Era uma viagem que mudou tudo. Eu, com meus 18 anos, negro, 1,70m de puro tesão acumulado, corpo atlético de quem malha pra valer, morando ainda com meus pais no Paraná. Minha mãe, aos 37 anos, era uma loira de tirar o fôlego: 1,77m, olhos verdes penetrantes, peitos enormes que balançavam gostosos mesmo por baixo da roupa, coxas grossas e roliças, e uma bunda branquinha, empinada e maravilhosa que fazia qualquer um babar. Meu pai, um negão de 40 anos e 1,85m, tinha sorte pra caralho de ter casado com ela – família rica dela, fazendas enormes no Tocantins, e ele de origem humilde. Eu sempre fui leitor voraz de contos eróticos. Aquilo despertou em mim um fogo que eu nunca imaginei sentir pela minha própria mãe. Depois de ler tantas histórias de incesto, comecei a notar o corpo dela de outro jeito: o jeito que ela andava, o cheiro do perfume misturado com suor, aqueles peitões e a buceta que eu fantasiava peluda e quente. Meu pai já estava há três semanas na fazenda e pediu pra eu levar minha mãe até lá. Saímos de manhã cedo no Omega pra evitar o trânsito pesado. Eu nunca tinha dirigido sozinho de verdade, só de carona com ele. Tudo ia bem até Goiás, quando errei feio num trevo. Peguei uma estrada errada, deserta, só com fazendas ao longe. O asfalto virou chão batido e, do nada, começou a chover forte pra porra. - Porra, filho, você pegou a estrada errada! Olha só isso! – minha mãe reclamava, nervosa, os olhos verdes apertados de preocupação. Tentei voltar, mas o carro atolou feio na lama. Desci na chuva torrencial, todo molhado, tentando colocar pedras debaixo dos pneus. Nada. Voltei pro carro encharcado. - Vamos ter que dormir aqui, mãe. Amanhã, quando parar a chuva, eu tiro o carro – falei, resignado. Abaixamos os bancos. Eu tremia de frio. Ela mandou eu tirar a roupa molhada senão pegava pneumonia. Fiquei só de cueca. O espaço era apertado, a estrada vazia, só o barulho da chuva martelando o teto. Meu banco estava encharcado. Ela viu que eu não parava de tremer. - Vem deitar aqui comigo no banco do carona, filho. De lado, pra gente se aquecer. Eu obedeci. O corpo quente dela encostou no meu. Na hora, meu pau de 21cm por 8cm de grossura começou a inchar. Tentei disfarçar, mas ela me abraçou por trás. Meu pau ficou duro pra caralho, roçando na bunda dela por cima do vestido leve. Lembrei dos contos que lia e o tesão subiu insano. "Será que eu consigo comer minha mãe hoje?" Ela dormia, ou parecia. Mexeu o corpo e o braço dela caiu bem em cima do meu pau, que já tinha saído da cueca. Começou a massagear devagar, inconsciente. Eu quase gozei ali mesmo. O calor da mão dela, os dedos longos apertando levemente a grossura da minha pica... Meu coração batia forte. Depois de uns minutos ela parou, ainda dormindo. Fiquei acordado, louco de tesão, imaginando meter naquela buceta que me pariu. Meia hora depois, ela acordou. - Filho, você tá acordado? Passa a garrafinha de água pra mim. Acendi a luz interna. Quando ela se virou, viu meu pauzão duro, latejando pra fora da cueca. - Filho! O que é isso? O que você tava fazendo com esse pinto duro assim? – perguntou, chocada, mas os olhos não desviavam. - Mãe, eu... desculpa. Quando você me abraçou, eu não consegui controlar. Fiquei com tesão louco. - Guarda isso dentro da cueca agora! - Não consigo, mãe. Ele é muito grande, não cabe direito. Ela deu uma risada baixa, nervosa. - Você não puxou seu pai não, hein... Esquece o que eu falei. Ela bebeu a água, mas eu vi que ela não tirava os olhos da minha pica. Deitou de costas pra mim de novo. O vestido longo subia um pouco nas coxas grossas. Eu não aguentei. Virei e encostei meu corpo no dela, meu pau pulsando forte contra aquela bunda maravilhosa. Ela mexeu o quadril devagar, esfregando a bunda na minha rola. - Uuuuhhh... – sussurrou baixinho. Peguei meu pau e comecei a esfregar na fenda da bunda por cima da calcinha. Com a outra mão, levantei o vestido devagar, revelando aquela bunda branquinha, redonda, perfeita. Ela não resistiu, empinou mais, facilitando. - Mãe... você tá gostando, né? – murmurei, esfregando a cabeça grossa na calcinha molhada. Ela virou de repente. - O que você acha que tá fazendo? Quer me deixar louca? Isso não é certo, eu sou sua mãe! - Mãe, você é uma gostosa pra caralho. Eu tô louco pra comer você, pra meter essa pica toda na sua buceta. Passei a mão por cima da calcinha, apertando o grelinho inchado. Ela deu um gemido forte. - Aaaahhh! Tudo bem... se é isso que você quer, pode me comer, filho. Mas isso fica entre nós. Nosso segredo pra sempre. Na hora eu me joguei nela como