A gente tava numa daquelas viagens de final de semana que o pessoal organiza pra relaxar de verdade. Chácara no meio do mato, piscina suja de folhas, churrasqueira fumegando o dia inteiro e um grupo de amigos que já se conhecia há anos. Eu, a Carol, o Bruno e mais uns quatro. Carol é minha namorada há três anos. Gosta de se exibir. Não é daquelas que faz show pra todo mundo, mas tem aquele jeito de foda-se mesmo. Sai de saia curta sem calcinha, se troca com a porta aberta quando tem gente em casa, fica de quatro procurando alguma coisa no armário só de calcinha fio dental. Eu sempre curti. Me deixava com a pica dura o tempo todo. Naquele sábado o sol tava forte pra caralho. Todo mundo na área de fora, bebendo cerveja, zoando. Carol resolveu entrar pra colocar o biquíni. Já tava de shortinho e sutiã, então só ia trocar a parte de baixo e a de cima. Eu vi ela entrando e nem prestei muita atenção. Continuamos conversando sobre futebol e sobre a porra nenhuma. O Bruno levantou pra pegar mais gelo na geladeira da cozinha. Passou pelo corredor e, sem querer, olhou pela porta do quarto que tava aberta. Carol tava de costas pra porta, em pé, nua da cintura pra baixo. O short e a calcinha já estavam no chão. Ela se agachou pra pegar a calcinha do biquíni que tinha caído perto da cama. Naquele movimento o cuzinho dela abriu um pouco, o rabo se abriu e mostrou aquela entrada rosada, apertadinha, lisinha, sem um fio de pelo. O Bruno depois me contou que o cu dela piscou. Literalmente. A bordinha se contraiu e relaxou, como se tivesse mandando um oi safado pra ele. Ele parou. Não foi só um olhar rápido. Ficou parado na porta uns cinco segundos, com a pica já começando a endurecer dentro do short. Olhou o cu, olhou a racha da buceta que aparecia um pouco por baixo, aquela fenda rosada e úmida, e só depois saiu andando rápido pra cozinha. Pegou o gelo, voltou pro lado de fora e ficou quieto. Eu notei que ele tava estranho, mas não perguntei. Mais tarde, quando a noite caiu e a galera já tava bem bebada, o Bruno me chamou pra um canto. Tava com o olho vermelho de cachaça e a voz embargada. — Mano… você é muito meu amigo e eu não gosto de mentir. Preciso te contar uma parada. Eu ri. — Que porra é essa, Bruno? Vai falar que comeu a Carol? — Não, porra. Pior. Ou melhor, não sei. Eu bati uma pra ela hoje. Bati uma pensando na sua mina. Fiquei olhando pra ele. Ele continuou, sem filtro nenhum: — Eu entrei no quarto sem querer. Ela tava de costas, nua da cintura pra baixo, e agachou pra pegar o biquíni. O cu dela abriu pra mim, mano. Aquele cuzinho rosado, apertadinho, lisinho… não tinha um pelo. Parecia que não peidava nunca. Devia sair flor de lá. Eu fiquei olhando. Não saí correndo. Fiquei. Vi o cu piscar. Vi a buceta dela um pouco por baixo, aquela rachinha molhada. Saí de lá com a pica dura pra caralho. Fui no banheiro e bati uma rapidinho. Gozei pensando nela agachada, mostrando o cu pra mim. Eu fiquei em silêncio uns segundos. Depois dei uma risada baixa. — Tu é doente, caralho. — Eu sei. Mas, porra… ela tá muito bem servida. Aquele cu é de filme. Eu nunca tinha visto um cu tão… convidativo. Parecia que tava pedindo pra ser lambido. A gente ficou conversando sobre isso. Eu não fiquei puto. Pelo contrário. Fiquei excitado pra caralho. Imaginar o Bruno vendo o cu da Carol, batendo uma, gozando pensando nela… me deixou com a pica latejando dentro da bermuda. Carol tava do outro lado da chácara, rindo alto com as meninas, sem saber de nada. Mais tarde, quando todo mundo foi dormir, eu e ela ficamos no quarto. Eu tava ainda de short, ela já de camisola fina. Passei a mão na bunda dela por cima do tecido e apertei. — Senta aqui, vem. Ela sentou no meu colo de costas. Eu puxei a camisola pra cima, deixando a bunda dela nua no meu colo. Minha pica já tava dura, pressionando contra a rachinha dela. — O Bruno te viu hoje — falei no ouvido dela, enquanto passava o dedo no meio da bunda. Ela deu uma risadinha. — Viu o quê? — O cu. Você tava se trocando de porta aberta e ele passou. Te viu agachada. Disse que o seu cuzinho piscou