Matando a longa saudades que estava sentindo de meu pai!



Eu tinha 20 anos quando finalmente juntei grana pra ir ver meu pai. Mais de 10 anos de cartas guardadas numa caixa de sapato, cada uma cheia daquela letra torta e orgulhosa dele dizendo “minha garotinha”, “tô orgulhoso de você”, “quando a gente se ver de novo…”. Minha mãe odiava o cara e nunca deixou a gente se aproximar de verdade. Guarda exclusiva, estados diferentes, distância. Eu cresci quase sem ele.
O dia chegou. O’Hare. Eu desci com a mala e vi o cabelo ruivo dele no meio da multidão, já com uns fios grisalhos espalhados. Igualzinho ao meu. Gritei:
- Pai!
Ele me pegou no ar. Me apertou contra o peito tão forte que eu quase perdi o ar. Cheirava a cigarro e sabonete barato. O sorriso dele era aquele mesmo das fotos velhas. Carregou minha mala, abriu a porta do carro e botou a mão na minha coxa enquanto dirigia. Eu não pensei nada. Só senti o calor da palma dele atravessando o jeans.
A casa era simples, limpa, cheirando a café e a ele. Nos dias seguintes a gente fez de tudo: Hello Kitty café, caminhada no lago, conversa até tarde. Ele me olhava de um jeito que eu fingia não notar. Eu comecei a andar pela casa sem sutiã, só de calcinha fina, ou tomava banho com a porta meio aberta. Queria que ele visse.
Uma manhã eu fui incomodar ele. A porta do banheiro estava entreaberta. Ele tinha acabado de sair do chuveiro. Toalha caída até os tornozelos, cabelo ruivo molhado grudado na testa, gotas escorrendo pelo peito peludo, pela barriga, até… caralho.
A pica dele estava pesada, grossa, ainda meio inchada do calor da água. Cabeça rosada, veias saltadas, um pau de homem de verdade. Eu travei. Minha buceta latejou tão forte que molhei a calcinha na hora. Fugi pro banheiro do corredor, trancada, com dois dedos enfiados na xota, gemendo baixo e me odiando ao mesmo tempo.
- Porra… meu pai… meu puto pai…
Fiquei assim vários dias. Ele também. Olhares demorados. Mãos que “sem querer” roçavam minha bunda. Eu sentava de perna aberta no sofá de propósito. Ele engolia seco.
A noite em que tudo quebrou a gente bebeu. Cerveja, depois whisky. Eu já estava bêbada pra caralho quando me inclinei sobre ele no sofá e beijei aquela boca. Gosto de fumaça e álcool. Ele ficou parado dois segundos. Depois me puxou pelo cabelo e meteu a língua na minha. Beijo sujo, molhado, com dente e tudo.
- Estive esperando você fazer isso pra sempre, querida — ele murmurou contra minha boca. — Anos. Anos esperando essa boceta de filha me procurar.
Eu subi no colo dele. A pica dura como pedra batendo na minha calcinha.
- Por favor, papai… — eu gemi, rebolando. — Me fode. Me fode como você sempre quis.
Ele me ergueu no colo e subiu as escadas como se eu não pesasse nada. Me jogou na cama. Roupas voaram. Eu estava só de calcinha quando ele a rasgou no meio. A buceta já escorria.
- Olha essa putinha… — ele falou, a voz grossa. — Olha o grelinho inchado da minha filha. Tava querendo o pau do papai, né? Tava se esfregando pela casa toda pra eu ver.
Ele se ajoelhou entre minhas pernas e chupou. Língua larga, grossa, lambendo da entrada até o clitóris com fome. Eu gritei.
- Aaaaah, porra, papai! Assim… chupa esse grelinho, chupa!
Ele meteu dois dedos fundão enquanto chupava. Eu gozei na cara dele em menos de um minuto, tremendo, gemendo desesperada, a buceta apertando os dedos dele como se quisesse arrancar.
- Que porra gostosa… — ele lambeu os lábios. — A porra da minha filha no meu queixo.
Ele se ergueu. A pica estava vermelha, latejando, pingando pré-gozo. Ele esfregou a cabeça gorda na minha entrada molhada.
- Pede.
- Me enfia, papai. Me enfia essa pica toda. Me fode.
Ele meteu de uma vez. Grossa, quente, abrindo tudo. Eu gritei alto, as unhas cravadas nas costas dele. Ele não teve dó. Começou a meter forte, fundo, a cama batendo na parede.
- Toma, puta. Toma o pau do teu pai. Essa buceta era minha desde que você nasceu, só tava esperando ficar pronta.
- Ahhh, caralho! Mais forte! Me arromba, papai! Me usa!
Ele me virou de quatro. Mão no meu cabelo, puxando, e meteu de novo. Cada estocada fazia a minha bunda bater no peito dele. Eu gemia sem parar, babando no lençol.
- Olha esse cu apertadinho… — ele falou, cuspiu na minha bunda e enfiou o polegar no meu cu enquanto continuava fudendo a buceta. — Vai ficar solto também. Tudo meu.
- Porraaaaa! Meu cu! Não para, não para!
Ele me fodeu até eu gozar de novo, a buceta esguichando nele. Aí tirou, se ajoelhou na minha frente e meteu a pica na minha boca.
- Chupa o pau do papai. Limpa a porra da sua filha.
Eu chupei com vontade, baba escorrendo pelo queixo, olhando pra cima. Ele gemiu baixo, segurando minha cabeça e metendo fundo na garganta.
Depois me deitou de lado, levantou minha perna e meteu de novo. Beijava meu pescoço, mordia meu ombro, falava putaria no meu ouvido.
- Eu te amo, sua putinha. Te amo desde sempre. Vai ser minha pra sempre. Esposa, filha, tudo.
- Eu também, papai… eu também te amo… me enche de porra…
Ele gozou fundo, jatos quentes enchendo minha buceta. Continuou metendo devagar enquanto escorria, misturando tudo. Eu gozei mais uma vez só de sentir o creme dele escorrendo pela minha coxa.
A gente ficou assim horas. Ele me fodeu de novo, mais devagar, me beijando o tempo todo. Depois me botou de quatro outra vez e meteu no cu. Eu gritei, chorei de prazer, pedi mais. Ele me encheu o cu também.
Quando finalmente desmaiamos, eu estava cheia, marcada, cheirando a sexo e a ele.
De manhã ele me acordou com a boca na minha buceta de novo.
- Bom dia, filha.
Eu ri, puxei ele pra cima e enfiei a pica de novo dentro de mim.
- Bom dia, papai.
Hoje ele volta do trabalho na CTA e eu tô aqui, de calcinha, jantar pronto, a buceta já molhada só de pensar na pica dele. Às vezes a gente fode no sofá, às vezes no banheiro, às vezes eu baixo o short dele enquanto ele dirige o ônibus vazio e chupo até ele gozar na minha garganta.
Ele é meu pai.
Ele é meu macho.
E eu sou a putinha dele pra sempre.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


