Eu estava sentado na beira da cama, só de cueca, as pernas abertas, o pau já semi-duro sob o tecido fino, quando Larissa empurrou a porta do quarto com o ombro. O corpo dela ainda estava úmido do banho rápido. Ela sorriu, aquele sorriso de irmã mais velha que sabia exatamente o que queria. — Tira essa merda — ordenou, apontando para a cueca. Obedeci sem hesitação. Meu pau saltou livre, grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-porra. Ela se ajoelhou entre as minhas pernas, enfiou o nariz na base e inalou fundo o cheiro de homem, de sabonete e de tesão. Depois passou a língua lenta desde as minhas bolas até a glande, lambendo o líquido salgado que escorria. — Porra, Lari… — gemí, a mão já enfiada no cabelo dela. Ela me empurrou para trás na cama, subiu por cima e beijou minha boca com língua e dentes. Os peitos pesados esmagaram meu peito; os mamilos duros roçavam a pele quente. A mão dela desceu, apertou meu pau com força e masturbou devagar, sujando os dedos de lubrificante que ela mesma tinha trazido. — Vira de quatro — mandou, a voz rouca. Obedeci. Minha bunda era firme, o cuzinho rosado e apertado se abrindo e fechando com a respiração. Ela cuspiu no dedo, espalhou a saliva e empurrou o indicador devagar. O anel muscular resistiu, depois cedeu com um gemido baixo meu. Ela adicionou o segundo dedo, scissoring, abrindo, preparando. O lubrificante escorria pela fenda, pingando nas minhas bolas. — Relaxa, irmão… vou te foder gostoso. Ela tirou os dedos, pegou o cinto de strapon que já estava pronto — um pau de silicone grosso, veias realistas, 18 cm — e encaixou na cintura. O dildo balançava pesado entre as pernas enquanto ela se posicionava atrás de mim. A cabeça emborrachada pressionou a entrada. Arqueei a coluna, as mãos apertando o lençol. — Enfia… porra, enfia tudo. Ela empurrou. Meu cuzinho abriu com dificuldade, a pele esticando ao redor do silicone. Ela avançou centímetro por centímetro, sentindo cada contração, cada gemido abafado meu. Quando a base bateu na minha bunda, ela parou, deixou eu me acostumar, depois começou a foder de verdade. Estocadas profundas, lentas no começo, depois mais rápidas. O pau de borracha sumia e reaparecia, brilhante de lubrificante e do nosso próprio suor. Ela segurava meus quadris com força, as unhas cravadas, enquanto o peito dela balançava a cada investida. O som era obsceno: pele batendo em pele, meu gemido gutural, o “ah, caralho, mais fundo” que eu soltava a cada vez que ela acertava a próstata. Ela inclinou o corpo, peitos colados nas minhas costas, e masturbou meu pau duro e pingando enquanto fodia meu cu. Eu gozei primeiro — jatos quentes no lençol, o cu apertando o dildo em espasmos. Ela não parou. Continuou fudendo até sentir as próprias pernas tremerem, o clitóris latejando contra a base do cinto. Só então tirou o pau de mim com um ploc molhado e se jogou ao lado, ofegante. — Uma hora — murmurou ela, ainda com o sorriso safado. — Depois a gente continua. Sessenta minutos depois estávamos na hidromassagem da varanda. A água borbulhava quente ao redor dos nossos corpos nus. Uma garrafa de espumante gelado boiava entre nós; os copos já estavam pela metade. Ela bebeu um gole, o líquido frio descendo pela garganta enquanto a água quente massageava a buceta ainda sensível. Eu me aproximei por trás, as mãos grandes subindo pelas costelas até apertar os peitos dela. Os dedos apertaram os mamilos, torcendo com força suficiente para fazê-la gemer no copo. — Sua vez — sussurrei no ouvido dela, a voz baixa e carregada de promessa. Ela saiu da água, o corpo escorrendo, e se deitou de costas na espreguiçadeira larga que ficava ao lado da banheira. Peguei as algemas de couro que ela mesma