Minha ex mandou mensagem bêbada às 2 da manhã reclamando que meu tamanho estragou o namoro dela!
O celular vibrou na minha mão às duas da manhã. Eu tava deitado de cueca, rolando bobagem no feed, quando a notificação da K apareceu. Foto de visualização única e três áudios. Meu coração deu um pulo estranho. Faziam meses que a gente não se falava. Abri a foto. Ela tava no banheiro, espelho embaçado de vapor, cabelo preto molhado grudado no pescoço pálido. Pelada. A raba branquinha e redonda apoiada na bancada de mármore, as costas arqueadas, os seios pequenos e firmes com os bicos escuros apontando pra câmera. O delineador borrado, a boca carnuda entreaberta. Eu senti o pau latejar na hora. Lembrei exatamente de como aquela bunda batia na minha barriga quando eu metia sem dó. Apertei o play no primeiro áudio. A voz dela saiu embriagada, arrastada, com aquele sotaque meio rouco que ela ganhava depois de beber. - Você tá acordado? Provavelmente tá dormindo... você sempre dormia feito uma pedra. Eu te odeio. Eu odeio você, porra. O segundo áudio veio logo em seguida. Eu já tava com a mão dentro da cueca, apertando o pau que endurecia rápido. - Tô saindo com um cara novo agora... ele é legal, tá bom? Ele é um cara fofo, responde minhas mensagens na hora, faz tudo certo... mas eu odeio ele. Tentei tanto amar ele, mas ele não consegue me satisfazer. Não chega nem perto. Você estragou completamente qualquer outro cara pra mim com esse seu pauzão. Desde você, nada mais tem graça. É que nem estar com uma coceira nas costas que você não consegue alcançar, não importa o que você faça. Ela soltou um gemido de frustração no final. Eu fechei os olhos e vi de novo a cara dela quando gozava, aquela expressão de putinha desesperada. O terceiro áudio foi o que me fez levantar da cama. - Ele tá dormindo na minha cama agora depois de tentar me comer, e tudo o que eu consegui pensar o tempo todo foi no quão pequeno ele é comparado a você e no quanto eu queria o seu pauzão dentro de mim em vez do dele. Eu te odeio tanto por ter me estragado desse jeito, eu quero amar esse cara, mas porra... sinto tanta falta... sinto falta dessa sua rola gigante... Meu pau tava duro pra caralho. Eu olhei pro teto, lembrei de todas as vezes que ela me puxava pro banheiro da faculdade no meio do intervalo, ajoelhada no chão sujo, engolindo minha pica até a garganta enquanto eu segurava o cabelo preto dela. Lembrei do jeito que ela gemia quando eu enfiava até o fundo, do cu apertado dela se abrindo pros meus dedos, do grelinho inchado e molhado que ela esfregava na minha boca. Mandei uma mensagem curta. - Tá sozinha agora? A resposta veio em menos de um minuto. - Ele foi embora. Tá acordado mesmo? - Tô. E tô com o pau duro pra porra ouvindo você falar assim. Ela demorou uns trinta segundos. Depois mandou o endereço. Eu já tava vestindo a calça. O carro andou rápido pela madrugada vazia. Eu não pensei muito. Só no cheiro dela, naquela pele gelada e macia, no jeito que a buceta dela engolia minha pica como se tivesse nascido pra aquilo. Quando cheguei, ela abriu a porta só de calcinha preta. O cabelo ainda úmido, o delineador borrado, os seios pequenos e pálidos à mostra. Os mamilos duros. Eu entrei sem falar nada. Ela fechou a porta e eu a empurrei contra a parede do corredor. Minha boca encontrou a dela. Beijo sujo, língua profunda, dente raspando lábio. Ela gemeu baixo na minha boca e eu senti a mão dela descendo direto pro meu pau, apertando por cima da calça. - Porra... você realmente veio... - ela sussurrou, a voz rouca. - Você mandou áudio dizendo que sentia falta da minha rola. Eu vim te dar. Eu desci a mão pela barriga dela, enfiei os dedos por baixo da calcinha e encontrei a buceta já encharcada. O grelinho inchado, quente, latejando. Eu circulei o dedo ali e ela tremeu, abrindo