Minha irmã mais velha foi a primeira mulher que me fez gozar!
Naquela época eu tinha acabado de completar dezoito anos e meus hormônios estavam uma putaria sem fim. A minha irmã mais velha, a Letícia, tinha vinte e um e eu não conseguia parar de reparar nela. O jeito que o shortinho subia quando ela se abaixava, o cheiro doce de sabonete misturado com o corpo quente dela depois do banho, os peitos pesados balançando por baixo da camiseta fina. Parecia errado pra caralho, mas a minha pica não ligava pra moral. Depois de qualquer conversa no corredor eu já ia pro quarto, trancava a porta e batia uma até gozar grosso pensando nela me engolindo inteiro. Uma noite eu saí pro banheiro de madrugada e a gente se esbarrou no corredor. A casa estava quieta, só o barulho do ventilador. Ela estava de camisola curta, quase transparente, e disse baixinho: - Entra no meu quarto um segundo. Tô com frio pra caralho e o cobertor tá no alto do armário. Eu entrei. O quarto dela cheirava a perfume barato e pele quente. Ela fechou a porta sem fazer barulho, puxou o cobertor e se jogou na cama. Depois olhou pra mim com aquele sorrisinho safado que eu nunca tinha visto antes. - Deita aqui comigo. Só um pouco. Tá gelado pra porra. Eu era virgem, burro e excitado pra caralho. Deitei. O colchão afundou e o corpo dela grudou no meu. Em algum momento da noite a minha pica acordou sozinha, dura pra caralho, marcando a bermuda. Eu tentei virar de lado, mas ela sentiu. A mão dela deslizou devagar por cima do tecido, apertando o pau grosso que já pingava pré-gozo. Eu fiquei parado, respiração presa, coração batendo no pescoço. Ela não falou nada no começo. Só apertou, esfregou a palma em círculos lentos, sentindo o volume. Depois sussurrou bem perto da minha orelha, a voz rouca de sono e tesão: - Que pica grande pra um moleque. Já tá bem durinha, hein? Quer que eu continue? Eu só consegui rebolar, empurrando a rola contra a mão dela. Ela riu baixinho e puxou a bermuda pra baixo, libertando a pica latejante. O ar frio bateu na cabeça inchada e no mesmo segundo a mão quente dela fechou em volta, deslizando do saco até a glande, espalhando o líquido grosso que escorria. - Porra… deixa eu te bater uma gostosa. Fica quieto e goza pra irmã. Ela masturbava com força, o polegar esfregando o freio, a outra mão apertando minhas bolas. Eu gemia baixo, desesperado, a bunda rebolando sozinha. A pica latejava, inchava mais ainda na mão dela. Eu não aguentei. O gozo subiu rápido, violento, e eu jorrei grosso, jatos quentes espirrando na bermuda, nos dedos dela, escorrendo pelo saco e molhando o lençol. Ela não parou. Continuou apertando, ordenhando cada gota, a mão suja de porra deslizando devagar enquanto eu tremia e gemia: - Aahh… porra, Leticia… tô gozando tudo… - Isso, goza mais. Quero sentir sua porra quente escorrendo. Que delícia de porra, irmão… Ela passou os dedos lambuzados na cabeça da pica, esfregando o líquido grosso, e só depois parou. Eu ainda estava ofegante quando ela puxou a camisola pra cima, mostrou os peitos pesados e o grelinho inchado entre as pernas. Sem pedir licença, sentou em cima da minha coxa, esfregando a buceta molhada na pele, o clitóris duro batendo. - Agora você vai me chupar. Quero sua língua no meu cu e na minha buceta até eu gozar na sua cara. Eu obedeçi. Enterrei o rosto entre as pernas dela, lambendo o grelinho inchado, chupando os lábios molhados, enfiando a língua no cu apertado enquanto ela rebolava e gemia alto, sem se importar com o volume. - Mais fundo… chupa esse cu, caralho… ahhh, porra, tô gozando! Ela gozou na minha boca, o corpo inteiro tremendo, a buceta contraindo, o gosto ácido e doce escorrendo pela minha língua. Depois se jogou ao meu lado, a mão voltando pra minha pica que já estava dura de novo, e sussurrou: - Amanhã a gente fode de verdade. Quero essa pica no meu cu até você gozar lá dentro. Eu adormeci com o cheiro dela no rosto, a porra ainda colada na bermuda e a certeza de que aquela porta nunca mais ia se fechar.
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