A tarde de sábado em Várzea Grande estava quente pra cacete, o sol batendo forte no quintal da casa dos pais dela. Ana, com seus 1,67m e 54kg de puro tesão acumulado, vestia só um shortinho velho e uma camiseta fina, molhados do banho que dava no Rick. O cachorro, mestiço de fila, grande, forte e brincalhão, sacudia o corpo enquanto ela passava a mão na barriga dele, descendo devagar até as partes de baixo. - Porra, Rick... você fica assim toda vez que eu te lavo aí embaixo, né? – murmurou ela baixinho, sentindo o coração acelerar. A ponta vermelha do pau do cachorro já começava a aparecer, brilhando, saindo da bainha. Ana sentiu a buceta latejar na hora. Fazia tempo que não transava com ninguém desde a separação. O marido ciumento tinha ido embora, deixando só o filho que ela amava, mas deixando um vazio enorme entre as pernas. Agora, sozinha com o Rick no quintal, a curiosidade virava tesão bruto. Ela terminou o banho rápido, soltou o cachorro e ficou observando ele correr, chacoalhar a água e rolar na grama. Depois foi pro tanque lavar roupas. Foi aí que o Rick chegou perto, pegou uma calcinha velha dela no cesto e começou a cheirar e lamber o forro com sofreguidão, a língua grossa passando no tecido manchado. Ana parou tudo. A buceta dela já estava encharcada, o short marcando o contorno dos lábios. - Caralho... olha só pra isso. Você quer mesmo é a dona da calcinha, né, seu safado? Ela sentou na grama, chamou o Rick. Ele veio com a calcinha na boca, babando. Colocou a cabeça grande no colo dela, o focinho frio roçando na coxa. A língua dele lambeu por cima do short, passando nas bordas da buceta. Ana abriu as pernas um pouco, gemendo baixinho. Do campo de futebol ao lado vinham gritos dos jogadores. Ela ficou preocupada, mas o tesão era maior. Levantou rápido. - Vem, Rick. Pra lavanderia. Agora. No quartinho improvisado de canil, sem porta, ela tirou a roupa toda. Ficou nua, de quatro em cima da colcha velha que cheirava forte a Rick – suor de cachorro, terra, macho. Abriu bem as pernas, mostrando a buceta rosada, inchada, pingando. - Olha pra essa buceta, Rick. Tá toda molhada pra você, seu cachorro tarado. O Rick veio, focinho frio tocando primeiro nas coxas, depois subindo. A língua áspera e rápida acertou em cheio a grutinha dela. Lambidas rápidas, certeiras, lambendo o grelinho inchado, descendo pros lábios da buceta, subindo pro cu. - Aaaahhh... porra... que língua gostosa, caralho! Lambe mais fundo, vai! Ana se abriu com as mãos, empinando a bunda. A língua do Rick entrava, saía, lambia o cuzinho piscando, voltava pro clitóris. Ela tremia inteira, gemendo cada vez mais alto. - Isso... assim... chupa minha buceta, Rick! Ahhh... vou gozar... vou gozar na sua língua! O orgasmo veio forte, as pernas tremendo, buceta contraindo, jorrando um pouco de tesão na cara do cachorro. Ela olhou pra trás e viu o pau dele todo pra fora: enorme, vermelho, veioso, com aquela cabeça quadrada brilhando, pingando líquido. Ana se virou, de joelhos, segurou aquele pintão quente com as duas mãos. - Meu Deus... que pica monstruosa. Olha o tamanho disso. Passou a ponta da língua na cabeça. Gosto forte de urina, mas o tesão era tanto que ela não parou. Começou a masturbar, vendo o pau crescer mais, latejando. O Rick esguichava um líquido incolor, pegajoso, sem cheiro quase. Ela cheirou, lambeu. - Porra, não tem gosto ruim não... quero tudo. Abriu a boca e engoliu a cabeça quadrada. Chupava com fome, cuspindo o líquido, depois engolindo. A boca esticada, saliva escorrendo pelo queixo. - Mmmmmm... que pauzão gostoso... chupo sua pica, Rick... me dá mais! O cachorro gemia baixo, quadril se mexendo. De repente o pau inchou mais, e uma enchurrada de porra quente, grossa, asperosa jorrou na garganta dela. Ana engoliu o máximo que pôde, mas transbordou pela boca, escorrendo nos peitos pequenos, na barriga. - Caralho... quanta porra... tá me afogando, seu macho! Cansada, sentou. O Rick lambia o próprio pau. Mas Ana ainda queria mais. Voltou de quatro, abriu tudo. - Vem, Rick. Quero esse cacetão dentro de mim. Ele lambeu de novo as coxas molhadas, a buceta encharcada, o cu. Depois subiu nas costas dela, unhas arranhando a pele. A pica batia contra a bunda, errando o buraco. Ana esticou a mão, guiou a cabeça quadrada pra entrada da buceta faminta. - Enfia, vaaai... me arromba! De repente ele acertou e entrou tudo de