as pernas. - Porra, K... você tá pingando. - Eu tava me tocando ouvindo sua voz no celular... pensando no seu pau... Eu a virei de costas, abaixei a calcinha até as coxas e ajoelhei. A raba dela ficou na minha cara. Eu abri as nádegas pálidas e chupei a buceta de trás, língua larga lambendo o meio todo, do cu até o grelinho. Ela gritou baixinho, a testa batendo na parede. - Aaaah, porra... assim... continua... Eu enfiei a língua no cu dela, apertado e limpo, e ela empurrou a bunda pra trás. Meus dedos entraram na buceta ao mesmo tempo, dois, depois três, enfiando fundo enquanto eu chupava o cuzinho. O som molhado ecoava no corredor. Ela gemia sem parar, a voz quebrada. - Isso... chupa meu cu... mete os dedos... aaaah, caralho... Eu me levantei, abri a calça e tirei o pau pra fora. Ele tava grosso, veias saltadas, a cabeça roxa e brilhando de pré-gozo. Eu esfreguei a glande na entrada molhada dela e ela tentou empurrar pra trás pra engolir tudo de uma vez. - Devagar... - eu disse, segurando o quadril dela. - Não... enfia... eu quero sentir essa porra me abrindo de novo... Eu empurrei. A cabeça entrou e ela soltou um gemido longo, quase um choro. Continuei entrando, centímetro por centímetro, sentindo a buceta quente e apertada se esticando em volta da minha pica. Quando enfiei até o fundo, as bolas batendo nela, ela gemeu alto. - Porraaaaa... que pauzão... você me estragou mesmo... nenhum outro chega perto... Eu comecei a meter. Devagar no começo, sentindo cada centímetro sair e entrar. Depois mais rápido. A raba dela batendo na minha barriga, o som molhado e pesado enchendo o apartamento. Eu segurei o cabelo preto dela e puxei a cabeça pra trás, metendo mais fundo. - Fala... fala o que você quer. - Quero essa pica... quero que você me foda até eu não aguentar mais... aaaah, porra... mais fundo... Eu meti mais forte. O barulho da minha pele batendo na dela era obsceno. Ela gemia desesperada, a voz falhando. - Assim... assim... aaaah... eu tô gozando... porra, eu tô gozando no seu pau... A buceta dela apertou forte, contrações quentes e molhadas sugando minha pica. Eu continuei metendo enquanto ela tremia, as pernas bambas. Quando ela se acalmou um pouco, eu a virei e a levantei. Ela enrolou as pernas na minha cintura e eu a carreguei até o sofá da sala. Deitei ela de costas, abri as pernas e enfiei de novo. Dessa vez olhando no rosto dela. O delineador escorrido, a boca aberta, os olhos vidrados de tesão. Eu metia fundo e ela gemia a cada estocada. - Olha pra mim enquanto eu te fodo - eu disse. - Tô olhando... porra, que pau gostoso... eu odeio você por me fazer sentir isso... aaaah... Eu desci a mão e esfreguei o grelinho dela enquanto metia. Ela arqueou as costas e gritou. - Caralho... continua... não para... eu vou gozar de novo... E gozou. Mais forte dessa vez. A buceta latejou em volta do meu pau e um jato quente molhou minha barriga. Eu continuei enfiando, sem piedade, sentindo o líquido escorrer pelas minhas bolas. - Você goza tão gostoso nessa pica - eu falei, a voz rouca. - Porque é a única que presta... o outro mal enche... você me enche toda... aaaah, porra... Eu tirei o pau, virei ela de quatro no sofá e enfiei de novo. Dessa vez mais fundo, segurando os quadris e puxando ela pra trás a cada estocada. A raba batia forte. Eu cuspi na mão e esfreguei o cu dela, depois enfiei o polegar. Ela gritou. - Isso... mete o dedo no meu cu enquanto me fode... porraaaa... Eu fiz exatamente isso. Pica na buceta, dedo no cu, metendo os dois ritmos. Ela gemia feito louca, a voz quebrada, quase chorando de tesão. - Mais... mais... eu quero gozar de novo... me faz gozar nessa rola... Eu acelerei. O sofá rangia. O barulho da minha pica entrando e saindo da buceta molhada dela era o único som além dos gemidos. Eu senti as bolas subindo, o tesão