Após ver minha cunhada pelada, trepei gostoso com minha esposa!
O calor estava insuportável aquele sábado. Sol a pino, piscina lotada de gente da família, cerveja gelada e aquele cheiro de cloro misturado com protetor solar. Eu tava de sunga, a pica já meio incômoda de tanto olhar as mulheres de biquíni, mas nada demais. Minha esposa tava na área da churrasqueira, rindo alto com as amigas. Minha cunhada, a porra da Daniela, saiu da água e o biquíni colado no corpo molhado dela… puta que pariu. Peitos firmes, bunda redonda balançando a cada passo, a calcinha enfiada no meio do cu dela. Eu senti o pau latejar na hora. Depois de um tempo todo mundo foi pra dentro se trocar pra ir embora. Eu fiquei na sala, meio preguiçoso, bebendo uma cerveja. O pessoal subiu. Daniela entrou no quarto do meu filho pra se trocar. Eu nem lembrava da babá eletrônica ligada na TV da sala. De repente a tela acendeu. E ali estava ela. Daniela de costas, puxando o top do biquíni pra cima. Os peitos saltaram pra fora, pesados, mamilo escuro e duro. Ela jogou o top no chão e desceu a calcinha. A buceta apareceu na câmera, vista de baixo pra cima porque a cama do meu filho é baixinha pra caralho. Lábios carnudos, um pouco de pelos na ranura, o grelinho inchado apertado entre eles. Ela se abaixou pra pegar a mochila e a buceta se abriu um pouco, eu vi o buraco rosado dela, molhado ainda da piscina. O cu apertadinho bem no meio das nádegas. Meu pau subiu na hora. Ficou duro pra porra, empurrando a sunga. Eu olhei pro lado. Ninguém perto. A casa tava barulhenta, todo mundo se trocando em outros quartos. Eu não consegui desviar o olhar. Ela ficou em pé, de perfil, secando o corpo com a toalha. Passou o pano nos peitos, apertando, esfregando os mamilos. Depois desceu a toalha pela barriga, passou entre as pernas, esfregando a buceta com força. Eu quase gozei na sunga. A pica latejava, a cabeça já saindo pela beirada, molhada de porra prévia. Daniela se abaixou de novo, de costas pra câmera, e eu vi tudo. A buceta aberta, o cu piscando. Ela mexeu na mochila, pegou a calcinha limpa e se vestiu devagar. Quando enfiou a calcinha, puxou o tecido pro meio da buceta, deixando o grelinho marcado. Depois o shortinho jeans curto, os peitos soltos por baixo da blusa. Eu tava com a mão dentro da sunga, apertando a pica. Queria foder aquela buceta. Queria enfiar a pica até o fundo, ouvir ela gemer. Queria chupar aquele grelinho até ela gozar na minha boca. Ouvi passos. Minha esposa desceu a escada. - Amor, você viu a Daniela? – ela perguntou, sem desconfiança nenhuma. Eu engoli seco, a pica ainda dura pra caralho. - Vi. Ela tava se trocando no quarto do menino. A babá tava ligada. – falei, tentando parecer casual. Ela parou, olhou pra mim. - Você viu ela pelada? - Vi. Tirei o olho na hora. – menti. Eu não tinha tirado o olho por um segundo. Minha esposa deu uma risadinha. - E aí? Gostou do que viu? Eu não aguentei. Puxei ela pelo braço, enfiei a mão por baixo do vestido dela. A buceta dela já tava molhada. - Tô com o pau explodindo, puta. Quero te foder agora. Ela olhou em volta. O pessoal ainda tava em cima. - Vem. Puxei ela pro banheiro da área de serviço. Tranquei a porta. Abri o zíper da sunga e a pica saltou pra fora, grossa, veias latejando, a cabeça roxa e molhada. Minha esposa se ajoelhou na hora, abriu a boca e engoliu. A língua dela lambeu a cabeça, chupou forte, o barulho molhado ecoando no banheiro. - Porra… chupa essa pica… – eu gemi baixo. Ela chupou fundo, a garganta apertando a cabeça. Eu segurei o cabelo dela e fodi a boca dela, empurrando até ela engasgar. Saliva escorrendo pelo queixo. Ela gemendo com a boca cheia. - Hmmm… gosta de chupar a pica do marido depois de ver a irmã pelada, né sua putinha? Ela tirou a boca só pra falar: - Vi você olhando. Sua pica tava marcada na sunga. Conta pra mim o que você viu. Eu puxei ela de pé, virei de costas, levantei o vestido e puxei a calcinha pro lado. A buceta dela tava pingando. Enfiei dois dedos de uma vez, sentindo o aperto quente. - Vi a buceta dela. Molhada. O grelinho inchado. O cu apertado. Ela se abaixou e eu vi tudo. Queria enfiar a pica naquela buceta até ela gozar gritando. Minha esposa gemeu alto quando eu enfiei a pica de uma vez. Fundo. Até as bolas baterem nela. - Aaaaah… porra… mete… mete forte… Eu agarrei a cintura dela e fodi com força. O barulho da pica entrando e saindo da buceta molhada enchia o banheiro. Ela gemendo desesperada, a mão na parede, o cu apertando a cada estocada. - Mais forte… enfia tudo… quero sentir sua pica arrombando minha buceta… Eu meti mais fundo, mais rápido. A porra subindo. Eu imaginei Daniela ali, de quatro, a buceta aberta, pedindo pau. Imaginei chupar o grelinho dela enquanto minha esposa me chupava. Imaginei enfiar a pica no cu da cunhada enquanto ela gemia meu nome. - Eu vi o cu dela… apertadinho… quero foder aquele cu… – eu gemia no ouvido da minha esposa. Ela gozou na hora. A buceta apertou a pica, esguichando, as pernas tremendo. - Aaaaah… porra… tô gozando… goza dentro… enche minha buceta de porra… Eu enfiei até o fundo e gozei. Porra quente jorrando dentro dela, pulsando, enchendo. Eu continuei metendo devagar, sentindo a porra escorrer pela pica e descer pela coxa dela. Quando saí, a buceta dela tava aberta, a porra branca escorrendo. Ela se virou, se ajoelhou de novo e limpou a pica com a boca, chupando até a última gota. - Próxima vez – ela sussurrou, olhando pra cima – eu quero que você me conte tudo de novo enquanto mete. E se a Daniela deixar a porta aberta de novo… a gente fode olhando. Eu ri, ainda ofegante, a pica latejando na boca dela. - Vai ser difícil eu conseguir olhar pra ela sem ficar de pau duro agora. Minha esposa sorriu, chupou a cabeça da pica uma última vez e se levantou. - Bom. Então deixa eu cuidar dessa pica sempre que você olhar pra ela. A gente saiu do banheiro. O pessoal tava descendo. Daniela apareceu na sala, cabelo molhado, short curto, peitos soltos sob a blusa. Nossos olhares se cruzaram por um segundo. Eu juro que ela sorriu de canto de boca. Minha pica já tava começando a endurecer de novo. E eu já sabia que aquela noite não ia acabar ali.
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