Fiz chamada de vídeo pro meu ficante, enquanto me acabava na siririca com uma amiga!
A gente tava bêbada pra caralho. Aquela festa de calourada tinha sido um inferno de tequila, cerveja barata e risada alta demais. Eu e a Júlia, minha amiga de sempre, a gente se encarou no meio daquele barulho todo e decidiu: “Vamo pro banheiro, caralho, tô com a buceta latejando.” O banheiro feminino do segundo andar da faculdade tava vazio, luz amarelada, cheiro de desinfetante barato misturado com perfume barato. A gente trancou a porta do box do fundo, o maior, aquele que quase nunca usam. Eu me encostei na parede fria de azulejo e a Júlia já tava com a mão dentro da própria calcinha, gemendo baixinho. — Porra, tô molhada pra porra… — ela sussurrou, os dedos já esfregando o grelinho inchado. Eu ri, bêbada, e desci a calça jeans junto com a calcinha preta. Minha buceta tava escorrendo, o cheiro forte subindo no ar quente do box. Abri as pernas e enfiei dois dedos fundo, bem fundo, sentindo o calor molhado apertando. — Olha isso, Ju… tô escorrendo pra caralho. Ela olhou, os olhos brilhando de tesão e álcool, e se aproximou. A gente se beijou bagunçado, língua com gosto de tequila, enquanto as mãos trabalhavam. Eu metia os dedos na minha buceta com força, o polegar esfregando o clitóris duro, e ela fazia o mesmo, gemendo contra minha boca. — Ahh… porra… mais fundo… — ela gemia, a voz já saindo rouca. De repente ela parou, tirou o celular do bolso com a mão molhada de porra e riu baixo, safada. — Espera aí… deixa eu dar um presentinho pra alguém. Eu ri, ainda metendo os dedos, o barulho molhado da minha buceta enchendo o box. — Pra quem, sua vadia? — Pro Lucas… aquele menino que eu tô ficando. Ele deve tá dormindo agora, mas vai acordar rapidinho. Ela abriu o WhatsApp, ligou por vídeo. O celular tremeu na mão dela enquanto a gente continuava se tocando. Do outro lado a tela ficou preta por uns segundos, depois a cara sonolenta do Lucas apareceu, cabelo bagunçado, olhos semicerrados. — Ju? Que porra… que horas são…? Ela virou o celular pro meu lado e pro dela, mostrando as duas de pernas abertas, dedos enterrados nas bucetas, calças no meio das coxas. — Presentinho pra você, amor… olha só o que a gente tá fazendo no banheiro da faculdade. O cara abriu os olhos num segundo. A câmera balançou, ele se sentou na cama, e a gente viu a mão dele descendo pro short. Em menos de cinco segundos o pau dele tava pra fora, grosso, já meio duro, a cabeça rosada brilhando. — Porra… — a voz dele saiu rouca. — Vocês tão… caralho… Eu ri alto, metendo três dedos agora, o barulho molhado ecoando. — Tô sim, porra. Tô gozando a buceta toda pensando em pau. Olha como ela tá molhada. A Júlia aproximou o celular da minha buceta, os dedos saindo e entrando, a pele brilhando de porra. Depois mostrou a dela, o grelinho inchado, vermelho, os dedos esfregando em círculos rápidos. — Olha isso, Lucas… a gente tá se tocando aqui, bêbada, no banheiro… e você vai bater uma pra gente, né? Vai esfregar essa pica gostosa enquanto a gente goza. Ele já tava batendo forte, a mão subindo e descendo no pau grosso, a cabeça do pau brilhando de pré-porra. A gente ouvia o barulho molhado da punheta dele misturado com os gemidos da gente. Eu me encostei mais na parede, abri as pernas o máximo que deu e comecei a foder minha buceta com os dedos com força, o polegar esmagando o clitóris. Cada metida fazia um barulho molhado, sujo, gostoso pra caralho. — Ahh… porra… Lucas… olha como eu tô gozando essa buceta… quero gozar te vendo bater uma… ahh caralho… A Júlia tava pior. Ela se sentou no vaso fechado, pernas bem abertas, e meteu os dedos fundo enquanto o polegar trabalhava o grelinho sem parar. Os gemidos dela saíam altos, desesperados, a voz já quebrando. — Porra… porra… tô perto… Lucas, bate mais forte nessa pica… quero ver você gozar… ahh… ahh… caralho… Ele gemia do outro lado, a câmera tremendo porque a mão livre segurava o celular. — Vocês tão… porra… tão safadas… a buceta de vocês tá pingando… caralho… Eu tirei os dedos da minha buceta, mostrei eles molhados pra câmera e chupei, bem devagar, gemendo com o gosto da minha própria porra. — Tem gosto de buceta gozada, Lucas… queria que fosse sua pica aqui dentro… metendo fundo… esticando minha buceta… A Júlia gritou baixo, o corpo tremendo. — Tô gozando… porra… tô gozando… ahh caralho… ahh… Ela gozou forte, a buceta contraindo nos dedos, o líquido escorrendo pela mão dela, pingando no azulejo. Os gemidos saíam desesperados, a voz falhando, o corpo todo arrepiado. Eu não aguentei. Aumentei a velocidade, esfreguei o clitóris com força, meti os dedos fundo e gozei logo atrás. A onda veio pesada, a buceta latejando, os músculos apertando os dedos, o gemido saindo alto demais pro banheiro de faculdade. — Ahh… porra… porra… tô gozando… Lucas… olha… olha eu gozando… Ele bateu mais rápido, a mão quase um borrão no pau. A gente ouviu o gemido dele ficar mais baixo, mais urgente. — Porra… vou gozar… vou gozar vendo vocês… A porra dele saiu forte, jatos brancos caindo na barriga e na mão. Ele gemia baixinho, a câmera tremendo, enquanto a gente ainda se tocava, os corpos mole de tesão e álcool. A Júlia aproximou o celular de novo, mostrou as duas bucetas molhadas, inchadas, os dedos ainda esfregando devagar. — Gostou do presentinho, amor? A gente gozou pra você… a buceta toda molhada… o cu latejando de tesão… Eu ri, ainda ofegante, e enfiei um dedo no meu cu só pra provocar, gemendo baixo enquanto ele ainda recuperava o fôlego do outro lado. — Próxima vez a gente faz isso com você aqui… metendo a pica nas duas… uma de cada vez… ou as duas juntas… porra… Ele só conseguiu responder com um gemido rouco, ainda segurando o pau mole e sujo de porra. A gente ficou ali mais um tempo, se tocando devagar, mostrando tudo pro celular, gemendo baixo, rindo de vez em quando, completamente fodidas de tesão e bebida. O banheiro cheirava a buceta gozada e álcool. Do outro lado da linha, o Lucas ainda olhava, o pau começando a endurecer de novo. A gente não tinha pressa nenhuma de sair daquele box.
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