A gente tava espremido naquele carro pequeno pra caralho, saindo de Alagoinhas para a praia do Conde, na Bahia. Eu, meu pai, minha mãe, minha vó e a minha irmã Bruna de 21 anos. Cinco pessoas num hatchback fodido. O ar-condicionado mal dava conta e o calor já tava subindo. Eu brinquei com ela, meio na zoeira: - Senta no meu colo logo, vai. Cria um espaço aí, porra. Ela olhou pra mim com aquele sorrisinho safado e, sem falar nada, se virou e sentou. De verdade. O rabo macio dela pousou bem em cima da minha pica ainda mole. Eu senti o calor daquelas coxas grossas esmagando as minhas. O tecido fino do short dela e a calça jeans que eu tava usando era quase nada. Meu pau respondeu na hora. Começou a inchar, subir, empurrar contra a bunda dela. Ninguém falou merda nenhuma. Meu pai dirigindo, minha mãe no banco da frente mexendo no celular, a vó cochilando atrás. Só eu e ela ali no meio, com a pica endurecendo e latejando debaixo do cu dela. Eu segurei a cintura dela com as duas mãos e puxei ela pra trás, encaixando melhor. Aquele rabo carnudo afundou mais ainda. Minha pica já tava dura pra porra, latejando, apertada contra a fenda do short dela. Eu sentia o formato da buceta dela por cima da roupa. Quente. Úmida. Ela mexeu a bunda devagar, como se estivesse se acomodando, mas eu sabia que era de propósito. A cada solavanco da estrada o meu pau esfregava mais fundo naquele cuzinho e naquela boceta quente. Duas horas. Duas putas horas com a pica estourando de tanto sangue, latejando, molhando a cueca de porra prévia. Eu apertava a cintura dela com força, os dedos enterrados na carne macia. Ela respirava mais pesado. De vez em quando soltava um suspiro baixinho, quase inaudível. Eu inclinei a boca perto do ouvido dela e falei baixinho: - Tá sentindo, né? Tá sentindo essa pica toda dura esfregando na sua buceta, irmãzinha? Ela não respondeu com palavras. Só empurrou o rabo mais pra trás, rebolando devagar, esmagando a cabeça do meu pau contra o grelinho dela. Eu senti o tecido do short dela já úmido. A puta tava gozando molhada em cima de mim, no meio da família inteira. Minha mão desceu devagar pela coxa dela, escorregou por baixo do short e encontrou a pele quente. Ela abriu um pouco as pernas. Meus dedos acharam a calcinha encharcada. Passei o dedo no meio da fenda, sentindo o grelinho inchado, escorregadio de porra dela. Ela mordeu o lábio e soltou um gemido abafado, quase um soluço. - Shhh… - sussurrei no ouvido dela. - Senão todo mundo vai ouvir o barulho dessa buceta molhada. Ela rebolou mais forte. Eu enfiei dois dedos por baixo da calcinha e enterrei naquele buraco quente e apertado. A buceta dela engoliu meus dedos com um barulho molhado. Ela tava pingando. Eu fodia ela com os dedos ali mesmo, escondido, enquanto o carro andava e a família ficava ali do lado, sem fazer ideia. A pica doía de tanto estar dura. Eu tirei a mão da buceta dela, abri o zíper da minha calça devagar e tirei o pau pra fora. A cabeça grossa e roxa bateu direto na calcinha molhada. Ela olhou pra baixo, viu aquele pau grosso latejando e mordeu o lábio de novo. - Enfia… - ela sussurrou, quase sem voz. - Enfia essa pica na minha buceta agora, porra. Eu puxei a calcinha dela pro lado, alinhei a cabeça e enfiei. De uma vez só. A buceta apertada engoliu tudo, até o saco. Ela soltou um gemido desesperado, abafado na minha mão que eu tinha colocado na boca dela. O cu dela contraía em volta da base da minha pica. Eu comecei a foder ela ali mesmo, devagar no começo, depois mais forte, estocando fundo, sentindo as paredes molhadas apertarem e chuparem meu pau. Ela tremia. Os gemidos saíam abafados, desesperados, molhados de saliva na minha mão. - Aaaah… porra… sua pica tá me fendendo inteira… mais fundo… fode essa buceta, irmão… enche essa porra de porra… Eu metia com força, o barulho da buceta molhada quase audível a cada estocada. O carro balançava e ninguém desconfiava. Eu sentia o grelinho dela esfregar na base do meu pau a cada movimento. Ela começou a gozar. O corpo inteiro tremeu. A buceta apertou igual uma porra, esguichando molhado em cima das minhas bolas. Ela gemeu alto demais. Eu apertei a mão na boca dela com mais força. - Cala a boca, puta… senão todo mundo vai saber que você tá gozando com a pica do seu irmão enterrada até o fundo. Ela continuou gozando, rebolando desesperada, a buceta engolindo e soltando meu pau em espasmos. Eu não aguentei. Senti a porra subindo. Segurei a cintura dela com as duas mãos e enfiei até o fundo, descarregando tudo lá dentro. Jato grosso atrás de jato, enchendo aquela buceta de porra quente. Ela sentiu cada jato e gemeu de novo, ainda gozando em cima de mim. Quando terminei, meu pau ainda tava dentro, latejando, pingando o resto. Ela ficou sentada ali, com a buceta transbordando de porra, escorrendo pelas coxas. Eu puxei a calcinha dela de volta pro lugar e fechei a calça. Ninguém viu nada. Ela se virou um pouco, olhou pra mim com os olhos ainda vidrados e sussurrou: - Melhor viagem da porra da minha vida. E eu só segurei a cintura dela de novo, sentindo a pica já começar a endurecer outra vez debaixo daquele rabo molhado de porra.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.