das costas, olhos verdes, pele branquinha cheia de sardas, seios e bumbum médios mas durinhos de tanto malhar. E tem minha filha, a Julia, 18 anos agora, que puxou a gente: parecida comigo mas ainda mais gatinha, seios médios, quadril e bumbum grandes, um tesão de menina.
Nós três sempre fomos bem abertas. Puxamos meu pai, que era um safado. Depois do divórcio, eu não quis nada sério com homem, mas sexo? Ah, disso eu não abro mão. Ficava com casados, mais velhos, mais novos, em motéis, banheiros de restaurante, praças, escadas de prédio, até dentro de ônibus lotado. Qualquer lugar servia pra dar uma boa foda.
Até que conheci o Marcos, 43 anos, divorciado, um gato alto, forte, pau grosso e tarado do jeito que eu gosto. No começo, não levei ele pra casa. A gente transava na casa dele, motéis, e lugares loucos pela cidade. Moramos no Rio, e o tesão rolava solto.
Minha mãe, que trabalha no centro e pega ônibus sempre lotado, vivia contando as safadezas que aconteciam. Um cara em especial mexia com ela: roçava a piroca dura na bunda dela, no ombro, na coxa. Um dia sentou do lado e tirou o pau pra fora, cobrindo com uma pastinha, se exibindo. Minha mãe ficou molhadinha, olhos vidrados naquela rola, mas não teve coragem de pegar.
- Meninas, o pau dele era grosso, venoso, cabeça rosada brilhando... fiquei com a buceta pingando o dia todo – ela contava, rindo safada.
Eu e a Julia delirávamos ouvindo. As três ficávamos molhadinhas, tocando a bucetinha escondido enquanto ela narrava.
O tempo passou e minha mãe não aguentou mais. Quando o cara ia descer, ela enfiou o celular no bolso dele. Ele ligou depois, marcaram motel. Transaram feito dois adolescentes loucos, sem nem perguntar nome, idade, nada. Só foderam. Depois ele devolveu o celular e cada um pro seu lado.
Com o Marcos, as coisas foram crescendo. Decidi levar ele pra casa num almoço de domingo. Fiz surpresa pra mãe e filha. Cheguei cedo, fui pra cozinha preparar uma lasanha caprichada. A campainha tocou. Minha mãe foi atender e demorou. Fui ver o que era.
Na sala, o choque: minha mãe aos beijos desesperados com um homem, mãos dele apertando a bunda dela. Ela já abria a calça dele, tirava aquela piroca grossa pra fora e se ajoelhava, mamando com fome.
- Que delícia essa rola... – ela gemia entre chupadas.
Só então vi o rosto. Era o Marcos! Meu namorado!
- Mãe! Que porra é essa?! – gritei, sangue gelando.
Ela virou assustada, boca brilhando de saliva.
- Esse é o meu gato do ônibus, filha! O tarado que roçava a piroca em mim todo dia!
- Mãe, esse é o meu namorado! O Marcos!
Ele ficou ali, pau duro latejando na mão, se masturbando devagar, olhando pra nós duas com cara de puto safado.
- Calma, queridas. Não precisam brigar. Tem caralho pra todas.
Nesse momento a Julia, que ouviu a confusão, apareceu na porta do quarto só de calcinha fina, dedos já dentro da bucetinha, se tocando.
- Pras duas não, pras três! – ela disse, voz manhosa, olhos brilhando de tesão.
Minha mãe, a mais safada, nem hesitou. Voltou a mamar aquela piroca com vontade, engolindo fundo, babando, fazendo barulho molhado.
- Hummm... que rola gostosa... vem, filhas... não fiquem só olhando.
O tesão foi maior que o susto. Tirei a roupa rápido, a Julia também. Marcos nos olhava faminto.
- Porra, que família gostosa... venham aqui.
Ele nos devorou ali na sala mesmo. Beijava uma enquanto metia dedos na buceta da outra. Chupou meus seios grandes, mordendo os mamilos, depois os da Julia, depois os durinhos da minha mãe. A gente gemia sem vergonha.
- Aiiiiii, Marcos... chupa mais forte... – eu pedia.
- Que delícia, ele sabe mamar buceta – a Julia gemeu quando ele abriu as pernas dela e enfiou a língua no grelinho.
Minha mãe ofereceu o cuzinho primeiro, a mais tarada de todas.
- Vem, come meu cu, gato. Tá louco pra furar esse furinho, né?
Marcos posicionou a piroca grossa, cuspiu, e empurrou devagar. Ela gritou de prazer.
- Aaaaiiii... vai devagar... tá abrindo meu cu... que rola grossa, caralho!
Ele metia fundo no cuzinho dela, estocadas ritmadas. Enquanto isso, chupava a bucetinha da Julia, língua rodando no grelinho, e enfiava dois dedos na minha xoxota melada e um no meu cu.
- Uhhh... tá me fodendo todinha... – eu gemia, rebolando nos dedos dele.
A Julia se contorcia:
- Aiiiii, avó... olha ele comendo seu cu... que safadeza... tô gozando na boca dele... aaaahhh!
O dia todo foi uma suruba louca. A gente revezava de todas as formas. Ele metia na minha buceta enquanto eu chupava os peitos da Julia. Depois a Julia sentava na rola dele, quicando gostoso, bundão subindo e descendo.
- Monta nessa pica, menina! Rebola essa bundinha grande! – ele mandava, dando tapas.
- Tô montando, tio... ai, tá batendo fundo... que delícia... mais forte!
Minha mãe se ajoelhava atrás, chupando as bolas dele e lambendo o cuzinho da neta. Gemidos enchiam a casa:
- Porra... que família tarada... tô fodendo avó, mãe e filha... aaaahh!
Ele não cansava. Gozou a primeira vez dentro da minha buceta, enchendo tudo de porra quente.
- Tô gozando, Lisa! Toma meu leite!
Depois na bucetinha da Julia, que gemia desesperada:
- Enche minha xoxota, Marcos... ai, tá jorrando tudo... que quente!
A terceira foi no cuzinho da minha mãe, que pedia mais fundo:
- Me enche o cu, amor... goza lá dentro... aaaaiiii, tô sentindo pulsar!
A última, nós três ajoelhadas na frente dele, bocas abertas, línguas pra fora.
- Goza na gente, safado! – pedimos juntas.
Ele jorrou forte, pintando nossas caras, bocas, seios. A gente lambia tudo, se beijando, trocando porra.
- Hummm... leite gostoso... – minha mãe dizia, engolindo.
Depois desse dia, decidimos morar os quatro juntos. Já são quatro anos. Ele é o sultão, e nós o harém familiar. Transamos sempre as três com ele, em todas as combinações. Ele come nossas bucetas, cuzinhos (menos o da Julia ainda, que guarda pra ocasião especial), mama peitos, chupa grelinhos. A gente adora lamber a piroca dele juntas, uma no pau, outra nas bolas, a terceira no cu.
Pegamos gosto por surubas, swing, ménage. Estamos curiosas com sexo bi também, entre nós e com ele assistindo. Quem quiser entrar nessa putaria, manda mensagem.
A vida nunca foi tão gostosa. Três gerações de bucetas molhadas pro mesmo caralho tarado. E o tesão só aumenta.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Amor em família!

Codigo do conto:
267523

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
17/07/2026

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