A gente tava sozinho em casa de novo. Eu tinha acabado de chegar da faculdade e ela, como sempre, saiu da academia suada, o cabelo preso num rabo de cavalo bagunçado, o legging preto colado naquele corpo que parecia ter sido feito pra provocar. O shortinho de cima mal cobria a metade da bunda. E ela sabia. Sempre soube. — Vem aqui, porra. Quero ver se você ainda consegue me derrubar — ela falou, já me empurrando pro meio da sala. Eu ri, fingindo que não tava com o pau latejando só de olhar. A gente começou a se agarrar. Eu tentei segurar o tronco dela, mas ela girou o quadril com uma força de quem treina todo dia. O traseiro quente e firme bateu direto na minha pica, que já tava dura dentro da calça. O legging dela era tão fino que eu senti o calor da buceta esfregando no meu pau pelo tecido. Ela parou por um segundo. Fingiu que não tinha sentido nada. Continuou tentando me derrubar, mas agora o movimento era mais lento, mais deliberado. O cu dela esfregava na minha pica a cada vez que ela se torcia. Eu soltei um gemido baixo sem querer. — Que porra é essa? — ela perguntou, virando o rosto, fingindo nojo. Mas os olhos dela brilhavam. Eu não respondi. Aproveitei a abertura e a puxei com mais força. A gente caiu no sofá. Ela por cima. O joelho dela abriu e a buceta quente pousou bem em cima da minha pica. Mesmo com a calça e o legging no meio, eu senti o formato do grelinho duro pressionando. Ela se mexeu de propósito, esfregando devagar, e depois fez cara de nojo. — Eca, que nojo… — murmurou, mas não se levantou. Continuou sentada, o peso do corpo todo em cima de mim, a buceta apertando meu pau como se quisesse sugar. Eu agarrei a cintura dela e puxei pra baixo. Ela gemeu. Baixinho, quase sem querer. Aí eu meti a mão por baixo do legging e senti a buceta molhada pra caralho. Os dedos escorregaram direto no meio da fenda, encharcada. O grelinho estava inchado, duro, pulsando. Eu apertei. — Porra… — ela soltou, a voz já diferente. — Seu filho da puta… Eu empurrei dois dedos pra dentro da buceta dela de uma vez. Ela arquejou e apertou as coxas em volta da minha mão. O legging rasgou um pouco na lateral quando ela se mexeu com mais força. Eu não aguentei. Puxei o pau pra fora da calça. A cabeça grossa bateu direto no tecido molhado da buceta dela. Eu rasguei o legging com as duas mãos. O tecido cedeu. A buceta dela apareceu, rosa, inchada, pingando. — Mete logo, caralho — ela rosnou, já sem fingir mais nada. Eu empurrei a pica inteira de uma vez. A buceta dela engoliu tudo, quente, apertada, escorrendo. Ela gritou. Um grito longo, desesperado, enquanto eu enfiava até o fundo. O cu dela se contraía contra a base do meu pau a cada estocada. Eu agarrei o cabelo dela e puxei a cabeça pra trás, metendo com força. — Ahh… ahh, porra… mais fundo… — ela gemia sem parar, a voz quebrada. — Me fode… me fode direito… Eu virei ela de quatro no sofá. A bunda empinada, o cu apertadinho e a buceta aberta, vermelha, babando no meu pau. Eu enfiei de novo e comecei a meter com tudo. O barulho da pele batendo era alto. Ela empurrava o quadril pra trás, engolindo a pica inteira, gemendo como se estivesse enlouquecendo. — Mais forte… caralho… arromba essa buceta… — ela gritava, a cara enterrada no sofá. — Me enche… me enche de porra… Eu cuspi no cu dela e enfiei o polegar. Ela tremeu toda. A buceta apertou meu pau com tanta força que eu quase gozei na hora. Continuei metendo, o polegar fudendo o cu dela ao mesmo tempo. Ela estava babando, gemendo sem parar, o corpo inteiro suado e tremendo. — Tá gozando, né? — eu falei, metendo mais fundo. — Tá gozando na pica do teu irmão, sua puta… Ela só conseguiu gritar. O gozo veio forte. A buceta dela se contraiu em volta do meu pau em ondas, esguichando, molhando minhas bolas e a coxa. Eu continuei metendo enquanto ela gozava, sem piedade. Quando ela estava ainda tremendo, eu puxei o pau e enfiei no cu dela de uma vez. Ela gritou de novo. O cu apertou a pica com uma força absurda. Eu meti até o fundo, sentindo o calor apertado engolir tudo. Ela empurrava pra trás mesmo assim, gemendo alto, a voz já rouca. — Ahh… porra… o cu… o cu tá arrombando… não para… não para… Eu fodi o cu dela com tudo, as mãos apertando a cintura, as estocadas secas e profundas. Ela gozou de novo, o corpo todo se contorcendo. Eu senti o pau latejar e gozei fundo no cu dela, jatos quentes enchendo. Continuo metendo enquanto gozava, empurrando a porra pra dentro. Quando eu saí, o cu dela estava aberto, vermelho, pingando porra misturada com saliva. A buceta ainda latejava, aberta. Ela virou o rosto, ofegante, o cabelo grudado no rosto suado. — De novo… — murmurou, a voz baixa e rouca. — Quero de novo… Eu ainda estava duro. Empurrei a pica de volta na buceta dela e continuei.
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