Após meu amigo ver o cu da minha namorada, ele não aguentou e traçou o cuzinho dela!
No dia seguinte o sol já tava alto quando Carol me puxou pro canto da cozinha. Tava de shortinho curto e camiseta larga, sem sutiã, os peitos balançando soltos. — Hoje eu vou deixar a porta aberta de propósito — falou baixo, olhando pra trás pra ver se ninguém escutava. — Vou ficar na cama de quatro, só de blusa, da cintura pra baixo pelada. Quero que o Bruno veja de novo. E se ele ficar olhando… eu vou chamar ele pra entrar. Eu senti a pica endurecer na hora. — Você vai deixar ele te comer? — Se ele quiser. Eu quero sentir aquele pau no meu cu. Quero gozar com ele metendo forte. E quero que você fique sabendo de tudo depois. Ela me beijou rápido e saiu andando pro quarto. Eu fiquei na área de fora com o restante do pessoal, fingindo que tava normal, mas a cabeça só pensava no que ia acontecer. Carol entrou no quarto, deixou a porta bem aberta e tirou o short e a calcinha. Ficou só com a camiseta. Subiu na cama de quatro, empinou a bunda o máximo que conseguiu e abriu as pernas. O cu dela ficou bem na direção da porta, rosado, apertadinho, a bordinha se contraindo sozinha de tesão. A buceta já tava molhada, a rachinha brilhando. Ela rebolou devagar, de propósito, fazendo o cuzinho piscar. Bruno tava no corredor. Passou, olhou e parou. Ficou parado na porta, a pica já marcando no short. Carol sentiu o olhar e falou sem virar o rosto: — Entra. Tranca a porta. Bruno hesitou um segundo, depois entrou e trancou. Ficou em pé perto da cama, olhando aquele cu empinado. — Porra, Carol… — Fica quieto e olha — ela respondeu, rebolando mais devagar. — Ontem você viu de longe. Hoje pode olhar de perto. Pode até tocar se quiser. Ele se aproximou. A mão tremia quando passou o dedo na bunda dela, escorregando até a entrada do cu. A bordinha se contraiu no toque. — Tá piscando pra mim de novo… — Porque tá com tesão. Fica conversando. Não quero sair dessa posição. Quero sentir você olhando enquanto a gente fala. Bruno ficou atrás dela, a pica dura apertada no short. Passou a mão inteira na bunda, apertou, separou as nádegas e ficou olhando o cu bem de perto. — Ontem eu bati uma pensando nisso. Gozei imagindo minha língua aqui. — Então chupa — Carol falou, a voz já mais grossa. — Chupa esse cuzinho bem molhado. Quero sentir sua língua entrando. Bruno ajoelhou atrás dela. Segurou as nádegas com as duas mãos, abriu bem e enfiou a língua no meio. Chupou a bordinha primeiro, molhando tudo de saliva. Depois empurrou a língua pra dentro, lambendo fundo, sugando o cu como se quisesse comer ele inteiro. Carol gemeu alto, rebolando contra a boca dele. — Aah, caralho… assim… chupa mais forte… enfia a língua… Ele chupou com vontade, o som molhado enchendo o quarto. Saliva escorria pela rachinha da buceta e pingava na cama. Carol empurrava a bunda pra trás, sentando o cu na língua dele. — Porra, Bruno… sua língua tá me matando… continua… Ele chupou por um tempo bom, até o cu dela estar encharcado e aberto. Então se levantou, tirou o short e a cueca. A pica dele tava dura pra caralho, grossa, a cabeça já molhada de pré-gozo. Carol olhou por cima do ombro e mordeu o lábio. — Mete. Mete esse pau no meu cu com força. Não quero moleza. Bruno cuspiu na mão, passou na pica e encaixou a cabeça na entrada. Empurrou devagar no começo. O cu dela resistiu, apertou, depois cedeu. A cabeça sumiu dentro. Carol gritou baixo. — Aah, porra… tá grosso… continua… Ele empurrou mais, centímetro por centímetro, até enfiar tudo. O saco bateu na buceta dela. Ficou parado um segundo, sentindo o cu apertar em volta da pica. — Seu cu tá engolindo meu pau inteiro… — Mete, caralho. Mete com força. Bruno segurou a cintura dela e começou a foder de verdade. Tirou quase tudo e enfiou de uma vez, bem fundo. O barulho da pica entrando e saindo do cu molhado de saliva era obsceno. Carol rebolava encontrando cada estocada, gemendo desesperada. — Mais forte… arromba esse cu… aah, porra… Ele metia cada vez mais rápido. A bunda dela balançava, a pele batendo. O cu fazia barulho de sucção a cada vez que a pica saía. Carol já tava gozando. A buceta pingava no lençol, o corpo tremia. — Eu vou gozar… caralho, eu vou gozar pelo cu… Bruno meteu fundo e ficou ali, rebolando só a ponta. Carol gozou forte, o cu se contraindo em ondas apertadas em volta da pica dele. Ela gritou, a cara enterrada no travesseiro, a bunda tremendo. Ele não parou. Continuou metendo enquanto ela ainda gozava, esticando o orgasmo dela. Quando sentiu que ia gozar também, enfiou até o fundo e avisou: — Vou gozar dentro… porra, vou encher seu cu… Carol gritou ainda mais alto, rebolando desesperada: — Goza! Goza dentro! Mas se você gozar dentro eu vou me cagar, caralho! Eu vou me cagar de verdade! Bruno gozou fundo, jatos quentes enchendo o cu dela. Carol sentiu a porra quente e o corpo reagiu. O cu se abriu mais, as contrações ficaram mais fortes. Quando ele tirou a pica, ainda gozando os últimos jatos, Carol continuou rebolando forte e rápido, a bunda balançando sem controle. — Aah, porra… tá saindo… tá saindo tudo… O cu dela se abriu de verdade. Primeiro saiu um monte de porra branca, escorrendo pela rachinha e pingando na cama. Depois veio um pouco de merda misturada, mole, marrom claro, saindo junto com o resto do sêmen. Carol rebolava ainda, empurrando pra fora, gemendo alto enquanto cagava a porra dele misturada com merda. — Tá saindo tudo… caralho, que delícia… eu tô me cagando na sua porra… Bruno ficou olhando, a pica ainda semi-dura, o peito subindo e descendo. A merda e o sêmen escorriam pela bunda dela, sujando as coxas e o lençol. Carol só parou de rebolar quando não saiu mais nada. Ficou ofegante, de quatro, o cu ainda aberto e sujo. — Porra… — ela falou, a voz rouca. — Nunca tinha gozado assim. Bruno passou a mão na própria pica, suja de porra e um pouco de merda. — Seu cu é uma putaria, Carol. Ela riu baixo, ainda de quatro. — E você gostou de me ver cagando sua porra? — Gostei pra caralho. Carol se virou, sentou na cama e olhou pra ele. — Limpa isso depois. E não conta pro resto da galera. Só pro meu namorado. Eu quero que ele saiba de cada detalhe. Bruno assentiu, ainda ofegante. Carol se levantou, o cu ainda escorrendo um pouco, e foi até a porta. Antes de destrancar, olhou pra trás. — Amanhã a gente faz de novo. Só que dessa vez eu quero que você me chupe depois de eu me cagar. Quero ver se você aguenta. Ela abriu a porta e saiu andando pro banheiro, a bunda suja à mostra, sem se importar se alguém passasse no corredor. Eu tava do lado de fora quando ela saiu. Vi o estado dela. Vi a merda e a porra escorrendo um pouco pela coxa. Ela me olhou e sorriu. — Depois eu te conto tudo. Com detalhes.
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