Meu filho tem o pau bem pequeno!



Eu sou a Flavia, tenho 38 anos e vou contar aqui tudo sem filtro. Cheguei em casa exausta depois de um dia infernal no trabalho, pés doendo, corpo cansado, mas o silêncio estranho me deixou alerta na hora. Normalmente meu filho Augusto, de 18 anos, já está com a TV no último volume por causa do problema de audição dele, um barulhão danado. Nada. Silêncio total. Fui gritando o nome dele pelos corredores, coração acelerado, e quando abri a porta do quarto dele devagar, congelei.
Ele estava lá, fone no ouvido, tela do computador cheia de pornô bem explícito, uma loira sendo fodida por dois caras. A mão dele ia e vinha devagar no pauzinho. Era pequeno mesmo, uns 5 cm no máximo quando duro, e ele usava só dois dedos pra tentar bater uma punheta decente. Fiquei escondida atrás da porta, espiando, sem conseguir desviar o olhar. Meu filho gemendo baixinho, o corpinho magro tremendo. Quando ele gozou, saiu só umas gotículas transparentes, quase água, espirrando fraco na barriga.
Desci correndo as escadas, fingi que tinha acabado de chegar e gritei de novo. Ele apareceu nervoso, dizendo que estava dormindo. Veio me abraçar como sempre e, quando fui beijar a mão dele de costume, senti o gosto. Aquela porra rala, salgada, grudenta na minha boca. Engoli sem querer. Aquilo mexeu comigo de um jeito que eu não esperava. Fazia oito anos que meu marido tinha morrido, oito anos sem uma pica de verdade dentro de mim. Fui pro quarto, tirei a calcinha molhada e bati uma siririca forte, pensando naquele pauzinho pequeno, imaginando ele gozando na minha boca. Gozei gemendo alto, o corpo todo tremendo.
No dia seguinte cheguei mais cedo. Ouvi o pornô começando no quarto dele. Desci, fiz barulho e chamei. Ele desceu rápido, dizendo que estava no banheiro. Eu sorri, fingindo inocência.
- Vem cá, Augusto, me ajuda a resolver um problema no banheiro.
Tranquei a porta atrás de nós. Ele ficou assustado.
- Mãe... o que foi?
- Você já sabe bater punheta, né filho?
Ele baixou a cabeça, vermelho.
- Sei sim...
- Por que nunca me contou? A gente tem diálogo aberto pra caralho.
- Vergonha, mãe...
- Hoje vou te fazer perder essa vergonha toda. Vou te ensinar como deixar uma mulher louca de tesão na cama. Primeiro toma um banho, mas não bate punheta não, hein? Depois sobe pro meu quarto. Suas aulas começam hoje.
Ele tomou banho rápido. Quando chegou no meu quarto só de toalha, o corpo ainda molhado, pedi pra se aproximar.
- A mamãe não morde, filho. Vem cá.
Enxuguei ele devagar, passando a mão pelas costas, pela bunda, e depois segurei aquele pau pequeno na mão. Ele deu um pulo, mas não falou nada. Senti ele endurecendo um pouco. Terminei, mandei ele se vestir e voltar.
Dessa vez ele deitou na minha cama. Liguei um pornô bem pesado na TV, daqueles com buceta molhada, pica grossa entrando fundo, gemidos altos.
- Mostra pra mamãe como você bate punheta, vai.
- Não mãe... tô com vergonha.
Insisti, acariciando a coxa dele. O filme subiu, ele começou a mexer na toalha, mas o pau continuava meio mole. Fiquei preocupada.
- Deixa a mamãe ajudar.
Baixei a toalha dele, peguei aquele pintinho pequeno na mão e comecei a massagear devagar. Pele macia, quente. Ele gemeu baixinho. Acelerei o movimento, apertando mais.
- Ahh... mãe... tá gostoso...
Em menos de trinta segundos ele endureceu todo, o corpinho tremendo, e gozou na minha mão. Pouca porra, mas quente.
Quando fui limpar, ele mudou o tom completamente.
- Chupa essa porra, mãe. Se não quiser que eu conte pra ninguém.
