Meu pai, e que pai!

- Laurinha, minha filha... que safadeza é essa que você tá fazendo com o papai? - ele rosnou, a voz rouca de sono e tesão misturados, enquanto seus olhos castanhos se fixavam nos meus com uma fome que eu nunca tinha visto.
Eu ainda tinha o pau dele na boca, quente, latejando, todo melado com o resto de porra que não consegui engolir de primeira. Meu coração batia tão forte que parecia que ia sair do peito. Aos 18 anos, ali estava eu, de camisolinha fina que mal cobria a bunda, ajoelhada na cama do meu próprio pai, com a boca cheia daquele mastro grosso que eu tinha acabado de mamar até o último jato.
- Eu vi o senhor fodendo a empregada ontem, papai... - respondi, lambendo os lábios devagar, sentindo o gosto salgado dele ainda na língua. - Aquela pica socando forte na buceta dela me deixou molhada pra caralho. Quero que o senhor faça o mesmo comigo. Quero ser sua putinha agora.
Ele não respondeu com palavras. Em vez disso, agarrou meus cabelos claros com firmeza, puxando minha cabeça pra cima até nossos rostos ficarem bem perto. O cheiro dele, suor misturado com porra, me deixava louca. Senti sua mão grande descendo pela minha cintura, apertando aquela curva que sempre deixava os caras doidos, e então subindo até apertar um dos meus seios empinadinhos por cima da camisola.
- Sua bucetinha tá ardendo, é? - murmurou ele, a voz baixa e perigosa. - Então vem cá, filhinha. Papai vai te ensinar como uma mulher de verdade goza.
Ele me jogou de costas na cama com facilidade, o corpo musculoso de 1,81 de altura pairando sobre mim. Eu abri as pernas sem vergonha nenhuma, mostrando a calcinha já encharcada. Ele puxou o tecido pro lado com um dedo grosso e olhou direto pra minha xana lisinha, rosada, brilhando de tesão.
- Olha só essa bucetinha virgem... tão apertadinha, tão molhada pro pau do papai. - Ele passou a ponta do dedo no meu grelinho inchado, circulando devagar, me fazendo arquear as costas e soltar um gemido desesperado.
- Ahhh... papai... por favor... me fode... - implorei, a voz tremendo.
Ele não teve pressa. Baixou a cabeça e lambeu minha buceta de baixo pra cima, devagar, saboreando cada gota do meu mel. Quando a língua dele encontrou o grelinho, chupou com força, sugando como se quisesse tirar minha alma por ali. Eu gritei, as coxas malhadas apertando a cabeça dele.
- Isso, papai! Chupa minha bucetinha... ai, caralho, que delícia! - gemia alto, sem me importar se a empregada ouviu ou não.
Ele enfiou dois dedos grossos dentro de mim enquanto continuava mamando meu clitóris. Meu corpo inteiro tremia. Eu nunca tinha sentido nada parecido. A pressão subia rápido, desesperada. Gozei pela primeira vez na boca dele, jorrando um líquido quente que ele lambeu tudo, gemendo de satisfação.
- Boa garota... gozou gostoso pra papai. Agora vai sentir essa pica te abrindo inteira.
Ele se posicionou entre minhas pernas, a cabeçorra roxa roçando na entrada da minha buceta virgem. Eu olhava hipnotizada pro pau dele: grande, grosso, veias saltadas, ainda brilhando da minha saliva e da porra anterior.
- Vai devagar no começo, papai... mas depois quero tudo - pedi, mordendo o lábio.
Ele empurrou devagar. Senti a cabeça esticando minha entrada, queimando um pouco, mas o tesão era maior que qualquer dor. Centímetro por centímetro, aquela tora foi entrando, me preenchendo como eu nunca imaginei.
- Uhhhhh... tá tão apertada, filhinha... essa buceta tá engolindo o pau do papai... - rosnou ele, os músculos do peito brilhando de suor.
