Quando o fim de ano chegou, meu pai disse que, naquele ano, faríamos uma viagem em família para a praia. Ele diz isso todo ano, mas a gente nunca ia. Só que, desta vez, contrariando a todos, ele realmente organizou tudo, ajudou a arrumar as malas e nós realmente saímos de casa. Chegamos ao nosso destino de manhã. Fizemos o check-in no hotel, comemos alguma coisa e descansamos um pouco antes de ir para a praia. Estava um dia de sol, obviamente, e havia muita gente, já que era férias do pessoal. Quando finalmente senti a areia sob meus pés, minha empolgação aumentou. Meu pai e meu irmão, começaram a descarregar nossas coisas e a montar os guarda-sóis enquanto eu ia trocar de roupa. Quando voltei, tudo já estava montado e todos também já tinham trocado de roupa. Será que demorei tanto assim? Enfim, como eu estava com a família, decidi não exagerar e vesti um biquini preto com uma canga laranja estampada amarrada na cintura. Combinou muito bem com minha pele. Depois de passar protetor solar, meu irmão e eu fomos rapidamente para a água. Brincamos um pouco e, logo, minha mãe e meu pai se juntaram a nós. Depois disso, continuamos aproveitando o mergulho, as brincadeiras na água, as risadas, o almoço e um descanso. Como meu pai havia dirigido de manhã, ele estava um pouco cansado e queria descansar mais, minha mãe, que não tem muita resistência física, também decidiu ficar. Então, deixamos os dois descansando. Voltei para a água, dessa vez, conheci algumas pessoas, joguei bola com elas e tirei algumas fotos. Logo, fiquei sozinha de novo. Desde que tinha colocado o biquini, vinha recebendo muitos olhares. Alguns de admiração, outros de inveja e alguns até meio assustadores. Embora eu gostasse de um pouco de atenção, não queria que nenhum cara viesse falar comig, não naquele dia. Então, decidi ir lá perturbar meu irmão. E o encontrei a certa distância. Ele caminhava pela água, que lhe batia na altura do peito, afastando-se da multidão. Quando cheguei, perguntei o que ele estava fazendo, ele olhou em volta e disse que estava apenas apreciando a vista. Mas não havia muito o que ver ali, além de água e gente. Logo, começamos a nadar por aí. Continuamos nos afastando da multidão e chegamos a uma área onde havia grandes pedras espalhadas pela água. Não eram muitas, mas eram bem grandes. Então, quando nos aproximamos da margem, bati o olho nas pernas dele e vi que ele estava de pau duro. E, olha, era enorme. Quer dizer, o pau dele devia estar apenas meia bomba e, mesmo assim, já fazia um volume visível no shorts. Quando vi aquilo, meus pensamentos ficaram momentaneamente confusos. Com o sol, meu corpo já estava quente, mas senti um calor diferente, e decidi que queria aquele pau. Em mim. Aqui. Agora! Disse a ele que tinha visto algo interessante, puxei ele para a margem e o levei para trás de uma daquelas grandes pedras em terra firme. Quando ele olhou para mim com uma expressão confusa, coloquei a mão no pau dele. Ele recuou imediatamente, e eu dei risada. No início, apenas o provoquei, mas depois disse que não podia deixar meu irmão andando pela praia de pau duro. E, por causa da minha mão, o pau dele cresceu ainda mais. Disse que poderia ajudá-lo a acalmar ele. Ele resistiu a princípio, mas, à medida que eu continuava esfregando o volume sob o shorts, ele deixou. Ele abaixou o shorts e o pau saltou para fora. Era maior do que a maioria que eu já tinha visto, e imediatamente fiquei feliz por ter seguido com aquele plano. Tirei minha canga e puxei a calcinha para o lado. Depois, virei de costas e apoiei a mão na parede de pedra, exibindo minha bunda para ele. Ele pensou um pouco, mas logo agarrou meus quadris, posicionou o pau na entrada e o enfiou com força. Quase soltei um gemido alto. Dentro de mim, a sensação era de algo quente, duro e bem grosso. Ele me preenchia e me dilatava como ninguém jamais havia feito, e eu estava atordoada com a intensidade daquilo. Ele continuava socando seu pau em mim por trás, cada estocada mais forte que a anterior. Tentei conter meus gemidos, mas falhei. Depois de alguns minutos, senti minhas pernas bambas e estava ficando difícil me manter de pé. Foi então que senti as mãos dele na minha cintura e ele me virou. Ele me ergueu, segurou minhas pernas e continuou estocando dentro de mim. Abracei a cabeça dele com meus braços e pressionei o rosto no seu pescoço. Comecei a gemer mais alto nos ouvidos dele, soltando todo tipo de putaria e, juro, ele ficava ainda mais duro. A cada gemido, ele metia o pau como se fosse um castigo, o que só me fazia gritar mais alto. A praia não estava nem um pouco deserta ali, e alguém poderia ter nos visto. Alguém que talvez nos tivesse visto com a família provavelmente poderia nos encontrar também, mas mesmo assim não paramos. Pelo contrário, senti meu corpo molhar ainda mais de desejo. O ritmo dele aumentou de repente e percebi que ele estava perto de me dar seu leitinho, eu também estava. De alguma forma, falei pra gozar dentro de mim. Então, depois de uma última estocada forte, ele enfiou o pau em mim e senti a porra jorrar lá dentro. Ficamos ambos cansados e ofegantes. Depois de alguns minutos, levantei e vi que ele estava de pau duro de novo. Trocamos um sorriso e partimos para mais uma rodada. No final, ele gozou três vezes dentro de mim, até esvaziar aquele saco enorme. O gozo transbordava pela minha calcinha. Depois, saímos rapidamente e fomos encontrar nossos pais. Aproveitamos a praia por mais algumas horas antes de ir embora. E esse foi o meu primeiro dia com o pau do meu irmão...
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