Sentindo fome da pica de meu filho!



O verão pesava como uma manta quente sobre a casa. Eu, com 37 anos, solteira desde sempre, só eu e meu filho de 22. Ele não era mais o menino de antes. Tinha virado um homem alto, ombros largos, braços marcados pelo trabalho no jardim. E aquele dia quente foi o começo de tudo.
Eu estava dentro, tentando organizar a cozinha, quando olhei pela janela. Ele cortava a grama sem camisa, suor escorrendo pelo peito, descendo pela barriga até sumir na cintura da bermuda. O sol batia nele e eu senti a buceta tremer. Fiquei parada, olhando. A pica dele marcava um pouco no tecido, e eu imaginei o tamanho. Meu grelinho latejou. Eu me odiei por um segundo. Era meu filho. Mas a vontade não sumiu.
Peguei um copo de água gelada e fui até ele.
- Toma, filho. Tá quente pra caralho hoje.
Ele parou a máquina, passou o braço na testa e me olhou com aquele sorriso meio safado que ele tinha.
- Valeu, mãe. Tava precisando.
Bebeu tudo de uma vez. O pomo de Adão subiu e desceu. Eu não conseguia tirar os olhos do peito suado dele. Minha calcinha já estava molhada.
- Você tá se matando nesse sol - falei, tentando soar normal.
- Alguém tem que cuidar da casa, né? Você já faz demais.
Ele me deu um beijo no rosto, rápido. O cheiro de suor e terra me subiu pela narina e foi direto pro cu. Sim, pro cu. Eu senti o rabo apertar de vontade. Voltei pra dentro quase correndo.
Naquela noite eu não dormi. Fiquei na cama, de pernas abertas, dedo no grelinho, imaginando a pica dele me abrindo. Gemendo baixinho pra não acordar ele no quarto ao lado.
- Porra... filho da puta... como deve ser gostoso sentir essa pica grossa me foder...
Me gozei duas vezes pensando nele me comendo de quatro, me chamando de puta, me enchendo de porra. Acordei no outro dia com a buceta ainda latejando.
No dia seguinte o calor continuou. Ele foi pro jardim de novo. Dessa vez eu não aguentei. Coloquei um vestido curto, sem sutiã, sem calcinha. A blusa aberta o suficiente pra mostrar o começo das tetas. Saí com outra água.
Ele estava agachado, arrancando mato. A bermuda desceu um pouco e eu vi a fenda da bunda dele. O cu. Meu filho tinha um cu gostoso. Eu quase soltei um gemido ali mesmo.
- Filho... vem cá um pouco.
Ele se levantou, suado, sujo de terra.
- O que foi, mãe?
- Entra. Tá muito quente. Vou te passar um pano molhado.
Ele obedeceu. Dentro de casa o ar-condicionado mal dava conta. Eu o levei pro banheiro do corredor. Molhei uma toalha e comecei a passar no peito dele. Devagar. Os mamilos dele endureceram. Minha mão desceu pela barriga. Ele engoliu seco.
- Mãe... o que você tá fazendo?
- Limpando você. Tá suado pra caralho.
A mão continuou descendo. Cheguei na boca da bermuda. Senti a pica dele já dura, grossa, quente. Ele prendeu a respiração.
- Porra, mãe...
- Cala a boca - sussurrei. - Deixa eu ver.
Puxei a bermuda e a cueca de uma vez. A pica saltou pra fora, grossa, veia saltada, cabeça vermelha e molhada de porra. Eu nunca tinha visto um pau tão gostoso de perto. Era do meu filho. E eu queria engolir ele inteiro.
Ajoei ali mesmo no chão frio do banheiro. Segurei o pau com as duas mãos e lamei a cabeça, chupando o gosto salgado da porra que já escorria.
- Aaaahn, porra, mãe... que porra é essa...
- Cala a boca e goza na minha boca se quiser - respondi, enfiando a pica na garganta.
Chupei com vontade. Saliva escorrendo pelo queixo, engasgando, engolindo. Ele segurava minha cabeça e fodia minha boca. Eu gemia com o pau entalado, o grelinho latejando, a buceta pingando no chão.
- Porra, mãe... sua boca é tão gostosa...
Tirei o pau da boca só pra falar:
- E a sua pica é uma delícia, filho. Quero ela toda na minha buceta.
Levantei, virei de costas, levantei o vestido e mostrei a bunda nua. Ele engasgou.
- Mãe... você tá sem calcinha...
- Desde ontem que eu me toco pensando nessa pica. Enfia, caralho. Me fode.
Ele não pensou duas vezes. Segurou minha cintura e enfiou de uma vez. A pica grossa abriu minha buceta molhada com um estalo molhado. Eu gritei.
- Aaaaaaah, porra! Que pica grossa, filho! Me arrebenta!
Ele começou a meter com força, a barriga batendo na minha bunda, o barulho molhado ecoando no banheiro. Eu empurrava pra trás, engolindo cada centímetro.
- Mais forte... me fode como se eu fosse uma puta qualquer...
- Você é a puta da sua própria casa agora, mãe - ele rosnou, metendo fundo. - Olha como essa buceta engole minha pica...
Ele me virou, me sentou na pia e abriu minhas pernas. Voltou a enfiar, agora olhando nos meus olhos. Eu segurava o pescoço dele, gemendo desesperada.
- Aaaahn... aaaahn... porra, filho... sua pica tá me comendo toda...
- Grita mais, mãe. Quero ouvir.
Ele passou o dedo no meu grelinho enquanto metia. Eu gozei na hora, a buceta apertando o pau dele, gozo escorrendo pela bunda.
- Aaaaaai, caralho! Tô gozando na pica do meu filho! Porra!
Ele não parou. Continuou metendo no meu orgasmo, me fazendo gozar de novo. Depois me virou de novo, me empurrou contra a parede e começou a foder meu cu. Lento no começo, depois com força. Eu gritava, a bunda aberta, o cu engolindo a pica suja de porra e gozo.
- Seu cu é apertado pra caralho, mãe...
- Arrebenta ele, filho... me fode o cu até eu não aguentar mais...
Ele meteu fundo, segurando meus cabelos, me chamando de puta, de vagabunda, de mãe safada. Eu gemia como uma cadela no cio, pedindo mais, pedindo porra.
- Goza dentro do meu cu... enche ele de porra...
Ele gozou com um gemido rouco, a pica latejando dentro do meu rabo, jatos quentes me enchendo. Eu senti escorrer pela perna enquanto ainda tremia.
Mas não acabou ali.
Ele me carregou pro quarto. Me jogou na cama e me comeu de novo. Buceta, boca, cu. Eu chupei a pica dele limpa de porra e gozo, depois ele me fodeu de quatro até eu gozar gritando com o rosto no travesseiro. Depois me colocou por cima e eu cavalguei aquela pica como se minha vida dependesse disso. Os peitos balançando, ele chupando meus mamilos, me xingando de puta enquanto eu descia fundo.
- Sua buceta é minha agora, mãe - ele falava, segurando minha bunda. - Vou foder você todo dia.
- Fode, filho... fode sua mãe até ela não conseguir mais andar...
Gozei mais uma vez em cima dele, a buceta esguichando. Ele gozou de novo dentro de mim, me enchendo até vazar.
Ficamos ali, suados, fedendo a sexo, a pica dele ainda semi-dura dentro da minha buceta. Eu passei a mão no peito dele e ri baixo, ainda ofegante.
- Acho que a gente se fodeu de vez, né?
Ele me olhou, ainda com a mão na minha bunda.
- Acho que sim. E eu não pretendo parar.
Eu beijei a boca dele, profunda, chupando a língua, sentindo o gosto da minha própria buceta nele. Depois desci de novo, chupando a pica mole até ela endurecer outra vez. Porque uma noite não ia ser suficiente. Eu queria mais. Queria acordar com aquela pica na boca. Queria ele me comendo no sofá, na cozinha, no jardim. Queria gritar o nome dele enquanto gozava.
E pela primeira vez em muito tempo, eu não senti vergonha. Só fome. Fome da pica do meu filho.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sentindo fome da pica de meu filho!

Codigo do conto:
270785

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
26/08/2026

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