Maikon sempre teve um carinho enorme pela família. Criado na casa dos tios desde pequeno, ele via a fazenda como um segundo lar. Agora, com 26 anos, depois de tanto tempo na cidade, resolveu voltar para as férias. O ar puro, o cheiro de mato, os animais soltos... tudo trazia memórias boas. Mas o que ele não esperava era que aquela visita virasse a foda mais insana da vida dele. Na primeira semana, enquanto ajudava o tio no curral, Maikon conversava bastante com a tia. Ela estava preocupada com a filha, Jessica, que já tinha 19 aninhos e ainda não tinha arrumado namorado. - Ai, Maikon, a menina vive trancada no quarto ou brincando com aquele cachorro vira-lata. Acho que ela tem um caso com alguma amiga da escola, mas não me conta nada. Maikon só ria por dentro, sem imaginar o que estava por vir. Certo dia, no final da tarde, o sol já baixando atrás das montanhas, Maikon resolveu dar uma volta pelos fundos da propriedade. Foi quando viu. Escondido atrás de uma moita densa, ele observou Jessica no cercado pequeno onde o cachorro, um vira-lata grande, forte e bem cuidado, vivia. A prima estava de saia curta, sem sutiã, os cabelos castanhos soltos caindo nos ombros. Ela brincava de um jeito que não era inocente. Jessica puxou a calcinha pro lado devagar, abriu as pernas e deixou o cachorro aproximar o focinho. O animal lambeu a virilha dela com fome, a língua longa e molhada passando direto na bucetinha rosada. Ela gemeu baixinho e pegou um potinho de chantilly que tinha trazido, espirrando nos peitos firmes e empinados. O cachorro subiu as patas e lambeu tudo, sugando os bicos duros dela enquanto a cauda balançava. Maikon sentiu o pau endurecer na hora dentro da bermuda. Ele ficou ali, quieto, filmando mentalmente cada detalhe. Quando ela percebeu o movimento nas moitas, tomou um susto enorme. - Maikon! Que porra você tá fazendo aqui? Ele saiu do esconderijo, o coração acelerado, mas com um sorriso safado. - Calma, prima. Eu vi tudo. Você tem atração por animais, né? Nunca fez nada de verdade ainda? Jessica ficou vermelha, mas os olhos dela brilhavam de tesão misturado com vergonha. - Promete que não conta pra ninguém? Eu... eu só fantasio. Nunca transei com ele de verdade. - Guarda segredo comigo e eu guardo com você. Quer tentar agora? Eu filmo se você quiser, mas só pra nós dois. Ela mordeu o lábio, sorriu devagar e acenou com a cabeça. Os dois desceram por uma trilha escondida até uma caverna pequena e isolada nos fundos da fazenda, um lugar que ninguém frequentava. O cachorro seguiu animado, farejando o ar. Lá dentro, o chão era de terra macia coberto por uma manta velha que Jessica tinha levado. O ar estava quente, úmido. Maikon começou acariciando o cachorro junto com ela. Jessica, safada, já pegava no pau do animal, batendo devagar, sentindo o membro vermelho e pontudo começar a crescer. - Olha o tamanho dessa pica dele... tá ficando dura pra mim. Maikon se aproximou por trás dela, que estava de quatro na manta, saia levantada. Ele passou a mão levemente na bunda redonda e firme da prima. Ela não reclamou, só rebolou de leve. Ele levantou a saia toda, vendo aquela bunda branquinha e perfeita. Baixou a calcinha devagar, expondo a bucetinha inchada e o cuzinho apertado. - Que bunda linda da porra, Jessica. Maikon beijou cada centímetro daquela bunda, lambendo as nádegas, descendo a língua até o grelo molhado. Ela gemeu alto. - Hummm... continua, primo. Enquanto isso, Jessica se colocou embaixo do cachorro e começou a chupar a pica dele com vontade. A língua dela rodava na ponta vermelha, sugando o pré-gozo que escorria. Maikon percorria a barriga dela com a língua, lambendo dos seios até o umbigo, voltando pros mamilos duros, mordiscando de leve. Depois desceu pela virilha, beijando as coxas grossas, os pés, subindo de novo, sentindo o cheiro forte de tesão dela. - Geme pra mim, putinha. Geme enquanto chupa essa pica de cachorro. Jessica obedeceu, gemendo com a boca cheia. - Ahhh... que delícia... ele tá tão duro... Maikon colou a boca na buceta dela, chupando com fome. A xana estava encharcada, melada, pingando. Ele enfiou a língua fundo, depois subiu pro grelo, chupando forte, fazendo movimentos circulares e ondulatórios. Mordia de leve, puxava com os