Bruna aqui, 24 anos agora, mas essa história é de quando eu tinha 18. Magrinha, branquinha de pele que quase brilha no escuro, cabelo preto comprido caindo bem abaixo da bunda, seios pequeninos que cabiam na mão, coxas um pouco mais cheinhas e um bumbum redondinho bem marcado. Eu frequentava a igreja evangélica desde pequena por causa dos meus pais, que eram daqueles devotos de verdade. Sempre fui comunicativa, todo mundo me gostava lá. Depois que eu comecei a menstruar de verdade e o corpo foi amadurecendo, o Guilherme, um amigo de 18 anos, começou a me olhar diferente. Ele era alto, magro, de óculos, o nerd clássico da igreja, mas já tinha namorado antes. Me elogiava toda hora, falava que eu estava cada dia mais linda, mais cheirosa, me abraçava apertado, beijava minha bochecha. Não demorou muito e ele apareceu na minha casa pedindo namoro pra meus pais. Eles acharam o máximo a filhinha deles começar a namorar com outro crente. Eu nunca senti uma atração louca por ele, mas ele me tratava bem e meus pais tinham aprovado, então a gente começou. Na primeira semana de namoro o culto dos jovens acabou mais cedo. Ele me levou pra casa. Meus pais ainda estavam na igreja. A gente entrou e, assim que a porta fechou, ele me agarrou pela cintura e me puxou pra um beijo. Foi meu primeiro beijo de verdade. A língua dele entrou na minha boca quente, molhada, lambendo a minha. Eu fiquei dura de surpresa no começo, mas o cheiro dele, o gosto, a mão dele apertando minha bunda por cima da saia… minha buceta esquentou na hora. Fiquei molhadinha rapidinho, a calcinha grudando nos lábios. Ele me puxou pro sofá, sentou e me colocou no colo de frente pra ele. As pernas abertas, a saia subindo, minha bucetinha direto em cima do pau duro dele, que marcava tudo na calça social. Dava pra sentir o volume, o calor, a cabeça latejando. Ele me beijava com fome, gemendo baixo na minha boca. - Porra, Bruna… você tá tão gostosa… sua bocetinha já tá quente em cima da minha pica… As mãos grandes dele apertavam minha bunda, me empurrando pra baixo, esfregando minha buceta molhada no pau dele. Eu gemia sem conseguir segurar, a boca aberta contra a dele. - Ahhh… Gui… tá esquentando tudo… minha buceta tá pingando… Ele me levantou um pouco, puxou a saia pra cima e passou a mão por baixo, tocando a calcinha encharcada. - Caralho, tá encharcada… cheira a putinha… deixa eu ver essa bucetinha… Me tirou do colo, me levou pro quarto. Fechou a porta. Tirou minha saia e a calcinha num movimento só. Fiquei só de blusa, as pernas tremendo. Ele ficou ajoelhado na minha frente, olhando pra minha buceta virgem inchada, os lábios rosados brilhando de tesão, o grelinho saltadinho e molhado. - Que bucetinha linda… toda inchada… cheirosa… deixa eu chupar essa putinha… Ele abriu minhas pernas com força e enfiou a boca. A língua quente passou no meio dos lábios, lambendo o grelinho com vontade. Eu gritei baixinho, as mãos puxando o cabelo dele. - Ahhh porra… Gui… assim… chupa… ahhh meu grelinho… Ele chupava como se estivesse morrendo de fome. Língua entrando, saindo, chupando o clitóris, molhando tudo de saliva e do meu próprio gozo. Eu tentava fechar as pernas, mas ele segurava firme, abrindo mais, enfiando a língua fundo. - Toma… engole essa língua na sua buceta… geme pra mim, putinha… Eu gemia alto, a voz saindo desesperada. - Ahhh… ahhh… vai… chupa mais… tô gozando… caralho… minha buceta tá latejando… O orgasmo veio forte, as pernas tremendo, a buceta contraindo na boca dele. Eu soltei um grito abafado, o corpo inteiro arrepiando. Quando baixou um pouco o fogo, eu pedi pra ele parar, ofegante. - Para… para um pouco… tá sensível demais… Ele se afastou, a boca brilhando do meu gozo. Eu fiquei olhando pra minha buceta babada, os lábios abertos, o grelinho latejando. Quando levantei a cabeça, ele já tinha tirado a roupa. O pau dele estava duro, grosso o suficiente, uns quatorze centímetros, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo, as bolas pesadas. Eu fiquei encantada. Era a primeira pica que eu via de verdade. Peguei nele com as duas mãos. Era quente, latejando. Mexi de um lado pro outro, apertei as bolas, passei o dedo na cabeça. - Nossa… é quente… e tá molhadinho… Ele gemeu e mandou: - Bate pra mim… faz punheta… aperta bem… Eu comecei a subir e descer a mão, a cabeça saindo e entrando no prepúcio. Ele metia a pica nas minhas mãos como se estivesse fodendo, gemendo baixo. - Isso… assim… sua mãozinha aperta gostoso… porra… O pré-gozo escorria, escorregando nos meus dedos. Ele parou de repente, a respiração pesada. - Agora retribuí… minha pica tá queimando… coloca na boca… chupa essa porra… Eu, ainda meio sem saber o que fazer, abaixei a cabeça e coloquei só a cabeça na boca. Chupei como ele tinha dito, como um sacolé, lambendo a fenda, sugando o líquido salgado. - Assim… chupa a cabecinha… ahhh porra… Ele segurou minha cabeça e puxou pra baixo, forçando mais pau entrar. Eu engasguei, a garganta apertando. - Engole tudo… chupa fundo… você é minha putinha agora… minha cadela