Fiquei chocada. Ele mostrou o celular – tinha gravado tudo. Ameaçou mandar pro vizinho Paulo via Bluetooth.
Não tive escolha. Coloquei aqueles dedos com porra na boca e chupei, sentindo o gosto salgado descendo pela garganta. Engoli tudo.
No dia seguinte levei ele no médico. O doutor confirmou que o pau pequeno precisava de estímulo constante, punheta regular, massagem. Depois fomos pra psicóloga, mas na porta ele me ameaçou de novo.
- Vai pro caralho dessa clínica. Se eu entrar, te levo pro juizado de menores.
Em casa ele foi direto:
- Vai pra cama, cachorra. Eu já tô subindo.
Tentei dar um tapa, mas o vizinho Paulo, 18 anos também, apareceu na janela.
- Eu não faria isso não, dona Flavia. Tenho cópia do vídeo. Se tocar nele, eu denuncio.
Fiquei perdida. Os dois garotos me controlando.
Augusto repetiu, voz firme:
- Você não ouviu não, sua cachorra? Mandei ir pra cama.
Obedeci, pensando em um plano pra reverter isso. Mas o tesão traía meu corpo.
Ele entrou no quarto, Paulo junto, os dois já tirando a roupa.
- Tira essa roupa toda, mãe. Chupa meu pau agora.
Fiquei de joelhos. O pauzinho dele entrou na minha boca. Era pequeno, cabia fácil. Chupei com vontade, língua rodando na cabecinha, sugando as gotas que saíam.
- Isso, mamãe puta... chupa gostoso... ahhh...
Paulo tirou a calça. O pau dele era um pouco maior, uns 7 cm, ainda pequeno mas mais grossinho. Enfiou na minha boca também.
- Chupa o meu agora, vadia.
Eu alternava, chupando um, depois o outro, saliva escorrendo no queixo. Eles gemiam juntos.
- Porra, que boca quente...
Não consegui fazer eles gozarem só na boca. Decidiram mudar.
Augusto deitou na cama.
- Senta nessa pica, mãe. Quero sentir essa buceta.
Tirei a calcinha, buceta já molhada pra caralho. Sentei devagar naquele pau pequeno. Ele entrou fácil, mas eu apertei os músculos pra dar prazer.
- Ahhh... filho... que delícia...
Comecei a rebolar, subindo e descendo, sentindo as bolas pequenas batendo na minha bunda. Ele gemia desesperado.
- Mãe... fode... mais rápido... porra...
Uns 30 segundos e ele mandou parar. Levantou e mandou Paulo deitar.
Sentei no pau do Paulo. Mesmo tamanho minúsculo, eu estava louca de tesão.
- Isso, senta fundo, cachorra... ahhh... que buceta apertada...
Rebolei mais forte, gemendo alto.
- Ai meu Deus... me fode... mesmo pequeno tá me deixando louca...
Paulo aguentou uns 30 segundos também.
- Para... agora fica de quatro.
Fiquei de quatro na cama, bunda empinada, cu e buceta expostos. Fechei os olhos como mandaram.
Senti a pica do Augusto entrando no meu cu devagar. Era pequena, entrava fácil, mas o tesão fazia parecer enorme.
- Ahhh... no cu não... aiiii que gostoso... mete filho...
Paulo juntou e enfiou no mesmo cu, os dois paus pequenos esticando meu cuzinho juntos.
- Porra... que cu guloso... toma as duas picas, vadia...
Eles meteram juntos, rápido, gemendo desesperados.
- Ahhh... mãe... vou gozar...
- Eu também... porra...
Mandaram abrir a boca. Os dois gozaram quase juntos, porra rala caindo na minha língua. Engoli um pouco, mas eles mandaram cuspir num vaso que Paulo segurava.
Cuspi tudo. Depois, pra minha surpresa, os dois mijaram no vaso, enchendo de urina quente amarela misturada com porra.
- Bebe tudo, cachorra.
Segurei o vaso, tremendo, e bebi aquela mistura nojenta, salgada, quente, descendo pela garganta enquanto eles riam.
- Boa menina... engole toda a nossa porra e mijo...
Meu corpo traía, buceta pingando, grelinho inchado. Eu estava excitada pra caralho com aquela humilhação.
