Gravida e insaciável!

A gravidez de cinco meses tinha transformado a minha buceta em uma máquina insaciável. Eu, grávida, barriga já bem redondinha, peitos inchados e sensíveis, vivia pingando de tesão o dia inteiro. Henrique, coitado, mal dava conta. Transávamos pelo menos três vezes por dia, e ainda assim eu pedia mais. Brinquedinhos, dedos, língua, tudo. Ele saía exausto, suado, mas eu ainda queria pica.
Chegamos na chácara em Ibiúna na quarta-feira à tarde. O ar cheirava a mato molhado e a tesão reprimido. Ana e Duda nos receberam com abraços apertados. Assim que descemos do carro, senti os olhares deles percorrendo minha barriga e meus peitos estufados por baixo da blusa leve. Tomamos um suco gelado, conversamos bobagem, mas meu corpo já latejava.
- Vou tomar um banho, tô moída da viagem – eu disse, e Ana veio logo atrás.
No banheiro, tirei a roupa devagar. Minha barriga redonda brilhava sob a luz. Ana ficou olhando, mordendo o lábio.
- Caralho, você tá linda demais com essa barriguinha. Os peitos também… tão cheios – ela murmurou, passando a mão devagar pela minha pele.
Entrei na banheira quente e relaxei. Ana sentou na borda, pegou o creme e começou a espalhar na minha barriga, descendo pros seios. Os bicos estavam duros, sensíveis. Ela apertou de leve e um fiozinho de leite escapou.
- Tá transando bastante ainda? – perguntou, com a voz rouca.
- Tô, Ana. Faço de tudo, mas com cuidado. Mas por mim eu trepava o dia inteiro, sem parar. Tô uma puta ninfomaníaca – confessei, abrindo as pernas na água.
Ela riu baixinho, desceu a mão e tocou minha buceta inchada. Dois dedos entraram devagar, examinando, roçando o grelinho que já pulsava.
- Vamos resolver isso então – disse, e me beijou com fome, apertando meus seios enquanto os dedos fodiam minha xota molhada.
Desci depois, já molhada de novo. Marcos tinha chegado. Os outros perceberam o clima e sumiram, nos deixando sozinhos. Ele veio rápido, me agarrou pela cintura, segurou meus cabelos com força e me deu um beijo bruto.
- Porra, você tá deliciosa com essa barriguinha. Quero matar a saudade dessa buceta grávida – rosnou.
Subimos pro quarto. Roupas voaram. Caímos nus na cama e eu já virei de cabeça pra baixo. Fizemos um 69 insano. Minha boca engoliu a pica grossa dele até a garganta, babando, chupando as bolas enquanto ele enfiava a língua fundo na minha buceta, sugando o mel que escorria. Gozamos juntos, eu engolindo porra quente, ele bebendo meu gozo.
- Nunca esqueci da última vez – ele disse, lambendo os lábios. – Podemos repetir? Mas o bebê já tá grande… os dois eu acho que não aguenta.
- Então me fode com cuidado primeiro, depois a gente chama mais gente. Quero tudo – respondi, já montando nele.
Ele chupou meus seios com força. Jatos de leite salgado jorraram na boca dele. Marcos gemeu gostoso. Abriu minhas pernas, colocou sobre os ombros e meteu devagar. A pica entrou toda, quente, apertadinha pela gravidez.
- Aiiiii, caralho… tá tão apertadinha e quente… – ele grunhiu, metendo até o talo, saindo e enfiando com força.
Eu cavalguei. Primeiro devagar, sentindo cada veia da pica roçando minha carne. Depois mais rápido, quicando, minha barriga balançando. Virei de costas, ele lambuzou meu cu com KY e eu sentei devagar até o cu engolir tudo. Cavalguei loucamente, gemendo alto.
- Isso, fode meu cu, Marcos! Mais forte, porra!
De quatro ele me comeu, trocando de buraco: buceta, cu, buceta, cu. Me deixou toda laceada, vermelha. No final encheu meu cu de porra quente, jorrando fundo enquanto eu tremia.
No banho ele me abraçou por trás.
- Você tá uma delícia… bem apertadinha ainda.
Quando descemos, Henrique veio me acariciar a barriga.
- Tá tudo bem, amor?
- Tô ótima – respondi, sorrindo safada.
Ana me puxou pra fora e mostrou o dog alemão enorme, novo, presente do vizinho.
- Transo com ele todo dia. Quer provar?
Fiquei louca. Henrique hesitou, mas eu já tava decidida. Levaram o cão pro quarto. Ele já estava com o pau vermelho pra fora, enorme, mais de 30 cm, grosso, pingando. Henrique colocou meias nas patas dele, me lubrificou bastante com KY. Fiquei de quatro, barriga pendurada.
O dog montou rápido. Henrique guiou a ponta e ele acertou. Meteu tudo de uma vez, arrombando minha buceta grávida.