boqueteira… Eu tentei, a boca cheia, a pica batendo no fundo da garganta. Lágrimas escorriam, saliva pingava no queixo. Ele metia, gemendo alto, me chamando de tudo. - Isso… engasga nessa pica… toma… sua boceta vai ser a próxima… Eu não aguentei, tirei a pica da boca ofegante, cuspida escorrendo. No segundo que saiu, ele gemeu alto e gozou. O jato grosso acertou meu rosto, minha boca, meu cabelo. Quente, pegajoso, com cheiro forte. Eu fiquei parada, o gozo escorrendo pelo queixo, o coração batendo descontrolado. - Porra… desculpa… no calor do momento… Ele passou a mão no meu rosto gozado, limpando um pouco, beijando minha testa. - É normal… não tem medo… você foi gostosa pra caralho… Eu corri pro banheiro tomar banho, o corpo ainda tremendo, a buceta latejando. Ele limpou o quarto, pegou minha blusa encharcada de porra pra lavar. Ficamos conversando no sofá enquanto esperávamos meus pais. Ele me explicou algumas coisas, falou que queria me comer direito, tirar minha virgindade com calma, que naquele dia o pau já tinha gozado e não ia ser tão bom. - Da próxima vez eu vou enfiar essa pica inteira na sua bucetinha… bem devagar… quero te ouvir gemer alto… Eu fiquei quieta, mas por dentro a buceta já estava molhando de novo só de imaginar. A gente se beijou mais um pouco, ele passou a mão por baixo da minha saia limpa e esfregou o grelinho de leve, me fazendo gemer baixinho. - Ainda tá molhada… sua putinha… Quando os pais chegaram, a gente já estava sentado normalmente, conversando de igreja. Mas eu sabia que aquilo tinha sido só o começo. Nos dias seguintes a gente se via escondido depois do culto. Ele me puxava pro cantinho do estacionamento, metia a mão por baixo da saia, enfiava dois dedos na minha buceta molhada e me fazia gozar de pé, mordendo meu ombro pra eu não gritar. - Chupa meus dedos depois… prova seu gozo… Eu obedecia, lambendo os dedos dele enquanto ele se masturbava e gozava na minha mão. Uma noite, quando meus pais viajaram pra um retiro, ele veio dormir em casa. A gente trancou o quarto. Dessa vez ele tirou tudo de mim devagar. Me beijou do pescoço até a buceta, chupou o grelinho até eu gozar duas vezes seguidas, gritando no travesseiro. - Ahhh… Gui… chupa… enfia a língua… ahhh caralho… Quando ele subiu e colocou a cabeça da pica na entrada da minha buceta, eu estava encharcada. Ele empurrou devagar. A dor veio aguda, mas misturada com o prazer. Eu gemi alto, as unhas nas costas dele. - Ahhh… tá entrando… dói… mas não para… - Relaxa… sua bucetinha tá apertando minha pica… porra que apertada… Ele meteu fundo, bem devagar no começo. Cada estocada fazia a cabeça bater no fundo. Eu gemia sem parar, a voz saindo desesperada. - Mais forte… fode… fode essa buceta… ahhh… Ele acelerou, as bolas batendo na minha bunda, o pau inteiro entrando e saindo. A cama rangia. Eu gozei de novo, a buceta contraindo forte em volta da pica dele. - Tô gozando… ahhh porra… enche minha buceta… Ele gemeu alto e gozou dentro, quente, jorrando fundo. Ficamos abraçados, o pau dele ainda latejando dentro de mim, o gozo escorrendo pelas minhas coxas. - Sua putinha… agora essa buceta é minha… A gente ficou a noite inteira se comendo. Ele me virou de quatro, meteu de novo, me xingando de cadela, de putinha da igreja, me fazendo chupar a pica suja do meu próprio gozo. Eu gemia, pedia mais, a boca cheia de pau, a buceta latejando. - Chupa limpo… depois eu fodo seu cu também… Ele lambuzou o dedo no gozo e enfiou devagar no meu cu. Eu gritei, mas empurrei pra trás. O dedo mexia enquanto a pica fodia a buceta. Quando ele tirou o pau e colocou a cabeça no meu cu, eu estava tremendo. - Vai… enfia… devagar… A dor foi maior, mas o prazer veio atrás. Ele meteu fundo no cu, gemendo baixo. - Que cu apertado… porra… sua putinha do cuzinho apertado… Eu gozei só com a pica no cu, gritando no travesseiro, o corpo inteiro se contorcendo. Ele gozou de novo, enchendo meu cu de porra quente. Ficamos suados, sujos, o quarto cheirando a sexo. Ele me limpou com a língua, chupou o gozo que escorria da buceta e do cu, me fez gozar mais uma vez só com a boca. Na manhã seguinte a gente ainda se comeu no banho. Ele me ergueu contra a parede, meteu a pica na buceta de novo, a água escorrendo entre a gente. Eu gemia alto, sem medo de ninguém ouvir. - Fode… fode forte… enche de porra de novo… Ele gozou dentro mais uma vez, me beijando fundo. Quando meus pais voltaram, a gente já estava limpo, cheiroso, sentados na sala como se nada tivesse acontecido. Mas eu sabia. Minha buceta e meu cu ainda latejavam. E toda vez que a gente se via depois disso, era a mesma coisa. Ele me puxava, me xingava de putinha, me fazia chupar, me fodia a buceta e o cu até eu não aguentar mais gemer. Aquela primeira noite foi só o começo de uma fome que não acabava. E eu, a menina da igreja, tinha virado a putinha particular do Guilherme, gemia desesperada toda vez que a pica dele entrava, pedia mais, pedia mais fundo, mais forte, mais porra. E ele dava. Sempre dava.
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