Ele deixou a esposa sozinha com o funcionário, daí não deu em outra!

Henrique, ou Rico como todo mundo chamava, estava sentado no banheiro de um hotel em outra cidade, o celular na mão tremendo levemente. Ele tinha viajado para fechar uns contratos chatos de contabilidade, mas o que via na tela das câmeras escondidas do escritório era muito mais quente do que qualquer reunião. Eram quase 14h30. O boy tinha saído para o banco e não voltaria. Só ficaram Izadora e Anderson.
Izadora, sua princesa de 1,74m, corpo de 65kg perfeito, peitos médios durinhos que balançavam gostoso dentro do vestido dourado apertado, bunda redonda e empinada que fazia qualquer homem babar. Cabelos longos caindo pelas costas, salto alto preto, aquela aparência de mulher de patrão que fazia os caras do escritório sonharem em foder ela.
- Porra, Izadora... você tá louca? - Anderson murmurou baixinho, abraçando ela por trás da cadeira.
Ela virou o rosto com um sorriso safado, daqueles que Rico conhecia bem.
- Cala a boca e me beija, seu safado. Tô molhada desde que você encostou em mim hoje cedo.
Eles se beijaram na boca como dois namorados famintos. Línguas se enrolando, saliva escorrendo no canto dos lábios dela. Rico sentiu o pau endurecer na hora dentro da calça. A mulher dele, a mesma que ele montava como cadela em casa, estava ali se oferecendo pro funcionário.
Anderson virou ela de costas, sentou na cadeira do próprio Rico e ergueu o vestido dourado até a cintura. A bunda branquinha e perfeita de Izadora apareceu, engolida por um fio dental dourado fininho que mal cobria o cuzinho rosado e a bucetinha depilada.
- Olha essa bunda, caralho... que delícia - ele disse, apertando as carnes com as duas mãos.
Deu um tapa forte. O som ecoou. Izadora gemeu baixinho.
- Aiiiii, porra... bate mais, Anderson. Marca essa bunda que é do meu marido.
Ele bateu de novo, mais forte. A pele ficou vermelha. Depois baixou o rosto e começou a beijar, chupar, morder aquelas nádegas gostosas. A língua dele deslizou pelo rego, empurrando o fio dental pra dentro do cu dela.
- Hmm... seu cu tá cheirando a putinha safada - ele rosnou, puxando o fio pra cima, fazendo ele entrar mais fundo no cuzinho.
Izadora arqueou as costas, empinando mais.
- Chupa meu cu, amor... lambe gostoso. Meu marido nunca faz assim tão devagar.
Anderson obedeceu. A língua dele circulava o cuzinho, entrava, saía, lambia o rego todo. Ele tirava o fio dental, enfiava de novo, esticava o tecido fino contra o grelinho dela. Izadora tremia, gemendo cada vez mais alto.
- Aiiii caralho... que língua boa, seu safado. Tá me deixando louca.
Rico, no banheiro do hotel, já tinha tirado o pau pra fora e batia punheta devagar, hipnotizado.
Anderson levantou, tirou toda a roupa. O cacete dele pulou pra fora, enorme, uns 20cm de rola grossa, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Izadora olhou com olhos brilhando.
- Puta que pariu... que pica grande. Vem aqui, deixa eu mamar esse monstro.
Ela sentou na cadeira, de frente pra ele, ainda de salto e fio dental. Segurou o pau com as duas mãos e começou a chupar. Primeiro a cabeça, lambendo devagar, rodando a língua na glande.
- Hmm... tá tão gostoso... cheiro de homem - ela gemeu.
Desceu lambendo toda a extensão, até as bolas pesadas. Chupou uma, depois a outra, enfiando na boca, sugando.
- Chupa as bolas do macho, vadia - Anderson mandou, segurando os cabelos longos dela.
Ela obedeceu, babando tudo. Depois subiu de novo e engoliu o quanto conseguiu, engasgando um pouco, olhos lacrimejando.
- Isso... engole mais fundo, porra. Sua boca é quente demais.
Ele tirou o vestido dela completamente. Izadora ficou só de salto alto, peitinhos durinhos apontando pra cima, bicos rosados duros. Anderson chupou os peitos, mordeu de leve, desceu pela barriga e arrancou o fio dental com os dentes. A bucetinha dela estava encharcada, brilhando, lábios inchados.
- Olha essa buceta melada... tá pingando pra mim - ele disse, abrindo as pernas dela e enfiando a cara.
A língua dele atacou o grelinho, sugando forte, dois dedos entrando fundo na buceta apertada.
- Aiiiiii meu Deus... chupa meu grelinho, Anderson! Porra, assim... vou gozar na sua boca se continuar!
Ela segurava a cabeça dele, rebolando contra o rosto. Gemidos desesperados enchiam o escritório.
- Hmm... ahhh... caralho... tá bom demais!
Rico gozou um pouco ali, segurando o pau, mas não parou de assistir.
Anderson levantou ela.
- Desfila pra mim, vadia. Quero ver essa bundinha andando de salto.
Izadora sorriu safada, passou a língua nos lábios e começou a desfilar pelada pelo escritório, rebolando, apertando os peitos, abrindo as pernas um pouco. Anderson batia punheta olhando.
- Que puta gostosa... vem aqui agora.
Ele pegou ela, colocou de bruços na mesa do Rico, barriga encostada, peitos esmagados contra a madeira, bunda empinada, saltos firmes no chão. Lambeu o cu e a buceta por trás, enfiando a língua fundo.
