O dia estava cinzento pra caralho. A chuva batia sem dó nas janelas do apartamento no centro, um barulho constante, pesado, que isolava tudo lá fora. Cheiro de umidade misturado com o perfume barato que a Marina usava. Todo mundo tinha saído. Ficamos só eu e ela. Eu, Lucas, 25 anos, e ela, Marina, 21. Prima de sangue, mas o sangue não tava pensando em parentesco naquele momento. Saí do meu quarto e fui direto pra cozinha. Ela tava de costas, encurvada sobre a ilha de mármore, a saia curta subida quase até a cintura. A bunda redonda, firme, apertada na calcinha preta de renda. Eu fiquei encostado na bancada, olhando sem pressa. Ela não tinha notado. — Oi, Marina. Cadê todo mundo? A voz saiu rouca. Ela não virou o rosto. Continuou mexendo em alguma coisa na pia. — Foram no mercado. Com essa chuva vão demorar pra caralho. Mordiscou o lábio inferior e olhou o reflexo no espelho da geladeira. Eu me aproximei devagar. A mão grande cobriu a curva da nádega dela. A pele quente, macia. Apertei com força. Os dedos dela cravaram no meu braço. Com a outra mão puxei a calcinha pro lado. O cuzinho apareceu. Pequeno, rosado, apertado, fechado. Eu passei o polegar por cima, sentindo o calor. — Abre mais as pernas. Ela soltou um gemido baixo e afastou as coxas. As mãos ficaram apoiadas na bancada. A saia subiu completamente. A buceta molhada já brilhava entre as pernas, o grelinho inchado, mas eu sabia a regra. — Eu sou virgem. Só posso dar a bunda, ok? A voz dela saiu trêmula. Eu cuspi na mão, lambuzei os dois dedos e encostei a ponta no cu. Marina estremeceu inteira. — Relaxa. Empurrei o indicador devagar. A resistência cedeu aos poucos. O canal quente e seco apertou o dedo. Ela soltou um suspiro longo, o corpo tremendo. Girei o dedo, abrindo, explorando. Quando o segundo dedo entrou, ela gemeu mais alto. — Porra... tá apertado pra caralho. Puxei os dedos com um estalo úmido e levei direto pra boca. O gosto era salgado, quente. Marina ofegava, a bunda ainda aberta. — Tá molhada? — Sim... come minha bunda agora, porra. Baixei a bermuda. A pica saltou grossa, veias saltadas, 19 centímetros duros pra caralho. Cuspi na mão, passei o gozo na cabeça e no tronco inteiro. Marina abriu as nádegas com as duas mãos, expondo o cu completamente. — Enfia logo, vai. Encostei a cabeça na entrada. O calor do cu dela me queimou a glande. Empurrei devagar. A pele esticou, o anel apertou a cabeça toda. Marina gritou, um som agudo abafado pela chuva. — Ahhhhh porra... tá grande demais... — Aguenta. Você pediu. Continuei empurrando. Centímetro por centímetro o cu dela engolia a pica. Quando o tronco inteiro sumiu dentro, ela soltou um gemido desesperado, as pernas tremendo. O cu dela pulsava em volta da porra toda, quente, úmido agora, apertando cada veia. Comecei a me mexer. Lento no começo. Saía quase todo e enfiava de uma vez até o fundo. O barulho era molhado, oco, *tum tum tum*, ecoando na cozinha vazia. Marina gemia sem parar, a voz falhando. — Ahhh... ahhh... Lucas... tá me arrombando... Puxei o cabelo dela pra trás, forçando a cabeça a olhar o espelho da geladeira. — Olha pra mim. Olha como você tá sendo usada. Olha essa pica sumindo no seu cuzinho. Os olhos dela estavam marejados, a boca aberta, babando. O suor já escorria pela nuca. Aumentei a velocidade. As mãos apertavam as nádegas com força, abrindo e fechando enquanto eu enfiava. A pele ficou vermelha das marcas dos dedos. O cu dela agora estava mais molhado, o lubrificante natural misturado com a saliva, fazendo um barulho nojento e gostoso pra caralho a cada estocada. — Porra, Marina... esse cu é apertado pra porra. Tá engolindo tudo. Ela gemia alto, quase gritando. — Ahhhhh... mais fundo... come mais fundo, caralho... Mudei o ângulo, subindo um pouco. A pica bateu direto num ponto lá dentro que fez as pernas dela fraquejarem. Ela quase caiu. Segurei pela cintura e continuei martelando. O som da penetração ficou mais alto, mais molhado. Cada vez que eu enfiava fundo, o