270026 - A encoxada: a mulher de preto! - Categoria: Fantasias - Votos: 0
270018 - Meu marido não repara mais em mim, então comecei a me exibir! - Categoria: Exibicionismo - Votos: 4
270009 - Carinho entre irmãs! - Categoria: Incesto - Votos: 3
270008 - O cara da manutenção! - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
270002 - Tentei fazer uma surpresa pro meu marido e acabei me dando mal! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
269997 - Gozei sem querer durante a missa! - Categoria: Fantasias - Votos: 3
269995 - O ex da minha filha me comeu na academia! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
269981 - Incentivei minha namorada a dar pro irmão dela! - Categoria: Incesto - Votos: 4
269965 - Virei a cadelinha de meu sogro! - Categoria: Incesto - Votos: 6
269964 - Minha desejável mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 1
269942 - A casa das três mulheres! - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
269937 - Meu pai entrou no meu quarto enquanto eu me acabava em cima de um dildo! - Categoria: Incesto - Votos: 4
269936 - Fumei uma no trabalho e em seguida me acabei na siririca! - Categoria: Masturbação - Votos: 0
269935 - Acho que sou uma pervertida! - Categoria: Masturbação - Votos: 0
269934 - Fiz cócegas em minha irmã e ela mijou em mim! - Categoria: Incesto - Votos: 2
269928 - A casa está aberta. Parte 3: meu primo e minha mãe novamente! - Categoria: Incesto - Votos: 3
269911 - A casa está aberta. Parte 2: meus melhores amigos comeram minha mãe! - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 2
269909 - Vi meu pai comendo minha irmã mais velha! - Categoria: Incesto - Votos: 10
269900 - Olhar de quem quer no metrô! - Categoria: Exibicionismo - Votos: 1
269899 - Nada como algo arriscado! - Categoria: Fantasias - Votos: 0
269898 - A casa está aberta: meu primo e minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 2
269885 - Fui encoxada no BRT! - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
269871 - Minha tia tirou meu cabaço! - Categoria: Incesto - Votos: 5
269828 - Colega de trabalho putinha! - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
269764 - Amigas que gozam juntas! - Categoria: Lésbicas - Votos: 4
269754 - Dei um showzinho pro meu filho! - Categoria: Incesto - Votos: 4
269743 - Sozinha em casa e pedindo ajuda aos pedreiros! - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 3
269702 - Ajudei meu paciente! - Categoria: Heterosexual - Votos: 5
269691 - Mostrei meu pau pra uma atendente de sexshop, em seguida soquei a pica nela! - Categoria: Exibicionismo - Votos: 10
269689 - Um estranho invadiu minha casa e me dominou! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Matando a longa saudades que estava sentindo de meu pai!

Codigo do conto:
270044

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
16/08/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0