Era o verão de 2005, daqueles quentes pra caralho, que deixam a pele pegajosa e a cabeça cheia de tesão o dia inteiro. Como sempre, peguei minha mulher, a Juliana, e rumei pra casa de praia da minha sogra, lá em Ilhabela. O lugar era perfeito pra gente se soltar: casa grande, quintal com rede, mar batendo logo ali. Juliana era uma morena de tirar o fôlego, coxas grossas e torneadas de tanto malhar, bundona empinada e peitos fartos, daqueles que balançavam gostoso quando ela andava sem sutiã. Os mamilos dela eram grandes, bicos escuros que marcavam qualquer tecido fino, pedindo pra serem chupados até doer. Minha sogra, a Dona Lúcia, era bem diferente. Mignon, só 1,53m de altura, com 42 anos bem vividos. Corpo inteiro, pele morena clara, olhos verdes penetrantes e peitos perfeitos pra idade dela – firmes, redondos, com um volume que fazia qualquer homem olhar duas vezes. Ela era séria pra porra, viúva há uns oito anos e, pelo que dizia, tinha escolhido ficar na secura total. Sem brincadeiras, sem sorrisos fáceis, sempre com aquela cara de quem não perdoa besteira. Mas eu, de vez em quando, pegava ela me olhando de canto, especialmente quando eu estava de sunga. Aqueles olhinhos verdes descendo pro volume da minha pica grossa. Uma madrugada, acordei com a garganta seca e fui até a cozinha pegar água. Pela fresta de luz embaixo da porta do quarto dela, vi que a televisão estava ligada. Curioso do caralho, me aproximei devagar e espiei pelo buraco da fechadura. O que eu vi me deixou paralisado. Na tela da TV, uma foto minha, ampliada. Ela tinha pegado da câmera digital e dado zoom total na minha pica, ainda meio mole dentro da sunga, o contorno grosso marcando. As pernas dela estavam abertas na cama, a camisola levantada até a cintura. A mão direita trabalhava frenética na bucetinha depilada, dedos molhados deslizando no grelinho inchado. - Ahh... porra... – ela murmurava baixinho, o corpo tremendo. Eu fiquei ali, pau endurecendo rápido, vendo ela se masturbar olhando pra minha imagem. Os dedos entravam fundo na xota, fazendo um barulhinho molhado que chegava até mim. As coxas apertavam, o quadril rebolando contra a mão. De repente as pernas dela tremeram violentamente, o corpo arqueou e ela gozou forte, mordendo o travesseiro pra abafar o gemido rouco. Voltei pro quarto com a rola latejando, dura como ferro. Juliana dormia de lado, a camisola fina mal cobrindo a bunda. Acordei ela com carinho, mas já subi em cima, abrindo aquelas coxas grossas. - Amor, tá acordado? – ela perguntou sonolenta. - Tô com tesão pra caralho em você – respondi, já posicionando a cabeça grossa da pica na entrada molhada da buceta dela. Meti tudo de uma vez, fundo, sentindo as paredes quentes apertarem. Fodi com força, estocadas brutas que faziam a cama ranger. Juliana gemia baixinho, ainda meio dormindo, mas o corpo respondia. Gozei como um animal, um jato grosso e quente enchendo ela inteira. - O que deu em você hoje? – ela perguntou rindo, ofegante. - Sonhei com você, delícia. Foi só isso – menti, o coração ainda disparado pensando na sogra. Na manhã seguinte, o pau acordou latejando de novo, pedindo mais. Juliana resolveu visitar uma prima e me deixou sozinho pra praia. Uns vinte minutos depois, apareceu Dona Lúcia, de biquíni simples, cara séria como sempre. - Bom dia – disse seca, estendendo a canga. - Bom dia, sogra. Você tá linda pra porra hoje, melhor que no sonho que eu tive com você – falei, sorrindo malicioso. - Que sonho? – ela perguntou, erguendo uma sobrancelha. - Tenho vergonha de contar. - Vergonha é coisa de criança. Fala logo. - Tá bom, vou contar