lábios. Jessica rebolava desesperada, chupando o cachorro com mais força. - Aiiiii caralho... chupa meu grelo assim... tô louca... Ele enfiou dois dedos na bucetinha apertadíssima, batendo punheta rápida enquanto sugava o clitóris inchado. Jessica tremia inteira. - Vou gozar... porra... não para! O cachorro, excitado, montou nela. Jessica de quatro, rebolando a bundinha, tentando acertar. O pau do animal escorregava no grelo molhado. Maikon segurou a pica vermelha e guiou, passando a cabeça grossa na entrada encharcada. - Entra, vai... fode ela. O cachorro meteu com força bruta. Jessica gritou de prazer. - Aaaahhh! Que pica grossa... tá me rasgando todinha! O animal empurrava com violência, metendo fundo, o nó inchando. Maikon via tudo de perto: a buceta da prima sendo arrombada, os lábios inchados engolindo a vara canina, o esperma já começando a pingar misturado com os sucos dela. Ele esfregava o próprio pau duro nas coxas dela, lambuzando a pele macia. - Rebola nessa pica, cadelinha. Toma tudo. Jessica gemia desesperada, o corpo todo tremendo. - Aiiiii meu Deus... ele tá metendo tão fundo... meu útero tá sentindo... me fode, sansao... me enche de porra! O cachorro aumentava o ritmo, as bolas batendo na bundinha dela. Maikon não aguentava mais. Ele tirou o cachorro por um momento, colocou o animal de lado e fez Jessica se empinar mais. A pica vermelha entrou de novo, saindo e entrando com força, jorrando esperma canino que escorria em enxurrada pela coxa dela. - Olha essa buceta arregaçada... tá pingando tudo, prima. Que putaria deliciosa. Eles voltaram pra posição normal. O cachorro montou de novo e, dessa vez, enfiou o nó inteiro. Jessica deu um grito misturado de dor e prazer. - Aaaaiiii! O nó... tá preso dentro de mim! Tá doendo... mas não para... continua metendo! Um filete de sangue misturado com esperma escorreu pela perna dela. O nó inchado travou lá dentro, pulsando, jorrando porra quente direto no útero. Eles ficaram presos por longos minutos. Jessica gemia sem parar, o corpo convulsionando em orgasmos seguidos. - Hummm... tô sentindo ele gozando dentro... tanta porra... minha bucetinha tá cheia... ai que delícia... Maikon se masturbava olhando, esfregando a cabeça do pau no grelo dela enquanto o cachorro ainda estava travado. - Goza pra mim, Jessica. Goza com essa pica de cachorro te arrombando. Ela gozou de novo, gritando. - Tô gozandooooooo... caralho... meu grelo tá explodindo... aaaahhh! Quando o nó finalmente desinchou, o cachorro saiu correndo, deixando Jessica caída na manta, buceta aberta, vermelha, escorrendo rios de esperma canino misturado com sangue leve. Ela estava dolorida, arfando, mas com um sorriso satisfeito no rosto. Maikon se aproximou, limpou a buceta dela com a língua, saboreando o gosto forte. - Que vadia safada você é... gostou de ser cadela do cachorro? - Gostei pra caralho... nunca senti tanto tesão. Quero mais... quero você agora também. Maikon não pensou duas vezes. Virou ela de quatro de novo e enfiou a própria pica na buceta melada e cheia de porra do cachorro. O barulho era obsceno, molhado, escorrendo tudo. Ele metia fundo, segurando os cabelos dela. - Toma minha pica também, putinha. Sua buceta tá toda arrombada e ainda quer mais. - Mete forte... me usa... sou sua cadelinha também... aaaahhh! Eles foderam por mais de uma hora ali na caverna. Maikon virou ela de lado, de frente, fez ela sentar no pau dele enquanto lambia os seios. O cachorro voltou uma vez, curioso, e os dois brincaram juntos de novo. Jessica chupou os dois paus alternadamente, gemendo como uma puta desesperada. - Quero as duas picas... me enchem de porra... No final, Maikon gozou dentro dela, misturando sua porra com a do cachorro. Jessica gozou mais uma vez, o corpo todo suado, tremendo, a bucetinha pulsando. Eles ficaram deitados, ofegantes, o cheiro de sexo enchendo a caverna. Daquele dia em diante, as férias de Maikon viraram uma sequência de putarias secretas. Toda tarde eles desciam pra caverna, Jessica se oferecendo pro cachorro e pro primo, explorando cada furo, cada posição, cada gemido. A bucetinha dela nunca mais foi a mesma – sempre aberta, sempre pronta pra levar pica, sempre escorrendo.
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