- Aaaahhh! Porra, tá me arrombando! – gritei, sentindo a barriga empurrar pra frente a cada bombada violenta.
Era selvagem. Cada estocada me fazia ver estrelas. Pedi a pica do Duda pra chupar. Enquanto o cão me fodia, Ana e Henrique se pegaram do lado. O nó entrou depois de uns bons minutos, inchando dentro de mim. O cão gozou jatos quentes, enchendo minha buceta de porra canina. Gozamos todos juntos, eu uivando de prazer.
Saí com porra escorrendo pelas coxas. Henrique me deitou, preocupado.
- Você abusou, amor.
- Tô bem… só preciso descansar um pouco.
Mais tarde eles saíram. Marcos ficou “cuidando” de mim. Quinze minutos depois ele entrou no quarto.
- Melhorou?
- Sim. Quero você. Quero sentir dor hoje, ser amarrada e fodida sem dó.
Ele sorriu, olhos brilhando.
- Seu pedido é uma ordem.
Me amarrou na poltrona, pernas bem abertas, braços pra trás. Amarrrou meus seios inchados até ficarem roxos, leite escorrendo sem parar dos bicos.
- Tenho uma surpresa – disse, chamando Billi, um negro alto, forte, lindo, que esperava lá fora.
Billi entrou, já tirando a roupa. Me beijou com força, enfiou dois dedos grossos na minha buceta aberta.
- Caralho, que buceta gostosa e grávida – rosnou.
Marcos mamava meus seios, bebendo leite. Billi colocou o cacete enorme na minha boca. Chupei com fome, babando, engasgando. Depois ele meteu com tudo na buceta, sem piedade.
- Aaaaiii! Tá me rasgando! – gritei, mas ele não parou. Estocadas brutais, fundo, rápido. Marcos teve que segurar ele um pouco.
Billi gozou enchendo minha buceta de porra grossa. Me desamarraram, me deitaram. Eu ainda queria mais.
- Quero os dois agora. Me fodem juntos.
Billi sentou na poltrona, cacete pra cima. Sentei no cu dele, engolindo tudo. Marcos veio na frente e meteu na buceta apertada. Dupla penetração. Começaram devagar, depois aceleraram. Minha barriga atrapalhava um pouco, mas o prazer era insano.
- Isso, me arrombem! Mais fundo! – eu gemia desesperada.
- Porra, que buceta e cu apertados – Marcos grunhia.
- Tá gostando de levar duas picas, sua puta grávida? – Billi perguntava, metendo forte no cu.
Gozamos alucinados, eu tremendo inteira, leite jorrando. Depois trocamos: Marcos no cu, Billi na buceta. Uma hora de foda bruta, sem parar. No final pedi pra descansar. Billi saiu antes de Henrique voltar.
Os quatro dias foram loucura pura. Sempre que ficávamos sozinhos, Marcos e eu fazíamos sacanagens pesadas. Ana me pegava toda hora. Ela começou a me deixar com plugs na buceta e no cu o tempo todo. Um plug grosso no cu me deixava calma, roçando o grelinho por dentro. Descobri que virava uma ninfomaníaca completa. Transava com qualquer um, sem medo, sem vergonha. Pica, buceta, cu, boca, tudo era pra ser usado.
Numa tarde, Ana me pegou no quarto. Me fez deitar, abriu minhas pernas e enfiou a língua fundo.
- Que buceta gulosa… ainda tá inchada do dog e das picas – ela disse, chupando meu grelinho inchado.
- Aaaah, Ana… me come! – eu gemia, segurando a cabeça dela.
Ela colocou um plug grande no cu, depois me fodeu com um consolo enorme enquanto eu chupava os peitos dela. Gozei jorrando, leite escorrendo.
Henrique me comia com carinho, mas eu pedia força. Duda e Marcos revezavam. O dog ainda entrou mais duas vezes, me enchendo de porra quente, o nó travando dentro enquanto eu uivava de prazer.
Na última noite, todos juntos. Me colocaram no centro da cama. Marcos no cu, Henrique na buceta, Ana sentando na minha cara, Duda mamando meus peitos. Billi apareceu de novo e enfiou a pica na boca. Fui penetrada em todos os buracos, leite jorrando, porra escorrendo. Gemidos ecoavam pela chácara.
- Mais forte! Me arrombem! Quero gozar de novo! – eu gritava entre uma chupada e outra.
- Toma, sua vadia grávida! Engole tudo! – eles respondiam, metendo sem parar.
Gozei tantas vezes que perdi a conta. Saí dali mais viciada do que nunca. A gravidez só aumentou minha fome. Hoje em dia, com o plug sempre no cu e buceta molhada, eu procuro pica o tempo todo. Sem limites, sem vergonha. Só tesão puro.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Gravida e insaciável!

Codigo do conto:
266285

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
06/07/2026

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