Contratei a Maria há quatro meses. Quarenta e seis anos, corpo de mulher madura que ainda prende o olhar: peitos pesados que balançavam de leve quando ela passava, bunda redonda e firme, coxas grossas que se esfregavam uma na outra quando andava. Minha esposa gostou dela de imediato, disse que limpa bem, é pontual, não reclama. Eu também gostei, mas por outro motivo. Nos primeiros três meses fui só o patrão. Olhava quando ela não percebia, o jeito que o short apertava o rabo, o decote que deixava ver o começo daqueles peitos. Nada mais. Profissional. No último mês ela começou a vir de calção curto. Aquele tecido fino, quase transparente quando a luz batia. Eu ficava duro só de ver. Nada fiz. Continuei o patrão correto. Mas comprei uma câmerazinha escondida. Ela sempre se trocava no quarto de serviço antes de começar. No primeiro dia que gravei, vi tudo: tirou a blusa, o sutiã preto, aqueles peitos caídos mas ainda cheios, mamilos escuros e grossos. Depois o calção, a calcinha, a buceta raspada, só uma faixinha de cabelo no meio, grelinho protuberante, lábios carnudos. Fiquei batendo punheta olhando o vídeo até gozar grosso na mão. No segundo dia ela estava se trocando de novo. Eu na sala, calça já no meio das coxas, pica dura, veias saltadas, 17 centímetros e bem grossa. De repente ela grita da sala: — Senhor, pode me ajudar a mexer o sofá? Empurrei a pica pra dentro da calça, puxei o cordão dos calções pra cima e fui. Só que o nó não segurou. Quando me abaixei pra segurar a ponta do sofá, o calção desceu. Caiu no chão. Eu fiquei de pau duro, sem cueca, balançando na frente dela. Maria parou. Olhou. Os olhos abriram, a boca entreaberta. Ficou vermelha. — Desculpa — falei, puxando o calção rápido. Ela não disse nada. Só continuou o trabalho, o rosto quente, e foi embora mais cedo. Na terceira visita da semana ela entrou e, antes mesmo de largar a bolsa, falou baixo: — Senhor, acho que essa vai ser a última vez. Depois do que aconteceu… não quero continuar. Entendi. Pedi desculpa de novo, fiquei constrangido. Ela só balançou a cabeça e foi trabalhar. No final da manhã, quando o serviço estava pronto, ela me chamou na cozinha: — Pronto. Vou embora. Eu saí do quarto nu. Completamente nu. A pica já semi-dura, batendo na coxa. Ela olhou e engoliu seco. — Já que você não parou de pensar no meu pau… aqui está. Agora é com você. Olha e vai embora, ou usa. Ela ficou parada uns segundos. Depois largou a bolsa no chão, ajoelhou na minha frente e engoliu a pica inteira de uma vez. Sem aviso, sem beijo, sem nada. A boca quente, molhada, língua enrolando na cabeça enquanto ela descia até a base. Eu gemi alto. — Porra, Maria… Ela não parou. Chupava com vontade de quem estava com fome. Baba escorrendo pelo queixo, mão apertando o saco, outra mão se enfiando dentro da própria calcinha pra esfregar o grelinho. Trinta e cinco minutos. Eu segurava a cabeça dela, fodia a boca, sentia a garganta apertar. Ela engasgava, lacrimejava, mas não tirava. Quando eu avisei que ia gozar, ela só acelerou. Jorriei tudo dentro da boca dela. Esperma quente, grosso. Ela engoliu, limpou os cantos da boca com o dedo e chupou o dedo também. Foi tomar banho. Quando voltou, ainda de toalha, eu já estava duro de novo. Puxei a toalha, empurrei ela contra a parede da sala e enfiei a pica na buceta de uma vez. Estreita. Porra, estreita pra caralho. Quase dois anos sem foder, ela confessou depois. A buceta apertava, molhada, quente, engolindo cada centímetro. Comecei a meter forte por trás, segurando os peitos, apertando os mamilos. Ela gemia desesperada: — Aiiii, meu Deus… mais forte… enfia tudo… sua pica tá me abrindo… Bati na bunda, chupei o pescoço, meti até o fundo. A buceta fazia barulho molhado a cada estocada. Quando ela começou a tremer, virei ela, sentei no sofá e puxei ela pra cima de mim. Ela encaixou a buceta na pica e começou a cavalgar como se a vida dependesse disso. Sentava fundo, rebolava, subia e descia com força, unhas cravadas no meu peito. Gemia alto, quase gritando: — Tô gozando… porra… tô gozando de novo… sua pica tá me fodendo tão gostoso… Veio três vezes só nessa posição. Eu sentia a buceta dela apertar, latejar, escorrer porra mista de lubrificação e porra minha. No final ela ainda estava em cima, ofegante, e confessou: — Não faço sexo há quase dois anos. Esqueci como era bom. Combinamos mais uma última vez. No dia seguinte ela chegou, trancou a porta, tirou a roupa e se ajoelhou de novo. Dessa vez eu queria o cu. Lambi o cuzinho dela primeiro, língua enfiando, abrindo. Ela gemia baixo, empurrando a bunda pra trás. Depois passei a cabeça da pica, bem lenta. Apertado pra caralho. Ela mordeu o travesseiro e falou: — Vai devagar… dói… mas não para… Enfiei centímetro por centímetro até o fundo. O cu dela apertava, quente, trêmulo. Comecei a meter devagar, depois mais forte. Ela gritava no travesseiro: — Aiiiii, caralho… sua pica no meu cu… me fode… me fode o cu… Gozei dentro, jorrando fundo no cuzinho dela. Quando tirei, o esperma escorreu pela buceta e pela coxa. Ela ainda estava tremendo. Depois daquilo ela nunca mais falou em sair. Continua vindo quatro vezes por semana. E toda vez que minha esposa sai, a gente fode. Às vezes no chão da cozinha, às vezes no sofá, às vezes no meu quarto. Ela chupa, cavala, entrega o cu, gemia como se fosse a última vez. E eu nunca enjoei daquela buceta estreita, daquele cu apertado, daquela boca gulosa. Agora, quando ela passa de calção curto, eu só sorrio. Porque sei que daqui a pouco aquela buceta vai estar engolindo minha pica de novo.
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