Sheila tinha só 20 anos naquela época. Ruiva de cabelos longos que caíam como fogo pelas costas, sardas espalhadas pelo rosto e pelos ombros, corpo em formato de violão perfeito: cintura fina, quadris largos e um bumbum avantajado que balançava gostoso quando ela andava. Baixinha, 1,59m, mas com seios médios firmes que imploravam por atenção. Ela era virgem, cheia de fogo por dentro, mas tímida pra caralho. Acabara de começar a namorar o Douglas, um cara mais velho, bonito pra porra, alto, com aquele jeito de homem que fazia ela molhar a calcinha só de olhar. Mas o Douglas era tímido demais, um bobão que não tinha coragem de ir além. No começo do namoro, as coisas eram suaves. Dentro do carro dele, estacionado num lugar escuro e discreto, eles se beijavam por horas. Os beijos começavam leves, línguas se tocando devagar, mas logo viravam um duelo molhado e desesperado. - Ah, Douglas... você me deixa louca assim – Sheila sussurrava entre um beijo e outro, o corpo pequeno se apertando contra o dele. Com o tempo, as mãos dele ganharam coragem. Primeiro, apalpando os seios por cima da blusa, apertando aqueles montinhos macios até os bicos ficarem duros como pedrinhas. Sheila gemia baixinho, sentindo o calor subir pela barriga. Depois, as carícias desceram. A mão grande dele deslizava pela coxa dela, por baixo da saia, e começava a esfregar a bucetinha por cima da calcinha fina. Ela ficava encharcada rapidinho, o tecido molhado colando nos lábios inchados, o grelinho latejando pedindo mais. - Porra, Sheila, você tá toda molhadinha... – Douglas murmurava rouco, os dedos circulando devagar sobre o pano, sentindo o calor que saía dali. Ela abria as pernas o máximo que o espaço do carro permitia, o bumbum avantajado se remexendo no banco. Timidamente, Sheila arriscava a mãozinha pequena por cima da calça dele, sentindo o pau duro latejando. Apalpava devagar, subindo e descendo o contorno grosso, imaginando como seria ter aquela pica toda dentro dela. Mas não passava disso. Douglas não tirava a calcinha, não enfiava dedo, não comia ela como ela tanto queria. Ela gozava quase todo dia nos dedos dele, tremendo, mordendo o ombro dele pra não gritar, mas depois ficava frustrada, a buceta piscando vazia, louca por uma penetração de verdade. - Eu te odeio por me deixar assim, seu bobão... – pensava ela, mas nunca tinha coragem de falar alto. O tesão acumulava, dia após dia. Certo dia, o auge da sessão. O carro estava embaçado, o cheiro de sexo no ar. Douglas com a mão dentro da saia dela, esfregando forte a bucetinha por cima da calcinha encharcada. Sheila com a perna aberta, a mãozinha apertando o pau dele por cima da calça, sentindo ele pulsar. Ela estava quase gozando, o grelinho inchado roçando contra os dedos dele, quando o celular tocou. Era o pai dele, urgente. - Merda... – Douglas resmungou, parando tudo na hora. Ele a deixou em casa, o corpo dela pegando fogo. Sheila entrou, o coração batendo forte, a buceta latejando, escorrendo mel pelo interior das coxas. Trancou a porta do quarto, pediu pra família não incomodar porque tinha "trabalho importante". Sentou na frente do computador, pernas bem abertas na pontinha da cadeira, saia levantada até a cintura. A calcinha molhada foi puxada pro lado e os dedinhos começaram a brincar leve no grelinho enquanto abria um site de contos eróticos. A história que escolheu era perfeita pro momento: uma garota no ginecologista, o médico safado começando a mexer no clitóris dela, enfiando dedo fundo na buceta enquanto ela fingia que não queria. Sheila lia devagar, imaginando a cena, os dedos dela circulando o grelo sensível, descendo pra espalhar a lubrificação que não parava de sair. Foi então que sentiu. Uma respiração quente, pesada, bem embaixo da saia. Algo gelado e úmido roçando na entrada da vagina. Olhou pra baixo, o coração disparando: era o Ted, o pastor alemão grande e peludo da casa. Ele estava todo elétrico, focinho enfiado entre as pernas dela, cheirando a buceta molhada como se fosse o melhor cheiro do mundo. - Ted... sai daí, seu safado – ela tentou dizer, levantando a mão pra afastar ele. Mas no exato segundo em que a mão subia, Ted deu uma lambida longa, quente, áspera. Daquele cuzinho apertado até o grelinho latejando. A língua grossa passou devagar, pressionando os lábios inchados, abrindo eles, coletando todo o mel que escorria. Sheila congelou. Um arrepio violento subiu pela espinha, o tesão explodindo como bomba. - Ai, porra... que delícia... – murmurou baixinho, paralisada de prazer. Em vez de afastar, ela se ajeitou melhor na cadeira, escorregando a bunda pra frente, abrindo as coxas grossas o máximo possível. Ted não precisou de convite. A língua áspera atacou de novo, lambendo com fome. Longas passadas que cobriam toda a buceta, do cu até o grelo, penetrando um pouco na entradinha apertada. A textura áspera raspava gostoso nas paredes internas, fazendo ela se contorcer. - Hmm... continua, Ted... chupa minha bucetinha assim... – ela gemia baixinho, uma mão segurando a cabeça peluda dele, puxando pro fundo. A buceta dela piscava, batendo palminhas, escorrendo tanto que o focinho do cachorro ficava brilhando. Ted