Um jogo travesso entre meus amigos, acabou com minha esposa alternando entre eles!



O jogo começou inocente, como sempre. A gente tava no sofá da sala, as luzes baixas, o som de alguma playlist no fundo, copos de drink pela mesa. Eu, minha esposa Lara, e os três amigos: Ricardo, Thiago e Bruno. Nada demais no início. Cartas, desafios bobos, risadas. Até que a roleta caiu nela de novo.
Ricardo puxou a carta e leu em voz alta:
- Beija o cara à sua direita. Beijo de língua, bem devagar, e a gente olha.
Lara olhou pra mim rapidinho, aquele sorrisinho de quem já tava sentindo o calor subir. Depois se virou pro Thiago, que estava do lado dela. Ela se inclinou, agarrou o rosto dele e enfiou a língua na boca dele. Não foi um beijo de cinema. Foi molhado, sujo, com ela chupando a língua dele enquanto o corpo se inclinava pra frente. Eu via o peito dela subir e descer mais rápido. Thiago gemeu baixo na boca dela e a mão dele subiu pela coxa dela, apertando a carne macia.
Quando ela se afastou, um fio de saliva ainda ligava as bocas. Ela limpou o canto da boca com o polegar e riu.
- Porra, que beijo gostoso.
A próxima rodada foi pior. Ou melhor, dependendo do ponto de vista. A carta mandava ela sentar no colo de alguém e se esfregar até o cara ficar duro. Caiu no Bruno. Lara se levantou, tirou o shortinho jeans e ficou só de calcinha preta. Subiu no colo dele de frente, abriu as pernas e começou a rebolar a buceta em cima da pica dele ainda dentro da calça. O tecido da calcinha já tava um pouco molhado, eu via a mancha se formando. Ela girava o quadril devagar, apertando o grelinho contra o volume que crescia rápido.
Bruno segurou a cintura dela com força.
- Porra, Lara, sua buceta tá quente pra caralho.
Ela riu, a respiração já ofegante.
- Tá duro, né? Sente como minha xota tá molhando sua calça.
Ela se esfregou mais forte, gemendo baixinho a cada movimento. Eu via o pau do Bruno marcando a calça, grosso, quase estourando. Quando ela desceu do colo dele, o volume era impossível de esconder.
Aí as coisas saíram do controle de vez. A carta seguinte foi direta:
- Ajoelha e chupa a pica de um deles até ele gozar. Olha nos olhos enquanto engole.
Lara olhou pra mim de novo, os olhos brilhando. Depois se ajoelhou na frente do Ricardo. Abriu o zíper dele com os dentes, puxou a pica pra fora. Era grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Ela passou a língua de baixo pra cima, bem devagar, depois engoliu a cabeça toda de uma vez. O som molhado encheu a sala. Ela chupava fundo, a boca esticada, a saliva escorrendo pelo pau e pingando nas bolas dele. A mão dela ia e vinha na base, apertando, enquanto a outra brincava com as bolas.
Ricardo segurava o cabelo dela.
- Isso, engole essa pica. Chupa fundo, putinha.
Lara soltou a boca só pra responder, a voz rouca:
- Adoro chupar pica. Sua porra vai ser gostosa.
Ela voltou a engolir, agora mais rápido, engasgando de propósito, a garganta contraindo em volta da cabeça. Os olhos dela não saíam dos dele. Quando Ricardo começou a tremer, ela acelerou, sugando com força. Ele gemeu alto e gozou direto na garganta dela. Lara engoliu tudo, só deixando um pouco escorrer pelo canto da boca. Depois limpou com o dedo e chupou o dedo na frente de todo mundo.
- Hmmm, gostoso.
Eu tava duro pra caralho dentro da calça, mas não mexia. Só assistia.
O jogo virou. Agora não tinha mais carta de verdade. Cada “desafio” era só a desculpa pra ela ir pro próximo. Thiago a puxou pro sofá, virou ela de quatro e abaixou a calcinha dela de uma vez. A buceta dela tava inchada, molhada, o grelinho saltado. Ele enfiou dois dedos de uma vez, revirou, tirou e lambeu.
- Sua xota tá pingando, porra.
Depois enfiou a pica de uma vez só. Lara gritou, a cara enfiada nas almofadas.
- Ahhh, caralho! Que pica grossa! Não para, fode essa buceta!
Thiago meteu forte, as mãos apertando a bunda dela, abrindo o cu com os polegares enquanto enfiava fundo. O som de pele batendo em pele enchia a sala. Lara gemia sem parar, a voz quebrada:
