Eu sou a filha mais nova de 4 irmãs e lá pelos meus 15 ou 16 anos eu fui morar com minha tia. Como eu trabalhava no atelier de costura dela, e muitas vezes eu dormia na sua casa mesmo, acabei me mudando de vez. Eu adorava morar com ela. Eu tinha muito mais liberdade pra sair, a escola era ótima, e o apartamento chique com um quarto só meu… enfim… Não foi difícil me acostumar. Marcelo, marido da minha tia, era um homem de 40 anos, mais novo que ela, e ele muito enxerido. Mesmo antes de morar lá, eu percebia os olhares que ele me dava e algumas insinuações pro meu lado. Eu nunca dei condição nenhuma pra ele, nem sequer sorria quando ele fazia alguma brincadeira. Mesmo que ele não fosse meu tio de sangue, ele ainda era bem mais velho que eu e marido da minha tia. Mas confesso que sempre achei ele um gato. Até minha mãe falava que Marcelo era bonito demais pra tia. Eu chegava da academia quase 22:00 da noite. E nesse dia eu cheguei e fui direto pra cozinha fazer algo pra comer. Pra minha surpresa, Marcelo estava na sala assistindo TV. - Cadê a tia? Já foi dormir? Perguntei ao chegar na sala, sentando no sofá pra comer meu jantar. - Já. Ela disse que estava com dor de cabeça. Tomou até um comprimido mas não passa. Ele falou aquilo com uma pontada de irritação na voz. Era estranho vê-lo assim, porque Marcelo geralmente era bem de boa com tudo e quase nunca se estressava. Fiquei curiosa pra saber o porquê, mas não insisti. Ficamos sentados de frente pra TV que passava um programa bem bobinho. Embora a gente morasse na mesma casa, Marcelo e eu quase não falávamos um com o outro, exceto pequenas interações. Era estranho ficar ao lado dele e sem assunto. - Como é que foi a academia, Rayssa? Se você deixasse eu ia tinha ido te buscar. - Ah, foi legal. Mas nem precisa ir me buscar, é aqui do lado quase. Ficamos falando um pouco sobre academia. Ele treinava em uma bem grande no outro bairro com a tia. Os dois tinham um corpo bem sarado, mas Marcelo trabalhava de segurança, seu porte físico era bem mais denso. Algumas vezes eu me peguei olhando para aquele peitoral grande quando ele ficava sem camisa. - Tá dando resultado, né? A academia. Ele falou olhando descaradamente pro meu corpo. Eu fiquei sem jeito e ao mesmo tempo senti algo a mais. Eu apenas ri. - A sua tia vive com dor de cabeça agora. A situação tá meio difícil viu. Eu levei um segundo pra entender o que ele queria dizer. - Ah, mas mulher é assim mesmo. Talvez ela esteja cansada, só isso. – Falei aquilo tentando ajudar de alguma forma. - É, né? Já tem quase um mês que a gente não transa, sabe? Eu vou fazer um carinha e ela já me barra dando desculpas. Eu não estava esperando Marcelo falar sobre aquelas intimidades. Nós mal nos falávamos e do nada ele resolve se abrir daquele jeito. - E vocês mulheres, não sentem falta? Tipo, se passar muito tempo sem transar? Como é que é, Rayssa? Fiquei tão surpresa com aquela pergunta que senti minhas bochechas ruborizarem. Marcelo me encarava, sentado de frente pra mim. - Ah… Sim… Quer dizer, dá pra aguentar, mas às vezes é bem difícil pra gente também. – Respondi. - Entendi. E você diz que tá com dor de cabeça pro seu namorado também? Eu ri revirando os olhos pra ele. - Eu nem tenho namorado, Marcelo. - Ah, Rayssa, então a sua situação é pior que a minha. Nós rimos juntos e eu percebi que falar sobre aquilo com ele era bem leve. Ele parecia ser um cara bem resolvido e seguro de si. Aquilo me atraía demais num homem, porque até então eu só tinha ficado com garotos da minha idade, inseguros e mal resolvidos. - Impossível acreditar que você não tem namorado. – Ele falou e eu caí na armadilha respondendo. - Porquê, ué? - Você é gata demais. E agora na academia tá bem gostosa. Eu não consegui disfarçar que aquele elogio tinha mexido comigo. Ainda mais sabendo que era tarde da noite e estávamos a sós. Marcelo se aproximou de mim no sofá como se fosse pra contar um segredo. - Olha, Rayssa, não conta pra sua tia sobre isso que a gente conversou. É que tá difícil mesmo aguentar essa fase dela. Eu tô aqui quase subindo pelas paredes. - Não vou contar. - Mas é sério, você é muito linda. – Ele disse colocando a mão na minha coxa. Eu não tirei sua mão dali. Existia uma tensão no ar entre nós dois. Tipo, nós dois sozinhos naquela sala falando sobre aquelas coisas e minha tia dormindo no quarto há poucos metros da gente… Eu sentia o clima ficar mais quente. - Eu nem sou tão bonita assim, mas obrigada. - Claro que é. Você não vê como eu te olho? Marcelo afastou o cabelo do meu pescoço e me deu um beijo lento perto da minha clavícula. Eu poderia ter me afastado, mas foi tão bom que foi difícil manter os olhos abertos. Eu não podia acreditar que estava caindo na lábia do marido da minha tia. - Você é uma delícia, sabia? Ficar perto de você me