Quando estava todo dentro, ele parou, me dando tempo pra me acostumar. Eu sentia ele pulsando lá no fundo, tocando lugares que eu nem sabia que existiam. Então ele começou a se mover. Devagar no início, depois mais forte, mais fundo. O som molhado da pica entrando e saindo da minha buceta enchia o quarto.
- Aiiiii, papai! Me fode! Socaaa! - eu gritava, as unhas cravando nas costas dele.
Ele acelerou, batendo forte, as bolas pesadas estalando contra minha bundinha safada. Cada estocada fazia meus seios balançarem. Ele pegou um mamilo na boca, chupando enquanto metia sem parar.
Eu gozei de novo, o corpo convulsionando, a buceta apertando o pau dele como um punho.
- Isso, goza no pau do papai, sua putinha incestuosa! - ele grunhia, sem parar de socar.
Ele me virou de quatro, exatamente como tinha feito com a empregada. Minha cara afundou no travesseiro enquanto ele agarrava minha cintura e voltava a meter com força. O ângulo era perfeito, a pica batendo direto no meu ponto G.
- Olha esse cu arrebitado... - ele disse, dando um tapa forte na minha bunda que deixou marca vermelha. - Um dia papai vai foder esse cuzinho também.
A ideia me deixou ainda mais louca. Eu empinava a bunda pra trás, encontrando cada estocada.
- Sim, papai! Fode minha buceta, fode meu cu, me usa como quiser! Sou sua vadia!
Os gemidos dele ficaram mais roucos, mais desesperados. Eu sentia o pau inchando ainda mais dentro de mim.
- Vou gozar, filhinha... vou encher essa bucetinha de porra quente...
- Goza dentro, papai! Me enche toda! - implorei, rebolando contra ele.
Com um urro alto, ele explodiu. Jatos grossos e quentes jorraram fundo dentro de mim, tanto que escorria pela minha coxa. Eu gozei junto, o orgasmo tão intenso que minha visão ficou branca por segundos.
Caímos os dois na cama, ofegantes, suados, o corpo dele ainda sobre o meu. A pica ainda semi-dura dentro da minha buceta pulsando.
- Isso foi só o começo, Laurinha - sussurrou ele no meu ouvido, mordiscando minha orelha. - Papai vai te foder todos os dias dessas férias. Essa buceta agora é minha.
E foi o que ele fez. Durante aqueles dias em que mamãe estava fora, viramos amantes insaciáveis. De manhã eu acordava com a boca cheia do pau dele. Na cozinha, ele me comia em pé contra a pia, meus gemidos ecoando enquanto a empregada estava de folga. No banheiro, ele me fodia no chuveiro, água quente escorrendo pelos nossos corpos enquanto eu chupava aquela pica até ele gozar na minha cara. À noite, ele me ensinava a cavalgar, eu quicando desesperada, os seios pulando, gritando palavras sujas que eu nem sabia que conhecia.
- Papai, sua pica é tão grande... tá me destruindo a buceta! - eu gemia, rebolando mais rápido.
- Isso, monta no pau do papai, sua safada. Mostra como quer leitinho - ele respondia, apertando minha bunda.
Uma vez ele me pegou no sofá da sala, me fazendo sentar no colo dele de frente pro espelho grande. Eu via tudo: minha bucetinha esticada engolindo aquela grossura, meu rosto contorcido de prazer, os olhos dele brilhando de luxúria.
- Olha como você tá gostosa sendo comida pelo próprio pai - ele sussurrava, uma mão no meu grelinho, a outra apertando um seio.
Eu gozava olhando pra cena, hipnotizada pela sacanagem.
No último dia antes da mamãe voltar, ele me fodeu no meu quartinho, o mesmo onde eu tinha visto ele com a empregada. Me comeu de todas as formas possíveis. Primeiro na buceta, depois, quando eu já estava molhada demais, ele cuspiu no meu cuzinho virgem e foi enfiando devagar.
- Relaxa o cu, filhinha... papai vai te arrombar gostoso.
A dor misturada com prazer era insana. Quando ele estava todo dentro, começou a meter mais rápido. Eu gritava, o travesseiro abafando meus gemidos desesperados.
- Aiiiii, caralho! Tá fundo demais! Me fode o cu, papai!