enfiava a língua fundo, escavando, girando dentro do canal virgem, lambendo as paredes quentes e molhadas. Sheila se debatia na cadeira, os seios subindo e descendo rápido, os bicos duros roçando na blusa. O grelinho inchado recebia lambidas diretas, rápidas, a língua áspera batendo exatamente onde ela mais precisava. - Aiiii, meu Deus... que língua enorme... tá me comendo toda... – sussurrava desesperada, o corpo pequeno tremendo. Minutos se passaram assim, Ted incansável, lambendo, chupando, enfiando o focinho mais fundo. Sheila escancarou as pernas, uma perna por cima do braço da cadeira, a buceta totalmente exposta. O focinho grosso pressionava, entrava um pouco, a língua fundo dentro, acariciando cada fibra interna. O cheiro de buceta molhada enchia o quarto, misturado com o bafo quente do cachorro. O orgasmo veio forte, incontrolável. - Ahhh... tô gozandooooo... Ted, não para... porraaa! – gritou baixinho, mordendo o lábio pra não acordar a casa. O corpo dela se arqueou, as coxas apertando a cabeça do Ted, puxando o focinho inteiro pra dentro da vagina. Sentiu o nariz frio e o focinho grosso invadindo o canal apertado, a língua ainda se mexendo lá dentro. Gozou jorrando, mel escorrendo pelo focinho dele, pernas tremendo violentamente, olhos revirando. Ficou ali, ofegante, o peito subindo e descendo, a buceta ainda contraindo em espasmos ao redor do focinho do Ted. Depois de alguns minutos, empurrou ele com carinho. Ted ficou latindo baixinho a noite toda, o pau vermelho duro balançando entre as patas traseiras, louco de tesão. Sheila pensou em deixar ele penetrar, em sentir aquela pica canina grossa e vermelha entrando na bucetinha virgem, mas a coragem faltou. Até hoje pensa nisso. Mas a rotina mudou pra sempre. Todo dia, depois do namoro frustrante com o Douglas, ela sentava na frente do computador, saia levantada, calcinha pro lado. Ted já sabia. Vinha mansinho, focinho frio roçando primeiro, depois aquela língua mágica começando o serviço. Ela abria as pernas, gemia alto agora que sabia que ninguém ia entrar, puxava a cabeça dele. - Chupa minha buceta, Ted... lambe meu grelinho assim... enfia essa língua grossa toda... ahhh, que delícia, seu cachorro safado... As lambidas ficavam mais intensas a cada dia. Ted aprendia, focinho enfiando mais fundo, língua girando dentro, lambendo o cu também, fazendo ela gozar duas, três vezes seguidas. Sheila se debatia, bumbum avantajado tremendo, seios pulando, gemidos desesperados enchendo o quarto: - Tô gozando de novo... porra, que língua... me fode com ela... não para, não paraaa! Mesmo depois que o Anderson, o namorado atual, tirou o cabaço dela há uns seis meses, nada mudou. Anderson é ótimo de cama, come gostoso, faz diabruras, enfia a pica grossa fundo, chupa o grelinho dela até ela gritar. Mas a verdade é que Sheila goza muito mais forte com a língua do Ted. Quando trepa com o Anderson, sente prazer, mas é com o cachorro que ela se entrega de verdade, pernas escancaradas, buceta pulsando, gozando como uma vadia desesperada. - Anderson fode bem, mas ninguém lambe minha xoxota como você, Ted... – ela pensa, sorrindo safada enquanto o cachorro trabalha. E quando casar, o Ted vai na bagagem. Um amante secreto, peludo, com língua enorme e áspera que sabe exatamente como devorar aquela bucetinha ruiva, sardenta, molhada e gulosa. Nas noites em que o marido dormir, ela vai se sentar na pontinha da cama, abrir as coxas grossas, e deixar o Ted escavar fundo, lambendo até ela gozar jorrando, gemendo baixinho: - Isso, meu cachorro... chupa minha buceta toda... me faz gozar de novo... A rotina continua intensa. Sheila aprendeu a se posicionar melhor, às vezes de quatro no chão do quarto, bumbum empinado, buceta e cu expostos. Ted lambe de baixo pra cima, língua passando pelo cu piscando, descendo pros lábios inchados, enfiando fundo. Ela empurra a bunda pra trás, esfregando no focinho dele. - Lambe meu cu também, Ted... enfia a língua nesse cuzinho apertado... ahhh, que tesão... Os gemidos são desesperados, o corpo pequeno se contorcendo, suor escorrendo entre as sardas, cabelos ruivos grudados no rosto. Goza tanto que o chão fica molhado, as pernas fracas. Depois, ainda tremendo, ela acaricia o pau vermelho dele às vezes, mas nunca deixa passar do ponto. O prazer é na língua, na sensação daquela boca quente devorando sua intimidade sem pudor. Dia após dia, o tesão só cresce. Mesmo depois de uma foda boa com o Anderson, onde ele mete forte, goza dentro dela, Sheila espera ele dormir e chama o Ted baixinho. - Vem, meu amor... limpa essa buceta que o Anderson sujou... lambe tudo... A língua áspera recolhe o gozo misturado, lambendo fundo, fazendo ela gozar mais uma vez, mais forte que com o pau do namorado. É viciante, proibido, intenso pra caralho. Sheila sabe que nunca vai largar isso. A bucetinha ruiva, o grelinho sensível, o cu apertado... tudo pertence às lambidas famintas do Ted agora. E assim a história continua, noite após noite, gemidos abafados, corpo pequeno se entregando ao prazer animal, sem limites, sem vergonha. Só tesão puro, molhado, desesperado e delicioso.
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