um animal. Beijei o pescoço dela, mordendo de leve enquanto desabotoava a blusa. Meus dedos negros apertavam aqueles peitões branquinhos, enormes, pesados. Os bicos rosados estavam duros como pedra. - Hummm... filho... que delícia... – ela gemia, a respiração ofegante no meu ouvido. Tirei a blusa dela e abocanhei um peito inteiro. Chupava forte, lambia o vale entre os seios, mordia os bicos enquanto ela arqueava as costas. - Aiiiii... morde devagar, filho... isso... chupa a teta da sua mãe... Desci a mão, puxei a calcinha com força e rasguei. Tirei o resto do vestido. Ali estava ela, nua, corpo branco sensual, buceta peluda brilhando de tesão, coxas grossas abertas. Afastei um pouco e ela olhou pro meu pauzão negro. - Meu Deus, que pica grossa... – mordeu o lábio, lambendo em seguida. Pegou na minha rola com as duas mãos e começou a masturbar devagar, apertando a grossura. - Mãe, eu quero te comer sem camisinha. Quero sentir sua buceta quente me engolindo. - Não, filho... não pode... Eu abracei ela forte, beijei os peitos de novo, subi pro pescoço e, quando ela menos esperava, colei minha boca na dela. Ela resistiu um segundo, depois me abraçou com força, língua entrando na minha boca, beijo molhado, desesperado. - Hmmmm... filho... – gemeu na minha boca. Ela pegou meu pau, abriu bem as pernas roliças e guiou a cabeça pra entrada da buceta molhada. Esfregou no grelinho, gemendo. - Uuuuhhh... vai devagar... Forcei devagar. A buceta dela era apertada, quente, melada. Meti metade e dei uma estocada forte. - Aaaaaahhhhh! Filho! Que pica grande! – gritou ela, unhas cravando nas minhas costas. Comecei a meter rápido, forte, o barulho molhado ecoando no carro com a chuva lá fora. Ela mexia os quadris, engolindo tudo. - Isso, mete fundo! Fode a buceta da sua mãe! Aaaahhh... mais forte! Depois de uns dez minutos suados, ela pediu: - Deixa eu subir em cima, filho. Quero rebolar nesse mastro negro. Deitei. Ela subiu, apoiou as mãos no banco de trás, segurou meu pau e sentou devagar. Quando chegou no fundo, soltou o corpo todo. - Uuuuuhhhhh! Que delícia! Ele tá batendo no meu útero! Rebolava gostoso, a bunda branca quicando, peitos balançando na minha cara. Eu chupava os bicos enquanto ela cavalgava. - Aaaaiiii... filho... sua pica é maior que a do seu pai... me fode assim! Eu levantava o quadril, metendo forte pra cima. A cabeça dela batia no teto. - Isso! Me come! Aaaaaahhh! O ritmo aumentou. Nossos corpos suados colados. Ela gozou primeiro, buceta apertando minha pica, leite quente escorrendo. - Gozei, filho! Aaaahhhhh! Eu explodi dentro dela, enchendo a buceta de porra quente. Ela deitou no meu peito, ofegante. - Você é maravilhoso... adorei sentir o pau do meu filho me arrombando. Que tesão... Depois de uns minutos, ela quis mais. - Ainda tô com fome de pica. – ajoelhou no chão do carro, pegou meu pau ainda meio duro e começou a chupar como uma puta safada. Língua girando na cabeça, engolindo fundo até a garganta. - Gluuuup... hmmmm... que pica gostosa... – murmurava com a boca cheia. Fiquei louco. Levantei ela, fiz virar de costas e sentei de novo, agora de ré. Os pés dela no painel, eu massageando os peitões enquanto metia pra cima. - Uuuuhhh... assim, filho! Mete nessa bucetinha quente! Depois, coloquei ela de quatro no banco, mãos no encosto. Meti por trás, segurando aquela bunda branca, estocando forte. - Vai, filho! Come a buceta da sua mãe! Aaaaaahhh... mete esse pintão negro fundo! Mais força! Isso, me fode gostoso! Ela gritava, gemendo desesperada, bunda quicando contra mim. Gozou de novo, apertando forte. Eu gozei logo depois, enchendo ela mais uma vez. Ficamos um tempo assim, meu pau ainda dentro, gozo escorrendo pelas coxas dela. Dormimos abraçados, suados, cheios de tesão. No dia seguinte, acordamos envergonhados, mas com um sorriso cúmplice. A chuva tinha parado. Arrumei o carro e seguimos viagem. O silêncio era pesado até eu quebrar. - Mãe... gostou de ontem à noite? - Gostei demais, filho. Mas não pode mais acontecer. Eu nunca traí seu pai. Isso fica nosso segredo. Chegamos na fazenda. Meu pai estava preocupado. Contamos a história da estrada errada e da chuva. Depois, num canto, ele me falou rindo: - Hoje à noite eu vou tirar o atraso da sua mãe. Ela deve tá bem fogosa. Eu só ri por dentro. Fogosa ela tava mesmo. Eu sabia exatamente o gosto da buceta dela, o aperto, os gemidos quando eu metia fundo. Voltei sozinho pro Paraná dias depois, o corpo ainda lembrando de cada estocada, cada gemido. Se rolar de novo, eu conto mais.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.