Ele gozou dentro da minha bundinha, enchendo de porra quente. Eu gozei só com ele no meu cu, sem nem tocar no grelinho.
Depois, deitados, suados e exaustos, ele me abraçou forte.
- Você é minha agora, Laurinha. Sempre que quiser, papai tá aqui pra te foder até você não aguentar mais.
Anos depois, com 24 anos, ainda me lembro de cada detalhe, de cada estocada, de cada jato de porra. Toda vez que fico excitada sozinha, é nisso que penso. E às vezes, quando papai vem me visitar e mamãe não tá, a gente repete tudo... porque essa tara nunca passou. Pelo contrário, só aumentou.
Naquela primeira semana inteira, nosso desejo parecia não ter fim. Depois daquela primeira foda selvagem no quarto dele, mal esperamos cinco minutos e já estávamos nos pegando de novo. Eu desci beijando o peito musculoso, lambendo os gominhos da barriga até chegar naquela pica que já estava meio dura de novo. Segurei com as duas mãos, porque uma só não dava conta da grossura.
- Olha esse monstro... tão lindo, tão cheiroso de buceta e porra misturada - murmurei, antes de enfiar na boca o máximo que conseguia.
Ele gemia baixo, a mão na minha cabeça guiando o ritmo.
- Chupa gostoso, filha... mame a pica que te fez mulher.
Eu babava inteiro, chupando as bolas, lambendo o saco, voltando pra cabeçorra e engasgando de propósito pra sentir ele fundo na garganta. Ele fodia minha boca com estocadas curtas, me fazendo lacrimejar de tesão.
Depois me carregou pro banheiro. Debaixo do chuveiro quente, ele me ergueu no colo, minhas pernas ao redor da cintura dele, e me desceu devagar no pau. A água escorrendo pelos nossos corpos enquanto ele me comia em pé, forte, batendo fundo.
- Sente como papai te segura firme... vai, rebola nessa pica - ordenava.
Eu rebolava como uma puta, gemendo no ouvido dele:
- Me rasga, papai... quero sentir essa pica me abrindo toda...
Gozei ali mesmo, as pernas tremendo, quase caindo se ele não me segurasse.
As noites eram as melhores. Ele me amarrava de brincadeira com as gravatas dele, me deixando de quatro na cama, bundinha pra cima, e me comia devagar, torturando meu grelinho com os dedos enquanto a pica entrava e saía preguiçosa.
- Por favor, papai... mete mais forte... não aguento mais essa tortura... - suplicava, desesperada.
Quando ele finalmente acelerava, era como um furacão. O quarto inteiro cheirava a sexo, suor, porra. Eu perdia a conta de quantas vezes gozei.
Numa tarde, a empregada quase nos pegou. Eu estava de joelhos na sala, chupando ele enquanto ele assistia TV. Quando ouvimos barulho na porta, ele me puxou rápido pro quarto, mas não parou. Me fodeu ali mesmo, contra a porta, mão na minha boca pra abafar os gemidos enquanto ele metia fundo.
- Shhh... quietinha, sua safada... não pode fazer barulho - sussurrava, mas continuava socando sem piedade.
Eu mordia a mão dele de prazer, gozando em silêncio, o corpo inteiro vibrando.
Foram dias de pura luxúria. Eu aprendi a engolir porra sem derramar nada, a cavalgar como uma profissional, a pedir pra ele gozar no meu rosto, nos meus seios, dentro de todos os meus buracos.
E cada vez que ele me chamava de "filhinha" ou "putinha do papai" enquanto metia, eu me derretia inteira.
Essa é só parte da minha história, pessoal. Se quiserem mais detalhes de outras vezes que transamos, é só pedir. Porque eu adoro contar... e adoro reviver cada segundo chulo e delicioso.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Meu pai, e que pai!

Codigo do conto:
266217

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/07/2026

Quant.de Votos:
2

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