Eu tinha acabado de fazer 19 anos quando decidi passar o final de semana no sítio do meu pai, perto de Belo Horizonte. Meus pais eram separados há um tempo, mas a gente mantinha essa tradição de vez em quando. O lugar era um paraíso isolado, com mato fechado e um riozinho cristalino bem no meio do verde. Só nós dois dessa vez. Mamãe não veio. Juntamos umas coisas pra fazer um lanchinho na beira do rio: cerveja gelada, pão, queijo, linguiça pra assar. Chegando lá, o sol batia quente na pele. Eu vesti meu biquíni vermelho, daqueles de cortininha que mal cobrem os bicos das tetas e deixam a bundinha quase toda de fora. Percebi logo que o papai me olhava diferente. Não era o olhar de pai protetor de sempre. Os olhos dele desciam devagar pelo meu corpo, parando na curva dos meus peitos e na virilha do biquíni. Fiquei desconfiada no começo, pensei que era coisa da minha cabeça. Mas o ar ficou pesado, carregado de algo que eu não sabia nomear ainda. A gente sentou na toalha grande estendida na grama macia. Conversamos sobre bobagens, mas ele pediu com aquela voz rouca: - Vem cá, filhinha. Senta no colo do papai como quando era pequena. Quero fazer um cafuné bem gostoso em você. Hesitei um segundo, mas sentei. Ele me ajeitou com as mãos firmes na minha cintura, encaixando minha bunda redonda bem em cima do volume que já começava a crescer dentro do calção dele. Meu cuzinho sentiu o calor da pica dele logo de cara. Os dedos dele entraram no meu cabelo, massageando o couro cabeludo devagar. O cafuné era bom, relaxante... até que o pau dele começou a inchar, latejando forte contra minha carne macia. Aquela rola grossa pulsava, crescendo, empurrando o tecido do calção e roçando direto no meu cu. - Olha só como você cresceu, hein, minha princesinha – ele murmurou baixinho, a voz rouca de tesão. – Essas tetinhas aqui tão tão durinhas... tão grandes agora. A mão dele desceu devagar pelas minhas costas, contornando a cintura, e subiu até os meus peitos. Alisou por cima do biquíni, apertando de leve. Eu senti um arrepio forte subir pela espinha. Os bicos dos meus mamilos endureceram instantaneamente, virando duas pedrinhas sensíveis. Ele percebeu e riu baixo. - Tá sentindo, né? Olha esses biquinhos... tão duros pra mim. Ele puxou a cortininha do biquíni para o lado com um movimento rápido, expondo meus peitos inteiros ao ar livre. Os dedos grossos dele apertaram os mamilos, torcendo de leve, puxando. Eu me contorci no colo dele, sentindo minha bucetinha começar a latejar e ficar molhadinha. Um fiozinho de mel já escorria, molhando o biquíni da parte de baixo. - Papai... – eu sussurrei, mas não consegui dizer mais nada. O prazer me consumia. Com uma mão ele continuou brincando com as minhas tetas, apertando, chupando o ar como se quisesse devorar elas. A outra mão desceu devagar pela minha barriga, roçando o púbis. - Será que minha filhinha já tem pelinhos nessa xoxotinha gostosa? – ele perguntou, a voz cheia de malícia. Os dedos dele pressionaram por cima do tecido fino do biquíni, empurrando o pano contra os lábios da minha buceta. Ele fazia movimentos circulares bem no grelinho, que já estava inchado e latejando. Eu me remexia toda, esfregando a bunda involuntariamente na pica dura dele. - Tá molhadinha pra caralho, filhinha. Esse biquíni tá encharcado. Olha só... Ele puxou a lateral do biquíni para o lado, expondo minha bucetinha lisinha e rosada. O dedo dele deslizou direto no meu clitóris, fazendo círculos lentos e firmes. Eu gemia baixinho, o corpo todo arrepiado. - Ahhh... papai... isso... – eu soltava, sem conseguir parar. Ele ria, satisfeito, mexendo o quadril devagar para que a cabeça da pica dele roçasse mais forte no meu cuzinho por cima do calção. - Tá gostando do carinho do papai, né? Essa bucetinha tá piscando pra mim, toda melada. Que delícia, filhinha. Eu não respondia com palavras, só gemia e me contorcia. Sabia que era errado pra caralho, mas o tesão era maior que qualquer coisa. Meu corpo traía a mente. Ele me levantou de repente, me deitou na toalha com cuidado