subindo pela espinha. - Eu vou gozar dentro - eu avisei. - Goza... goza tudo dentro de mim... enche minha buceta... eu quero sentir... Eu meti até o fundo e gozei. Jatos quentes e grossos enchendo ela. Ela sentiu e gozou junto, a buceta apertando e sugando cada gota. Eu continuei empurrando devagar, esvaziando tudo dentro dela, sentindo o gozo sobrar e escorrer pelas coxas pálidas. Ficamos assim um tempo. Eu ainda dentro, ofegante. Ela com a cara enterrada no sofá, gemendo baixinho. - Porra... - ela sussurrou. - Eu realmente odeio o quanto eu precisava disso. Eu saí de dentro dela devagar. O gozo escorreu da buceta vermelha e aberta. Eu passei o dedo ali, recolhi um pouco e levei até a boca dela. Ela chupou sem hesitar. - Ainda gosta do gosto - eu falei. - Sempre gostei do seu... Ela se virou, ainda ofegante, e me olhou com aqueles olhos escuros. - Fica um pouco? Eu não respondi com palavras. Só a puxei pro meu colo de novo. O pau ainda semi-duro começou a endurecer outra vez quando ela se sentou em cima. Dessa vez ela quem controlou. Desceu devagar, engolindo minha pica até o fundo, e começou a rebolar. - Quero mais - ela disse, a voz baixa. - Quero que você me foda até o sol nascer. Eu segurei a cintura dela e a ajudei a subir e descer. A buceta ainda escorregadia do meu gozo anterior. O som molhado voltou. Ela rebolava com força, os seios pequenos balançando, a boca aberta soltando gemidos curtos e desesperados. - Assim... aaaah... sua pica é perfeita... ninguém me fode assim... Eu levantei o quadril e meti de baixo pra cima, encontrando o ritmo dela. Ela gritou e cravou as unhas nas minhas costas. - Mais forte... me usa... me fode como eu mereço... Eu a virei de novo, de quatro, e enfiei sem aviso. Dessa vez mais bruto. A raba vermelha de tanto bater. Eu spitava na mão e passava no cu dela, enfia o dedo, depois dois, enquanto a pica destruía a buceta. - Você gosta de ser tratada assim? - eu perguntei, metendo fundo. - Gosto... eu sou uma putinha pra essa rola... só pra essa... aaaah, caralho... Eu tirei o pau da buceta e enfiei no cu dela de uma vez. Ela gritou alto, o corpo inteiro tremendo. - Porraaaaa... no cu... você tá me fudendo no cu... - E você tá aguentando - eu respondi, metendo devagar no começo, depois mais rápido. O cu apertado dela engolia minha pica. Eu segurei os ombros dela e puxei pra trás a cada estocada. Ela gemia sem parar, a voz falhando, as mãos apertando o sofá. - Mais fundo... me arromba... eu quero sentir amanhã... Eu meti até as bolas. O cu dela se abria e fechava em volta de mim. Eu desci a mão e esfreguei o grelinho inchado dela enquanto fodia o cu. Ela gozou de novo, o corpo todo tremendo, um gemido longo e quebrado saindo da garganta. - Eu tô gozando... porra, tô gozando com o cu cheio da sua pica... Eu senti o tesão subir de novo. Continuei metendo no ritmo que ela pedia, bruto, fundo, sem piedade. Quando senti que ia gozar, avisei. - Vou encher seu cu. - Enche... goza tudo dentro... eu quero... Eu enfiei até o fim e gozei. Mais um jato quente, agora no cu apertado dela. Ela gemeu alto sentindo cada pulso. Eu fiquei lá dentro até terminar, depois saí devagar. O gozo escorreu do cuzinho aberto. Ela se virou e me olhou, ofegante, o cabelo bagunçado, a boca inchada de tanto morder. - Você realmente me estragou - ela disse, quase rindo. - Nenhum outro pau vai servir nunca mais. Eu passei a mão na raba dela, sentindo o calor e o gozo escorrendo. - Então para de tentar com outros. Ela não respondeu. Só se aproximou, ajoelhou na minha frente e engoliu minha pica ainda suja do cu e do gozo dela. Chupou limpo, lento, olhando pra cima. Eu segurei o cabelo preto e deixei ela trabalhar. A madrugada ainda era longa. E eu não tinha intenção de ir embora tão cedo.
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