cu dela se contraía com força, tentando me segurar dentro. — Tá gostando de levar pica no cu, sua putinha? — Tô... ahhh... tô adorando... arromba esse cu... Bati a mão na bunda dela. O estalo ecoou. Bati de novo, mais forte. A pele ficou marcada. Marina soltou um gemido longo, desesperado, e empurrou a bunda pra trás, enfiando a pica ainda mais fundo sozinha. — Isso... toma tudo... enfia essa pica até o saco... Eu obedeci. Acelerei. As estocadas ficaram brutais, ritmadas, o corpo dela batendo contra a bancada a cada impacto. O suor escorria pelas costas dela. Eu estava ofegante, o peito colado nela, a respiração quente na orelha. — Fala mais alto. Quero ouvir você gemendo enquanto eu como esse cu. — Ahhhhh porra... Lucas... tá me fodendo tão gostoso... o cu tá arrebentando... mas não para... não para porra... Continuei. Saía quase todo, a cabeça quase saindo, e enfiava de uma vez até as bolas baterem nas nádegas. O cu dela já estava mais solto, mas ainda apertava como um torniquete. Eu sentia cada contração. O prazer subia pela espinha. Puxei o cabelo dela com mais força e virei o rosto dela pro lado. Beijei a boca molhada, a língua entrando fundo enquanto a pica martelava o cu. Ela gemia dentro da minha boca, o corpo todo tremendo. Quando sentei que ia gozar, não parei. Apertei a cintura dela com as duas mãos e enfiei até o fundo, ficando parado lá dentro. A pica latejou forte. Jatos quentes de porra encheram o cu dela. Marina gritou, um som agudo e longo, o corpo se contraindo em volta de mim enquanto eu descarregava tudo. — Ahhhhh... tá gozando dentro... porra... sinto a porra quente... Continuei pulsando, esvaziando cada gota. O excesso escorreu pelas coxas dela, branco e grosso, misturado com o suor. Ficamos assim alguns segundos, ofegantes, a chuva ainda batendo lá fora. Eu saí devagar. O cu dela ficou aberto, pulsando, a porra escorrendo pra fora. Marina ainda tava apoiada na bancada, as pernas fraquejando. Eu me ajoelhei atrás dela, abri as nádegas e lamei o cu sujo. O gosto da minha própria porra misturado com o gosto dela. Ela gemeu de novo, mais baixo agora. — Porra... Lucas... Levantei, virei ela de frente e a sentei na bancada. A saia ainda subida. A buceta molhada brilhava, o grelinho inchado e vermelho. Eu não toquei nela ali. Só olhei. — Ainda é virgem aí? Ela assentiu, ofegante. — Só dei o cu. Eu sorri e puxei ela pra um beijo. A pica ainda semi-dura, suja de porra e saliva. Marina desceu da bancada, se ajoelhou na frente de mim e colocou a pica na boca sem pedir. Chupou fundo, limpando tudo, a língua rodando na cabeça, descendo até a base. O cu dela ainda pingava no chão. — Quero mais — ela falou, a voz rouca, a boca cheia de porra e saliva. — Me fode de novo. Quero sentir essa pica arrombando o cu outra vez. Eu puxei ela pelo cabelo, levantei e virei de costas de novo. Dessa vez não fui devagar. Enfiei a pica no cu de uma vez só. Marina gritou alto, o corpo se arqueando. — Ahhhhh caralhooooo... Comecei a comer sem piedade. Estocadas profundas, rápidas, o barulho molhado preenchendo a cozinha. As mãos dela escorregavam na bancada. Eu apertava as nádegas, abria, fechava, batia. O suor escorria entre nós. A chuva lá fora parecia mais forte. — Isso... come esse cu... arrebenta... Ela gemia desesperada, a voz falhando a cada estocada. Eu sentia o cu dela se abrindo e se fechando em volta da pica, quente, escorregadio de porra. Continuei até sentir o segundo gozo subindo. Enfiei fundo de novo e descarreguei mais uma vez, jatos fortes enchendo o canal já cheio. Quando saí, a porra escorreu em fio grosso pelas coxas dela. Marina se virou, o rosto vermelho, os olhos brilhando, a boca entreaberta. — Porra... Lucas... meu cu tá latejando... Eu puxei ela pra perto e beijei o pescoço, o ombro, a clavícula. As mãos ainda apertavam a bunda marcada. A chuva continuava batendo. Ninguém ia chegar tão cedo. E eu ainda não tinha terminado com ela.
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