deixa louco. Suas palavras perto do meu ouvido me deixaram arrepiada. - Melhor não, Marcelo, a tia vai acordar. - Calma, é só um beijo. Não tem nada demais. Ele virou meu rosto e beijou minha boca. Eu gostei daquele beijo mais do que deveria. Seu hálito quente e aqueles lábios carnudos faziam meu corpo estremecer. Em poucos segundos eu já estava retribuindo o beijo e passando meus dedos pela sua nuca. Aquele homem me levantou como se eu não pesasse nada e me colocou em cima das suas pernas. Fiquei de frente pra ele sentindo sua ereção embaixo do meu short de academia. Deu pra notar que Marcelo estava com muito tesão e o pior é que eu também estava. - Porra, Rayssa, eu não tô me aguentando… Ele falava enquanto beijava meu pescoço e meu queixo. - A tia vai ver a gente. – Tentei protestar. - Ela tá dormindo. O sono dela é pesado, relaxa. Deixei que ele me beijasse e passasse a mão por todo o meu corpo. Eram mãos grossas e firmes, de homem de verdade, que eu nunca tinha provado antes. Todos aqueles beijos e amassos me deixavam mais cheia de tesão. Tanto que eu estava rebolando em cima do Marcelo e nem percebi. Sua mão apertava minha bunda com força como se quisesse mais. Eu estava tão molhada que senti minha calcinha toda ensopada. Marcelo me abraçou forte me puxando para mais perto e chupou meus seios tirando-os para fora da blusa. Eram pequenininhos, mas ele chupava com vontade alternando entre os dois. Meus biquinhos eram muito sensíveis e ficaram duros num instante. Naquela sala só se ouvia o volume baixinho da TV e nossos gemidos e arquejos. Notei que Marcelo tirou o calção fazendo seu pau duro encostar na minha bunda. Parecia pesado, como se fosse bem grosso e grande. Eu estava com tanto tesão que nem percebi ele afastar meu shortinho junto com a calcinha pro lado. Seus dedos tocaram os lábios da minha buceta molhada e eu tive que me segurar para não gemer mais alto. - Não, Marcelo… Melhor a gente parar. - Porque? Não tá gostando? - Não é isso. Tá muito gostoso, mas a tia… - Relaxa, Rayssa. Ela não vai saber. Vou enfiar só a pontinha. Tá bom? Se você não gostar eu paro. Ele falou aquilo já pincelando a cabeça do pau na entrada da minha buceta. Eu revirei os olhos erguendo o quadril. Nossa, eu queria muito aquilo. Estava muito gostoso. Eu mesma não parava de rebolar com aquele pau na entrada da minha buceta. Estava tão molhada que bastava um movimento pra entrar. E foi isso que eu fiz. Movi o quadril fazendo aquele pau grosso penetrar minha bucetinha. Eu gemi afundando meu rosto no peito do Marcelo. - Porra, que delícia, Rayssa. Apertada pra caralho. Eu rebolei com mais força, com mais vontade, sentindo seu pau deslizar mais fundo. Enterrei minhas unhas no ombro de Marcelo e quiquei como uma verdadeira putinha. - Ai, eu tô gozando. Ah! Falei quicando mais rápido e sentindo meu corpo todo desabar de tanto prazer e tesão. Foi o orgasmo mais rápido que eu já tive. Meu corpo todo estava nas nuvens e tudo ficou dez vezes mais sensível. Em cima dele eu parecia mais uma boneca de pano, pequena e molenga. Ele metia devagar fazendo seu pau deslizar todo pra dentro em movimentos suaves. - Vou gozar, Rayssa. Chupa bem gostoso, vai. – Marcelo falou tirando seu pau bem a tempo. Eu saí de cima bem rápido e me ajoelhei de frente pra ele no sofá. Seu pau era maior do que eu imaginava. Eram tantas veias e tão grosso que eu fiquei impressionada por ter aguentado aquilo tudo. Chupei seu pau sentindo o gosto da minha buceta gozada nele. Marcelo olhava pra mim com uma cara de quem está quase explodindo de tesão. Chupei aquele pau olhando nos olhos de Marcelo e fazendo minha melhor cara de puta que consegui. - Que safada! Ele segurou minha cabeça e gozou na minha boca. Só me soltou quando a ultima gota de porra saiu. Particularmente eu não gostava de chupar, e aquela foi a primeira vez que eu gostei. Foi um tesão fazer um homem daquele tamanho estremecer e gozar tanto. Aquela foi a primeira vez que Marcelo e eu transamos. Foi rápido, mas intenso e muito gostoso. A partir daquele dia começamos nosso relacionamento escondido. Ninguém nunca soube ou desconfiou de nada, éramos cuidadosos. Eu me sentia um pouco culpada, claro, por fazer aquilo com a minha tia, mas a relação dos dois tinha esfriado e eles quase não transavam mais. E quando transavam, eu não tinha ciúmes, afinal, Marcelo e eu transávamos quase todos os dias e era sempre maravilhoso. Aquele homem tinha um apetite fora do normal. Bastava a gente ficar sozinhos, que eu já sabia que tinha que abrir minhas pernas pra ele. Marcelo me fodia tanto que minha buceta ficava toda vermelha. E eu adorava sentar em cima do seu pau grosso e rebolar enquanto ele colocava as mãos atrás da cabeça e só olhava pro meu corpo, me desejando.
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