A gente tava na cama dele, só de boas, rindo pra caralho. Ele tava se gabando que conseguia levantar meu peso fácil, eu com meus 55 kg magrinhos. Fiquei em cima do peito dele e ele fez uns três abdominais enquanto eu me segurava rindo. — Prova aí, seu gostoso. Levanta esse peso de verdade. Ele riu, os braços fortes segurando minhas coxas. Aí eu provoquei: — Aposto que você não consegue fazer com eu mais em cima. Empurrei o corpo pra frente, ainda rindo, ainda brincando. Minhas coxas abriram dos dois lados da cabeça dele e de repente a minha buceta coberta pelo short fino tava direto em cima da boca dele. O ar mudou. O riso morreu. O hálito quente dele passou através do tecido e bateu direto no meu grelinho. Eu senti o clitóris latejar na hora, já inchado, já pedindo. A respiração dele ficou pesada, quente, molhada contra o short. Ficamos três segundos só nos olhando. Eu de cima, ele de baixo, as minhas coxas apertando a cabeça dele. — Tira isso — ele falou. A voz saiu baixa, rouca, diferente de tudo que eu já tinha ouvido dele. Voz de homem que queria chupar buceta até eu desmaiar. Eu tirei o short. Sem calcinha. Dia de lavar roupa, juro. A buceta já tava molhada, o grelinho latejando, os lábios inchados. Me abaixei devagar na cara dele. A língua dele veio imediatamente. Larga, quente, plana, pressionando forte contra o clitóris. As mãos grandes agarraram minhas coxas e me puxaram com força pra baixo. Eu segurei a cabeceira da cama com as duas mãos e os quadris começaram a se mexer sozinhos. — Porra… — eu gemi, a voz já tremendo. — Sua língua… caralho… Ele me lambeu de baixo. A língua entrou na buceta, quente e molhada, chupando o mel que já escorria. Depois subiu de novo pro grelinho, chupando com força, depois voltou pra dentro, enfiando fundo. Eu cavalgava a boca dele, movendo o quadril pra frente e pra trás, sentindo a mandíbula dele trabalhar, o nariz batendo no clitóris quando ele lambia mais embaixo. O rosto dele já tava molhado de mim. Eu escorria no queixo, nas bochechas, no travesseiro embaixo da cabeça dele. As mãos dele nas minhas coxas me puxavam cada vez mais forte, como se quisesse que eu sentasse de verdade, que eu esmagasse a cara dele com a buceta. — Chupa essa buceta, caralho… — eu gemia, os quadris girando. — Enfia a língua fundo… assim… porra… A língua dele entrava e saía, chupava o grelinho, voltava pra dentro, lambia os lábios, chupava de novo. O barulho molhado enchia o quarto. Eu tava escorrendo tanto que o queixo dele brilhava, a saliva misturada com meu mel. Ele gemia contra a minha buceta, o som vibrando direto no clitóris. Eu apertava as coxas contra a cabeça dele, sentindo a barba rala riscar a pele sensível. — Me come com a boca… me fode com a língua… quero gozar na sua cara… Ele me puxou ainda mais pra baixo. A língua entrou fundo, se mexendo dentro de mim, enquanto o nariz pressionava o grelinho. Eu comecei a rebolar com mais força, cavalgando a boca dele como se fosse um pau. A cabeceira da cama rangia sob as minhas mãos. Meu corpo inteiro tava quente, o peito subindo e descendo rápido, os mamilos duros roçando a camiseta. — Assim… assim, porra… não para… Ele chupou o clitóris com força, a língua girando em círculos rápidos. Eu senti o orgasmo subindo, apertando o ventre, as coxas tremendo. Gozei na cara dele. As coxas se fecharam em volta da cabeça, a mão apertando a cabeceira com força, os quadris girando em círculos pequenos enquanto a língua dele continuava no grelinho. Eu gemi tão alto que o vizinho de cima depois perguntou se tava tudo bem. O corpo inteiro tremeu, a buceta latejando contra a boca dele, o mel escorrendo ainda mais. Ele não parou. Continuou me lambendo mais suave, mais devagar, chupando o clitóris inchado enquanto eu gozava, prolongando cada espasmo até eu desabar pra frente, apoiada na parede, ofegante. Eu desci devagar. O rosto dele brilhava inteiro. Boca, queixo, bochechas, até o pescoço. Ele tava sorrindo, os olhos escuros, a pica dura pra caralho dentro da calça moletom, marcando o tecido. Ele limpou o rosto com a camisa