tinha deixado preparadas. Prendi os pulsos dela acima da cabeça, no ferro da espreguiçadeira. Depois abri as pernas dela e prendi os tornozelos nas laterais, deixando a buceta completamente exposta, os lábios inchados, o clitóris inchado e brilhante. Comecei devagar. Um vibrador fino, apenas a ponta, deslizando entre os lábios sem entrar. Liguei no modo mais baixo. O zumbido constante fez ela arfar. Circundei o clitóris, nunca tocando de verdade, só o suficiente para deixar o nervo gritando. — Filho da puta… toca de verdade. Sorri e aumentei a velocidade. O vibrador agora pressionava o botão inchado em círculos apertados. Ela puxou as algemas, o corpo se contorcendo. Enfiei dois dedos de uma vez, curvados, encontrando o ponto G enquanto o vibrador continuava no clitóris. O orgasmo veio rápido, sujo, a buceta esguichando no meu braço. Eu não parei. Tirei os dedos e troquei pelo plug anal com base de joia. Lubrifiquei, empurrei. O cu dela resistiu, depois engoliu o silicone com um gemido longo. Liguei o vibrador interno do plug. A vibração profunda, baixa, constante, fazia o interior dela tremer. Enquanto isso, um segundo vibrador — mais grosso — foi enfiado na buceta até o fundo. Os dois aparelhos zumbindo ao mesmo tempo, um no cu, outro na xota, o clitóris livre e latejando no ar. Ela choramingava, suava, puxava as correntes. Eu masturbava o próprio pau com a mão livre, observando cada espasmo. Aumentava a intensidade a cada orgasmo dela. O terceiro, o quarto. A “tortura” era pura: prazer sem pausa, sem escape, o corpo dela obrigado a gozar até os músculos tremerem e a voz ficar rouca de tanto gemer “porra, caralho, não para, não para”. Quando ela estava quase delirando, tirei os brinquedos de uma vez. O plug saiu com um som molhado; a buceta ficou aberta, pulsando, vazia. Deitei sobre ela, o peito colado aos peitos, o pau duro e quente pressionando a entrada. Beijei a boca dela com fome, língua profunda, enquanto empurrava para dentro de um só movimento. O cu ainda dilatado do plug, a buceta escorrendo, enfiei até as bolas e fiquei parado, sentindo as paredes dela se contrair ao redor. — Te amo, irmã puta — murmurei contra a boca dela. Ela riu, um riso quebrado de prazer, e mordeu meu lábio inferior. — Então me fode como se fosse a última vez. Comecei a estocar. Profundo, lento no começo, depois mais rápido, mais bruto. As algemas tilintavam a cada investida. Os peitos dela balançavam; eu chupava um mamilo, mordia, enquanto a mão livre apertava a garganta dela o suficiente para deixar a cabeça leve. O pau deslizava fácil no lubrificante e no gozo dela, o som molhado enchendo a varanda. Ela enrolou as pernas nas minhas costas o máximo que as algemas permitiam, puxando-me mais fundo. Cada estocada acertava o ponto G; o clitóris, esmagado entre os corpos, recebia atrito constante. Ela gozou de novo, apertando meu pau como uma porra de torno, e eu segui, fudendo através do orgasmo dela até sentir as próprias bolas subirem. — Dentro… enche essa buceta — pediu ela, a voz quase um soluço. Enterrei até o fundo e gozei. Jatos quentes, pulsantes, enchendo-a enquanto gemia o nome dela contra o pescoço. Continuei empurrando devagar, espalhando o próprio porra, até os últimos espasmos. Quando finalmente tirei o pau, um fio branco escorreu da buceta aberta dela. Deitei ao lado, soltei as algemas com dedos trêmulos e puxei o corpo suado dela para cima do meu peito. Os corações ainda batiam descompassados. Ela passou a língua no meu mamilo, saboreando o sal do suor, e sussurrou: — Próxima rodada você decide quem fode quem. Ri, baixo, e apertei a bunda dela com a mão grande. — Combinado, putinha.
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