uma vez, até o fundo, batendo no útero. - Aaaaiiii... porraaa! Que pica enorme! Tá me rasgando! Dores misturadas com prazer insano. O Rick bombava rápido, selvagem, o pau entrando e saindo com velocidade animal. As unhas dele marcavam as costas dela, a barriga dele batendo na bunda arrebitada. - Isso... fode sua cadela... me fode com essa pica grossa! Ahhh... ahhh... mais fundo! A dor passou, só ficou tesão. O pau dele começou a inchar dentro dela, o nó se formando, esticando as paredes da buceta. - Caralhoooo... tá inchando... me abre toda! Vou gozar de novo! Ana gozou gritando, buceta apertando o pau monstruoso, leite escorrendo pelas coxas. O Rick saiu de cima, mas ficaram grudados bundas com bundas, o nó preso dentro dela. Ela mexia o quadril, sentindo o pauzão todo pulsando lá no fundo. - Que delícia... tá me enchendo... goza de novo, Rick... me inunda! Outro orgasmo veio, mais forte. Ela apertava a xana, ordenhando a pica. De repente ele subiu de novo, bombando mais forte, e uma segunda carga de porra jorrou como mangueira, enchendo o útero, transbordando. - Aaaahhh... tá jorrando tudo dentro! Sinto meu útero cheio... porra quente pra caralho! Quando o nó amoleceu um pouco, veio o barulho molhado, o pau saindo com um plop, e uma cachoeira de porra escorrendo da buceta aberta, pingando na colcha. Ana caiu de lado, pernas abertas, exausta. O Rick lambia o próprio pau, depois lambia a porra toda que tinha escorrido no chão e na colcha. Depois veio pra ela, enfiando a língua fundo na buceta arrombada, limpando tudo. - Isso... me limpa com essa língua... aaaah... vou gozar de novo! Mais um orgasmo, gemendo desesperada, mãos apertando os peitos pequenos. Depois ela se levantou, pernas bambas, vestiu o short e a blusa molhados. Foi pro quarto, se olhou no espelho: cabelos bagunçados, olheiras, marcas de unhas nas costas, buceta vermelha, inchada, aberta, escorrendo ainda. No banho quente, ficou quase uma hora, dedos dentro da xana lavando a porra grossa. Deitou e dormiu pesado, acordando só com o filho chamando. - Mãe! Cheguei! Inventou gripe e passou o dia na cama, a buceta ainda ardendo, lembrando da foda animal. Daquele dia em diante, Ana virou cadela do Rick de verdade. Toda vez que os pais saíam, ela chamava ele pro quartinho. Às vezes ficava de quatro, outras deitada de pernas abertas, deixando ele lamber horas, depois chupava aquela pica vermelha até engolir porra quente, depois deixava ele montar e arrombar a buceta e até o cu quando tinha coragem. Uma tarde, semanas depois, ela estava mais safada que nunca. Tinha passado óleo no cuzinho, preparando. - Hoje você vai comer meu cu também, Rick. Quero sentir essa pica grossa abrindo meu rabinho. De quatro, colcha nova, ela abriu as nádegas. O Rick lambeu o cu com vontade, língua entrando um pouco. - Isso... prepara meu cu... lambe gostoso. Depois guiou o pau. A cabeça quadrada forçou a entrada apertada. - Aaaai... devagar... tá rasgando meu cu! Ahhh... enfia mais! Centímetro a centímetro, a pica enorme entrou no cu dela, queimando, esticando. Quando o nó inflou, ela gritava de prazer e dor misturados. - Fode meu cu, seu cachorro! Me arromba! Vou virar sua puta de cu! Gozou várias vezes, o cu piscando apertando o pau, até ele encher o intestino de porra quente. Quando saiu, o cu ficou aberto, escorrendo porra, e ela enfiava dedos, lambia, sentindo o gosto forte. - Sou sua cadela mesmo... nada se compara a essa pica de cachorro. Outras vezes ela deitava de lado, deixava ele lamber a buceta enquanto ela chupava o pau dele em 69 animal. Engolia porra enquanto gozava na língua dele. Às vezes filmava escondido no celular, assistia depois no quarto, se masturbando lembrando. Anos se passaram, Rick envelhecendo mas ainda macho pra caralho. Ana saía com homens de vez em quando, mas nenhum chegava aos pés. Voltava pra casa, tirava a roupa e chamava o Rick. - Vem, meu macho. Come sua cadela de novo. E ele vinha, lambendo, montando, enchendo ela de porra grossa, fazendo ela gozar como louca, gemendo desesperada no quartinho. - Aaaahhh... Rick... me fode... sou toda sua... porra... goza dentro... me enche! Até hoje, sempre que pode, Ana se entrega ao prazer proibido, virando a cadela vadia do Rick, buceta e cu sempre prontos pra aquele pintão vermelho e veioso que ninguém mais consegue substituir.
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