e falou, a voz ainda rouca: — Então aquele negócio de levantar peso… — Aquilo de levantar peso foi ótimo — eu respondi, ainda tremendo. Os dois sabiam que nenhum de nós tava falando de abdominal. Mas eu não desci de verdade. Fiquei ajoelhada em cima dele, a buceta ainda latejando, e puxei a calça moletom pra baixo. A pica dele saltou pra fora, grossa, veias latejando, a cabeça vermelha e brilhante de pré-gozo. Eu segurei o pau com a mão e esfreguei a cabeça no meu grelinho molhado. — Quer meter agora? — perguntei, a voz baixa. — Quero foder essa buceta até você gozar de novo na minha pica. Eu me abaixei e enfiei tudo de uma vez. A pica abriu a buceta, quente, grossa, entrando fundo até as bolas baterem. Eu gemi alto, as unhas cravando no peito dele. Comecei a cavalgar, subindo e descendo rápido, o pau entrando e saindo molhado, o barulho sujo enchendo o quarto. Ele agarrou minhas nádegas e me puxava pra baixo a cada estocada, metendo fundo. — Porra… sua buceta tá apertada pra caralho… — ele gemia. — Continua rebolando assim… me fode, sua putinha. Eu rebolava, o grelinho batendo na base do pau dele a cada descida. Ele levantou o tronco e chupou um mamilo, mordendo de leve enquanto eu cavalgava. A buceta fazia barulho molhado, o mel escorrendo pelas bolas dele, pingando na cama. Eu senti outro orgasmo vindo. — Tô gozando de novo… caralho… sua pica tá me matando… Gozei apertando o pau dele, a buceta se contraindo em volta, o corpo inteiro tremendo. Ele não parou. Virou a gente de uma vez, me colocou de quatro e enfiei de novo, metendo com força, as mãos apertando a cintura. Cada estocada fazia a cama bater na parede. Eu gemia alto, a cara enfiada no travesseiro, a buceta engolindo a pica até o fundo. — Me fode… me arrebenta essa buceta… — eu pedia, a voz quebrada. — Quero sentir sua porra quente dentro. Ele meteu mais rápido, as bolas batendo na minha buceta, o som molhado e sujo. Depois puxou o pau, esfregou a cabeça no meu cu e perguntou: — Quer no cu também? — Quero. Enfia no meu cu. Me fode os dois buracos. Ele cuspiu na mão, passou no cu e enfiei devagar. A cabeça abriu o anel, quente, grossa. Eu gemi alto, o corpo se tensionando. Ele meteu até o fundo, as bolas batendo na buceta ainda molhada. Começou a foder o cu com força, uma mão apertando a bunda, a outra chegando na frente pra esfregar o grelinho. — Seu cu tá apertando minha pica… porra… — ele gemia. — Que putinha safada… Eu empurrava o quadril pra trás, engolindo o pau no cu, o grelinho sendo esfregado pelos dedos dele. Gozei de novo, o corpo se contraindo, o cu apertando o pau dele. Ele meteu mais fundo e jorrou dentro, jatos quentes enchendo o cu, a porra escorrendo enquanto ele continuava metendo, empurrando tudo pra dentro. Quando ele tirou, a porra escorreu do cu e da buceta, branca, viscosa, suja. Eu virei de costas, ofegante, e ele se deitou do meu lado, o rosto ainda brilhando do meu mel de antes. Eu passei o dedo na boca dele e ele chupou, lambendo o resto. — A gente tá só saindo, né? — eu falei, rindo baixo. — Claro. Só saindo. — ele respondeu, a mão apertando minha bunda molhada de porra. — Minhas coxas já têm a marca da sua mandíbula, mas a gente tá só saindo. Desde aquele dia a gente se viu mais quatro vezes. Toda vez começa como outra coisa e termina com eu sentada na cara dele. Noite de filme? Eu no sofá, ele deitado, eu subindo e sentando a buceta direto na boca. Estudando? O livro cai no chão e a língua dele já tá no grelinho. Semana passada ele fez jantar e eu já tava cavalgando a cara dele antes de lavar a louça. Ele chupa até eu gozar, depois mete, depois fode o cu, depois volta pra chupar de novo. E eu sempre termino com as coxas tremendo, o mel escorrendo no queixo dele, a pica dele dura de novo, pronto pra mais. Nenhum de nós chama de namoro. A gente só tá saindo. Minhas coxas têm a memória da mandíbula dele. Meu cu ainda lateja quando lembro da pica entrando. Minha buceta já sabe o gosto da língua dele. Mas a gente tá só saindo. Claro que tá.
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