Eles não pararam aí. Mandaram eu deitar de pernas abertas.
Augusto enfiou o rosto na minha buceta, lambendo desajeitado mas com fome.
- Que buceta gostosa, mãe... tá molhada pra caralho... cheiro de puta no cio...
Chupei o pau do Paulo enquanto isso, mamando com força.
- Isso... mama meu pintinho... ahhh...
Trocaram. Paulo meteu o pau na minha buceta enquanto Augusto sentava no meu rosto, fazendo eu lamber o cu dele.
- Lambe meu cu, mamãe... enfia a língua fundo... isso...
Gemidos enchiam o quarto:
- Aiiiii... fode... mais fundo... me usa... sou a puta de vocês...
Eles gozaram de novo, dessa vez dentro. Porra quente enchendo minha buceta e boca.
Depois me fizeram ficar de quatro de novo e foderam meu cu alternadamente, metendo rápido, tapas na bunda.
- Toma no cu, vadia... aperta esse rabinho...
- Ahhh... tá doendo gostoso... mete mais... quero mais pica...
A noite inteira foi assim. Eles me usaram de todas as formas: double penetration no cu, buceta, boca. Me fizeram beber mais mijo misturado, lamber os paus sujos depois de tirar do cu. Eu gemia como uma desesperada, corpo todo suado, gozando várias vezes só de tanto tesão acumulado de anos.
- Mais... me fode... sou sua cachorra... enche minha buceta de porra...
No final, exaustos, eles dormiram na minha cama, paus pequenos ainda molhados de mim. Eu fiquei ali, pensando no plano pra reverter, mas o corpo pedia mais. Essa história estava só começando. Amanhã ia ter continuação, e eu sabia que ia obedecer cada ordem chula que eles dessem.
Na manhã seguinte acordei com o pau do Augusto na minha boca. Ele segurava minha cabeça e metia devagar.
- Bom dia, mamãe puta. Chupa pra acordar direito.
Acordei chupando com gosto, língua rodando na cabecinha sensível. Paulo acordou e enfiou no meu cu por trás, sem aviso.
- Ahhh... que delícia acordar assim... mete no cu da mamãe...
Eles me foderam de conchinha, um na buceta, outro no cu, gemendo alto.
- Porra... que buracos apertados... vou encher você toda...
Gozei gritando, corpo convulsionando.
- Aiiiii meu Deus... tô gozandoooooooo... não para... fode mais forte...
Eles gozaram dentro, porra escorrendo pelas coxas.
Depois me mandaram preparar café da manhã pelada, só de avental. Enquanto eu fritava ovos, Augusto metia por trás, devagar.
- Continua cozinhando, cachorra. Quero foder enquanto você trabalha.
Paulo sentou na mesa e mandou eu chupar ele.
- Mama enquanto cozinha... isso...
O café foi servido com porra deles escorrendo da minha buceta pro prato. Bebi tudo misturado, gemendo.
Durante o dia inteiro em casa eles me usavam. No sofá, na cozinha, no banheiro. Cada vez com mais sacanagem.
- Abre o cu, mãe. Quero ver ele piscando.
Eu abria, eles cuspiam e metiam.
- Mais fundo... ahhh... rasga meu cuzinho...
Fizeram eu sentar no rosto deles, esfregando a buceta molhada na boca, gozando na cara deles.
- Engole meu squirt, filho... isso... bebe da mamãe...
Eles me obrigavam a falar as piores safadezas.
- Diz que você é a puta do seu filho de 18 anos.
- Sou a puta do meu filho... amo chupar o pau pequeno dele... quero ser usada por ele e o amigo pra sempre...
Mais de horas seguidas de sexo intenso, gemidos ecoando, corpos suados colados, porra, mijo, saliva em todo lugar. Meu grelinho inchado de tanto esfregar, buceta vermelha de tanto meter, cu arrombado mas pedindo mais.
Eles gravavam tudo, ameaçando divulgar se eu não obedecesse. Mas eu já não queria escapar. O tesão era maior que o medo.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Meu filho tem o pau bem pequeno!

Codigo do conto:
266911

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
11/07/2026

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