- Tá pronta pra levar vara, sua casada safada?
- Enfia logo essa pica grande, porra. Quero sentir você me arrombando.
Ele posicionou a cabeça grossa na entrada da buceta e empurrou devagar. Izadora se encolheu toda.
- Aiiiiii... caralho... tá grande demais... vai devagar... ahhh!
Mas ele não parou. Enterrou tudo de uma vez, até as bolas encostarem na bucetinha. Izadora gritou de prazer e dor misturados.
- Porraaa... me encheu toda! Tá batendo no fundo do meu útero, seu filho da puta!
Ele começou a meter forte, segurando a cintura dela. O som de bolas batendo na bunda ecoava.
- Toma, vadia. Essa buceta é minha agora quando o Rico viaja.
- Sim... fode minha buceta... mais forte! Ahhh... caralho... que delícia!
Ele metia como um animal. Izadora choramingava, gemia, arranhava a mesa.
- Vou gozar... porra... vou gozar na sua pica!
Anderson acelerou, segurando ela firme.
- Eu também... toma porra, sua puta!
Eles gozaram juntos, ele jorrando dentro dela, enchendo a buceta de porra quente. Izadora tremia inteira, pernas bambas.
- Aiiii meu Deus... gozei tanto... tá escorrendo pela minha perna...
Rico, no hotel, gozou de novo vendo aquilo.
No dia seguinte, quando Rico voltou, Izadora foi pra casa mais cedo. Mal ele chegou, ela já estava em cima dele.
- Saudade de você, amor - ela disse, beijando ele com a mesma boca que tinha chupado o Anderson.
Eles foderam igual. Rico montou ela de quatro, enfiando a pica na buceta ainda melada da porra do outro, mas ela não sabia que ele sabia. Ele fodeu com mais força que nunca, pensando no vídeo.
- Toma, sua vadia. Essa buceta tá mais aberta hoje, hein?
- É sua, amor... fode gostoso - ela gemia, rebolando.
Mas Rico sabia a verdade. E aquilo só deixava ele mais tarado.
Nas próximas viagens, as câmeras mostraram mais. Anderson ia pra casa deles. Entrava com a chave que Izadora tinha dado. Rico via tudo do celular.
Uma tarde, Anderson chegou, Izadora estava de vestido curto de casa. Mal fechou a porta, ele já empurrou ela contra a parede.
- Tava louco pra comer essa buceta de novo.
- Então come, safado. Meu marido viajou de novo.
Ele tirou o vestido, deixou ela só de calcinha. Chupou os peitos, mordeu os bicos. Desceu e arrancou a calcinha, enfiando dois dedos na buceta.
- Sempre molhada pra mim, né?
- Sempre... chupa meu grelinho agora.
Ele ajoelhou, sugou o clitóris com força, dedos metendo rápido. Izadora segurava a cabeça dele, gemendo alto.
- Aiiiii... isso... lambe minha buceta toda... porra, que boca boa!
Depois ele levantou, virou ela de costas, empinou a bunda e enfiou a pica grossa na bucetinha de uma vez.
- Ahhh... me arromba, Anderson! Mete fundo!
Ele fodeu ela em pé, contra a parede, depois no sofá, depois na cama do casal. Montou ela de quatro, puxando os cabelos longos como rédea.
- Diz que você é minha puta quando ele viaja.
- Sou sua puta... fode meu cu agora, por favor!
Ele cuspiu no cuzinho, enfiou o dedo, depois a pica devagar. Izadora gritava de prazer.
- Aiiiii caralho... tá abrindo meu cu... mete tudo, vai!
Ele enterrou até o talo, metendo forte, bolas batendo.
- Toma no cu, vadia. Que cuzinho apertado!
Ela gozou gritando, corpo convulsionando. Ele puxou e gozou na cara dela, jatos grossos de porra cobrindo os lábios, olhos, peitos.
- Abre a boca, engole.
Izadora obedeceu, lambendo tudo que conseguia.
Rico assistia tudo, pau na mão, gozando junto. Ele adorava aquilo. Sabia que a mulher dele era uma puta safada, mas ela continuava carinhosa com ele, as trepadas em casa eram nota mil. E ele planejava comer a Ritinha, esposa do Anderson, pra equilibrar.
Nas semanas seguintes, as cenas se repetiram. No escritório, na casa, até no banheiro do trabalho uma vez. Izadora de joelhos mamando a pica enorme, engolindo até as bolas, engasgando, baba escorrendo. Anderson fodendo ela na mesa, na cadeira, no chão. Sempre com gemidos desesperados:
- Mais forte... me quebra, porra!
- Enche meu cu de porra!
- Quero gozar de novo... não para!
Rico vivia com o pau meio duro o tempo todo, excitado com a safadeza da esposa. Ele nunca confrontou. Preferia assistir, bater punheta e foder ela depois, imaginando a pica do outro ainda dentro dela.
Uma noite, depois de mais uma foda intensa no motel que Rico levou Izadora, ele perguntou casualmente:
- Amor, você me trairia algum dia?
Ela riu, beijando o peito dele.
- Nunca, meu amor. Você é o único.
Rico sorriu no escuro. Sabia a verdade. E aquilo só deixava tudo mais gostoso.
A safadeza continuava. E ele, Rico, o corno feliz, não queria que parasse nunca.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Ele deixou a esposa sozinha com o funcionário, daí não deu em outra!

Codigo do conto:
266116

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
04/07/2026

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