e você vai ouvir. Sonhei que você tava aqui na areia, de quatro, pedindo pra eu comer seu cu gostoso. Eu metia devagar no começo, depois forte, enquanto você gemia meu nome e gozava escorrendo na areia. Vi o efeito imediato. A boca dela secou, os bicos dos peitos endureceram marcando o biquíni. Os olhos verdes brilharam de tesão puro. Meu pau de 19cm, grosso pra caralho, já armava barraca na sunga. - Olha como você me deixou, sogra – reclamei, apontando pro volume. - E eu? – ela respondeu, voz rouca. Abriu as pernas devagar na minha direção. O biquíni tava encharcado, o tecido colado na buceta inchada, marcando os lábios grossos. - Vamos pra casa conversar – propus, voz baixa. - Conversar... tá bom – ela disse, séria, mas o corpo tremia. Os três quarteirões até a casa foram os mais excitantes da minha vida. Eu segurava a camisa na frente da pica latejante, ela caminhava ao lado sem me olhar, mas o cheiro de buceta molhada parecia seguir a gente. Entramos e, mal fechei a porta, ela meteu a mão pequena no meu pau por cima da sunga e apertou forte. - Que rola grossa, hein – murmurou. Encostou a xota na minha perna e começou a ralar, esfregando o grelo duro enquanto chupava meu peito, mordendo os mamilos. Tirei o sutiã do biquíni dela rapidinho, pegando aqueles peitos perfeitos, apertando os bicos grandes entre os dedos. Ela vibrou inteira. - Aaaahhh... caralho... – urrou alto, cabeça jogada pra trás, gozando ali mesmo, pernas tremendo, suco escorrendo pela coxa. Tirei a calcinha dela, deixando aquela mignon encostada no braço do sofá. Abri as pernas finas e posicionei a pica. Meti devagar, só a cabeça grossa primeiro, sentindo a buceta apertada engolir. Depois o caule todo, centímetro por centímetro, até as bolas baterem na bundinha. - Devagar... aiiii que grossa... me rasga... – ela arfava, palavras desconexas saindo emboladas. Fodi com ritmo, entrando e saindo, o barulho molhado ecoando na sala. Evitei gozar logo, mas o pau tava dolorido de tão duro. Virei ela de costas, bundinha empinada. Enfiei um dedo no cuzinho apertado, sentindo o anel piscar. - Isso... mexe no meu cu... – ela pediu, voz desesperada. Ela se masturbava com força, mão esquerda apertando os próprios peitos, dedos no grelinho inchado. Cuspi na cabeça da pica e comecei a forçar no cu. O anel resistiu, ela reclamou alto. - Aiiiii... tá muito grosso... devagar... Fingi que não ouvi e empurrei, alojando a cabeça dentro daquele cu virgem e quente. Ela mordeu o braço do sofá, gemendo rouco. Iniciei o movimento, cada vez mais rápido, metendo fundo, as bolas batendo na buceta molhada. - Me fode... fode o cu da sua sogra... aaaahhh... porra... mais forte! – ela gritava, voz rouca de prazer. O cu dela apertava minha pica como um punho, quente, pulsante. Meti com tudo, estocadas brutais que faziam o corpo mignon dela sacudir. Ela gozou de novo, jorrando na mão, corpo convulsionando. Não aguentei mais e gozei forte, enchendo o cu dela de porra quente, jato atrás de jato. Ela praticamente desmaiou no sofá, ofegante, cu piscando com meu leite escorrendo. Depois daquele dia, a coisa mudou pra sempre. Eu passava a transar com as duas, às vezes no mesmo dia. Juliana não desconfiava de nada. Dona Lúcia continuava seca comigo na frente dos outros, cara fechada, mas quando ficávamos sozinhos virava uma puta safada. Gozava que era uma maravilha, gemendo desesperada, pedindo pra eu encher todos os buracos. Um dia ela me pediu pra assistir eu comendo a filha dela. Mas isso, meu amigo, fica pra outra hora. O tesão dessa família é infinito.
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