pra ele. Carol parou de rir. Virou o rosto e me olhou com aqueles olhos safados. — E aí? Você ficou com ciúme? — Fiquei com tesão. Ele bateu uma pra você. Gozou pensando no seu cu. Ela mordeu o lábio e empurrou a bunda pra trás, esfregando a rachinha na minha pica por cima do short. — Conta mais — pediu, a voz já mais grossa. Eu puxei o short pra baixo, liberando a pica. Ela se levantou um pouco, segurou o pau e encaixou a cabeça na entrada da buceta. Estava encharcada. Desceu devagar, engolindo tudo até o saco bater na bunda dela. — Ele disse que o seu cu é rosado, apertadinho, lisinho… que parece que não peida nunca. Que deve sair flor de lá. Carol gemeu baixo, rebolando devagar. — Aah… ele falou isso mesmo? — Falou. Disse que ficou olhando o cu piscando. Que a buceta apareceu um pouco por baixo e tava molhada. Ela apertou a buceta em volta da minha pica e rebolou mais forte. — Porra… que delícia. Imagina ele ali, de pau duro, olhando meu cu aberto… Eu segurei a cintura dela e comecei a meter de baixo pra cima, bem fundo. — Ele bateu uma no banheiro. Gozou pensando em você agachada, mostrando o cuzinho. Carol gemia mais alto agora. O quarto era o do fundo, então o barulho não chegava nos outros. — Aah, caralho… mete mais fundo. Conta mais. Fala do meu cu. — Ele disse que nunca tinha visto um cu tão convidativo. Que dava vontade de lamber. De enfiar a língua bem fundo e chupar aquele buraquinho. Ela jogou a cabeça pra trás e gemeu alto. — Porra, Renato… eu quero. Quero que ele veja de novo. Quero mostrar o cu pra ele de propósito. Eu metia com força agora, a pica saindo quase toda e entrando de uma vez, batendo fundo. — Você quer que ele veja esse cuzinho de novo? Quer que ele bata outra pra você? — Quero. Quero que ele veja eu de quatro, abrindo o cu com os dedos. Quero que ele veja a buceta pingando. Eu passei o dedo no cu dela enquanto metia. Estava seco e apertado. Esfreguei a bordinha e enfiei a ponta do dedo. Carol gritou baixinho. — Aah, caralho! Enfia o dedo no cu… Enfiei mais fundo, dois dedos agora, abrindo o cuzinho enquanto a pica destruía a buceta. Carol rebolava desesperada, gemendo sem parar. — Mais… mais fundo… porra, que delícia… O som da minha pica entrando e saindo da buceta molhada misturava com o barulho dos dedos no cu. Carol já tava gozando. A buceta apertava em ondas, o cu se contraía em volta dos meus dedos. — Eu vou gozar… caralho, eu vou gozar pensando nele olhando meu cu… Ela gozou forte, o corpo tremeu, a buceta esguichou um pouco na minha pica. Eu continuei metendo, sem parar, até gozar fundo dentro dela, enchendo a buceta de porra. Quando acabou, ela ainda tava ofegante, sentada no meu colo com a pica mole ainda dentro. — Amanhã — ela falou, a voz rouca — eu vou me trocar de porta aberta de novo. E se ele passar… eu vou agachar bem devagar. Quero que ele veja de novo. Quero que ele bata outra. Eu ri, ainda com o dedo no cu dela. — Você é uma puta, Carol. — Sou. E você gosta. Ela beijou minha boca e apertou o cu em volta do meu dedo. — Conta pra ele amanhã que eu fiquei excitada. Que gozei pensando nele olhando meu cuzinho. Eu gozei de novo só de imaginar a conversa. No dia seguinte o Bruno me encontrou sozinho na piscina. Eu contei. Ele ficou vermelho, mas a pica dele ficou dura dentro do short. Carol passou por nós dois de biquíni, o fio dental entrando no meio da bunda, e olhou pra ele com um sorrisinho. Depois entrou no quarto e deixou a porta aberta de propósito. O Bruno olhou pra mim. — Eu posso…? Eu só dei de ombros e sorri. — Vai ver. Mas depois me conta tudo. Com detalhes. Ele foi. E dessa vez Carol não só se agachou. Ela ficou de quatro na cama, de costas pra porta, e abriu o cu com as duas mãos. O Bruno ficou olhando por mais tempo. Muito mais tempo. Quando ele voltou, a mão ainda tremia. — Mano… ela abriu o cu pra mim. Eu vi tudo. O buraco, a buceta, tudo. Eu quase gozei na hora. Eu só ri e passei a mão na pica dura dentro da bermuda. A viagem ainda tinha mais dois dias. E a gente ia aproveitar cada segundo.
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