- Isso, mete fundo! Usa minha buceta! Aaaah, mais forte!
Ele gozou dentro dela sem avisar. Quando tirou, um filete de porra escorreu pela coxa dela. Lara nem se mexeu. Ficou ali, de quatro, ofegante, o cu piscando.
Bruno não esperou. Deitou ela de costas no tapete, levantou as pernas dela até quase dobrar e enfiou de uma vez. A pica dele entrava e saía molhada de porra e lubrificação. Lara segurava os próprios joelhos, as unhas cravadas na carne, o rosto contorcido de prazer.
- Porra, Bruno, sua pica tá me arrebentando! Não para, não para! Aaaah, caralho, tô gozando!
Ela gozou forte, o corpo todo tremendo, a buceta contraindo em volta do pau dele. Bruno continuou metendo através do orgasmo dela, até gozar também, bem fundo.
Ricardo voltou. Dessa vez ele a virou de lado, levantou uma perna e enfiou. A outra mão dele foi direto pro cu dela. Enfiou o dedo médio sem aviso enquanto metia na buceta. Lara gritou mais alto:
- Ahhh, meu cu! Tá metendo no cu também! Porra, que delícia! Fode os dois buracos!
Ele meteu o dedo mais fundo, depois tirou e colocou a cabeça da pica no cu dela. Empurrou devagar. Lara ofegava, os olhos fechados, a boca aberta.
- Vai, enfia no cu. Quero sentir essa pica esticando meu cuzinho.
Quando a cabeça passou, ela gemeu longo, quase um choro de prazer. Ricardo enfiou tudo e começou a foder o cu dela com força. A buceta dela ficava vazia, se contraindo no ar, escorrendo misturado. Thiago se aproximou e enfiou a pica na boca dela. Agora ela tava sendo usada pelos dois lados. A boca cheia de pau, o cu sendo arrombado.
- Chupa essa porra, puta. Engole tudo de novo.
Ela só conseguia gemer abafado, a saliva escorrendo, os olhos lacrimejando de prazer. Quando Ricardo gozou no cu dela, a porra saiu jorrando quando ele tirou. Thiago tirou da boca e gozou no rosto dela, cobrindo o queixo e os lábios.
Lara limpou a porra com os dedos e chupou, sorrindo.
- Mais. Quero mais.
E eles deram. Cada um foi nela de novo. Bruno a pegou no colo, segurando pelas coxas, e meteu em pé, a buceta dela engolindo a pica enquanto ela se segurava no pescoço dele. Depois Thiago a deitou de novo e chupou a buceta dela até ela gozar na boca dele, lambendo a porra que ainda escorria. Ricardo a virou de quatro outra vez e meteu no cu até ela gritar que não aguentava mais, mas continuava pedindo.
- Não para! Fode meu cu! Arrebenta essa putinha!
Eu fiquei o tempo todo ali, sentado na poltrona, a pica latejando dentro da calça. Ela olhava pra mim entre uma foda e outra, os olhos vidrados, a boca entreaberta, o cabelo grudado no suor do rosto. Cada vez que gozava, ela gemia meu nome misturado com palavrões.
Quando o último gozo saiu, os três estavam sentados, cansados, as picas ainda semi-duras, cobertas de saliva e porra. Lara estava no chão, as pernas abertas, a buceta e o cu vermelhos, inchados, escorrendo. O cabelo uma bagunça, o batom borrado, o peito subindo e descendo rápido. Ela ainda sorria.
Eu me aproximei. Ela se arrastou até mim e apoiou a cabeça na minha coxa.
- Porra, amor… que noite.
Eu passei a mão no cabelo suado dela. O cheiro de sexo, suor e porra enchia a sala. Os amigos riam baixo, terminando os drinks como se nada demais tivesse acontecido. Como se não tivessem acabado de passar a minha esposa entre eles por horas.
Lara se aconchegou em mim no sofá, ainda ofegante, a mão dela descendo e apertando minha pica dura através da calça.
- Depois a gente conversa… mas agora deixa eu recuperar o fôlego.
Eu só acenei com a cabeça. A sala cheirava a sexo. A minha esposa estava uma bagunça linda, usada, satisfeita. E o jogo, aquele jogo inocente, tinha virado exatamente o que a gente nunca tinha planejado em voz alta, mas que os corpos tinham decidido sozinhos.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Um jogo travesso entre meus amigos, acabou com minha esposa alternando entre eles!

Codigo do conto:
273354

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
28/09/2026

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