e tirou a parte de cima do biquíni completamente. Caiu de boca nos meus peitos como um faminto. Chupava forte, mordiscava os bicos, sugava fazendo barulho molhado. A língua dele girava em volta dos mamilos enquanto a mão descia e tirava a parte de baixo. - Que buceta linda... rosadinha, apertadinha... – ele murmurou antes de descer o rosto. Abriu minhas pernas bem abertas e caiu de boca no meu mel. A língua dele lambeu toda a extensão da minha fenda, subindo até o grelinho e chupando com força. Eu arqueei as costas, gritando de prazer. - Aaaahhh! Papai! Que delícia... chupa mais... por favor! Ele enfiou a língua dentro da minha grutinha, fodendo com ela, enquanto o dedo polegar massageava meu clitóris inchado. Eu gozei pela primeira vez ali, forte, tremendo inteira, o mel escorrendo na boca dele. Fiquei desfalecida por uns segundos, o corpo mole de prazer. Enquanto eu recuperava o fôlego, ele tirou o calção. Aquela pica enorme pulou pra fora, grossa, veiada, com a cabeça vermelha brilhando de tanto tesão. Tinha uns 22 centímetros fáceis, toda melada de pré-gozo. Eu olhei com uma mistura de medo e desejo louco. - Vai me fuder de qualquer jeito, filhinha – ele disse, a voz grave. – Essa bucetinha vai engolir a pica do papai inteira hoje. Ele abriu minhas pernas de novo, colocou as minhas coxas nos ombros dele e encostou a cabeça grossa na entrada da minha xaninha encharcada. Esfregou devagar, lambuzando tudo. - Tá apertadinha pra caralho... vai doer um pouquinho, mas vai ser bom. Empurrou devagar no começo, só a cabeça entrando e saindo da portinha. Eu me contraía toda, gemendo desesperada. - Aiiiiiii... papai... tá tão grande... aaahhh! Ele sorria, segurando meus quadris. - Relaxa, filhinha. Essa bucetinha vai se acostumar com a rola do papai. De uma vez só, ele meteu fundo, enfiando metade da pica na minha grutinha virgem. Eu gritei alto, uma mistura de dor e prazer insano. - Aaaaiii! Que pica grande! Tá rasgando minha buceta! Ele parou um segundo, deixando eu me acostumar, depois começou a meter mais fundo, acelerando aos poucos. O barulho molhado de pica entrando em buceta encharcada enchia o ar do rio. Ploc, ploc, ploc. - Que delícia... tá tão quente e apertada... geme pra papai, vai! - Aaaahhh! Fode... fode minha bucetinha, papai! Mais forte! Os gemidos dele se misturavam com os meus. Ele metia cada vez mais rápido, as bolas batendo na minha bundinha. Eu sentia a pica dele roçando fundo, batendo no fundo da minha xoxota. - Vou gozar dentro, filhinha... tomar todinha... Ele gozou forte, jorrando porra quente e grossa bem no fundo da minha grutinha. Fiquei sentindo cada jato, o calor enchendo tudo. Eu gozei junto, apertando a pica dele com as paredes da buceta, tremendo inteira. - Aaaahhh! Tá enchendo minha buceta de porra! Que delícia! Quando ele tirou a pica, um rio de mel misturado com gozo escorreu pela minha coxa, pingando na toalha. O cheiro de sexo tomava conta do lugar. Achei que ele tinha acabado, mas não. Ele caiu de boca de novo, lambendo tudo, limpando minha buceta com a língua gulosa. - Hum... que porra gostosa misturada com o mel da minha filhinha... Me deixou limpinha, chupando até o último pingo. Depois me virou de quatro, admirando minha bundinha empinada. - Agora o papai vai comer esse cuzinho também... Ele cuspiu na rola, esfregou na minha roseta e foi enfiando devagar. Eu gemia desesperada, o prazer misturado com a ardência. - Aiiiiiiii papai... meu cu... tá entrando... aaaahhh! Ele meteu fundo, fodendo meu cu com força enquanto a mão dele chegava na frente e dedava minha buceta. Eu gozei de novo, gritando o nome dele. Ele jorrou mais uma carga grossa dentro do meu cu. A gente ficou ali, suados, melados, respirando pesado. Desde aquele dia, sempre que a gente se encontra no sítio ou em qualquer lugar, a gente se diverte pra caralho. Teve até aquela vez no motel que ele me levou... mas essa história fica pra outro conto, porque essa aqui já tá bem longa e safada do jeito que você queria.
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