Um estranho no ônibus!



O ônibus roncou baixo quando saiu da rodoviária. Eu já estava com o corpo todo mole de cansaço, a cabeça pesada no encosto da poltrona 22. A semana tinha me esfolado. Trabalhei até o osso, dormi pouco, comi mal. O final de semana era meu. Só meu. Resort, cachoeira, silêncio. Fones no ouvido, música baixa, olhos fechados. A poltrona do lado vazia. Agradeci mentalmente.
Não sei quanto tempo passou. O balanço do ônibus me embalava. Até que o assento ao lado afundou. Alguém sentou. Abri os olhos um segundo. Escuro. Só o farol distante dos carros na estrada. Fechei de novo. Não me importei.
A mão veio devagar. Primeiro um toque leve na minha coxa, por cima do shortinho. Eu afastei a perna um milímetro, só por reflexo. A pele que toquei era quente, áspera de macho. Homem. Fiquei parada. O coração deu um salto esquisito. Não de medo. De outra coisa. Uma coisa quente que subiu da barriga e ficou latindo entre as pernas.
Ele esperou. Uns minutos. Depois a mão voltou. Mais firme. Alisou a parte de dentro da minha coxa, subindo devagar, roçando a beira do short. Eu arrepiei inteira. Os pelos da nuca se eriçaram. A calcinha já estava úmida. Eu podia sentir. Em vez de afastar, abri um pouco mais as pernas. Quase nada. Só o suficiente pra ele entender.
A mão dele ficou mais descarada. Os dedos entraram por baixo do short, passaram na beira da calcinha. Eu soltei o ar pela boca, devagar. Ele encontrou o tecido molhado e pressionou. Achou o grelinho duro, inchado, latejando. Ele fez círculos lentos por cima da calcinha. Eu apertei as mãos no braço da poltrona. Os fones ainda tocavam alguma coisa, mas eu não ouvia mais nada além do meu próprio sangue.
Ele puxou a calcinha pro lado. O contato da ponta do dedo na buceta nua me fez tremer. Estava escorrendo. Ele espalhou o caldo, deslizou pro clitóris e começou a esfregar em círculos apertados. Dois dedos entraram de uma vez. Eu estava tão molhada que eles sumiram dentro de mim fácil, fundo. Ele curvou, procurou, achou aquele ponto que faz a barriga fechar. Começou a foder devagar, entrando e saindo, o polegar no grelinho no mesmo ritmo.
Eu mordia o lábio pra não gemer. O ônibus balançava e cada solavanco empurrava os dedos dele mais fundo. A buceta fazia barulhinho molhado. Ele acelerou. Os dedos entravam com força, o polegar esfregava sem parar. Eu sentia o orgasmo subindo rápido, apertando o útero, as pernas tremendo.
— Porra… — escapei baixinho, quase sem voz.
Ele não respondeu. Só fodeu mais rápido. Eu gozei com a boca aberta, um gemido longo escapando mesmo com os fones. As pernas se fecharam em volta da mão dele, a buceta contraindo forte, esguichando caldo quente nos dedos. Ele continuou mexendo, tirando cada onda. Eu tremia, ofegante, a calcinha encharcada colada na pele.
Quando parei de tremer, ele tirou a mão devagar. Ouvi o barulho de alguém se levantando. Abri os olhos. A poltrona estava vazia. O cheiro da minha buceta ainda estava no ar. Ajeitei o short, fechei os olhos de novo. O corpo quente, a buceta latejando. Dormi o resto da viagem assim.
Acordei só quando o ônibus parou. Desci ainda molhada, as pernas bambas. Não olhei pra trás. Não quis saber o rosto. Só sabia que tinha sido a melhor viagem da porra da minha vida.
Mas a história não terminou ali.
Cheguei no resort já no final da tarde. Quarto simples, cama grande, banheiro com box. Tomei banho, lavei a buceta ainda sensível, passei creme. Coloquei um vestidinho curto, sem sutiã, calcinha fio dental. Desci pro bar. Precisava de uma cerveja gelada e de ar.
O bar era aberto, de frente pras árvores. Pouca gente. Sentei no banquinho alto, pedi uma. O primeiro gole desceu gelado. Foi aí que senti. Alguém se aproximou por trás. Uma presença. Depois a voz baixa, rouca, bem no meu ouvido:
— Gostou do passeio?
Eu travei. Virei devagar. Ele era alto, ombros largos, barba por fazer, olhos escuros. Camisa social arremangada, calça jeans. Não era bonito de revista. Era homem. Cheiro de couro e suor limpo. Meu estômago virou.
— Você… — comecei.
— Eu. — Ele sorriu de canto. — A poltrona 22. Sua buceta ainda tava molhada quando desci.
Eu engoli seco. A calcinha ficou úmida de novo só de ouvir. Ele pediu uma cerveja, sentou do meu lado. A perna dele roçou a minha.
— Não gritou. Não me empurrou. Abriu as pernas. — Continuou, baixo. — Eu senti. Você gozou gostoso nos meus dedos. Queria mais?
Eu não respondi com palavra. Só olhei pra ele e abri um pouco mais as pernas no banquinho. Ele viu. A mão dele desceu, passou por baixo da mesa, subiu pela minha coxa. Os dedos acharam a beira da calcinha fio dental e puxaram pro lado. Dois dedos entraram de uma vez. Eu estava encharcada de novo.
— Porra, que buceta gulosa. — Ele falou bem baixinho, quase no meu ouvido. — Ainda tá escorrendo. Quer que eu te foda direito dessa vez?
Eu balancei a cabeça. Ele tirou os dedos, lambeu o caldo na minha frente e se levantou.
— Quarto. Agora.
Subimos. O elevador estava vazio. Assim que a porta fechou ele me empurrou contra a parede, a boca na minha, a língua quente, a pica dura esfregando na minha barriga. Eu sentia o tamanho pelo jeans. Grosso. Comprido. A mão dele subiu no meu vestido, apertou o peito, beliscou o mamilo. Eu gemi na boca dele.
— Quietinha. — Ele falou contra meus lábios. — Ou eu te fodo aqui mesmo.
A porta abriu. Corredor. Quarto. Assim que a porta bateu ele me virou de costas, puxou o vestido pra cima, rasgou a calcinha fio dental com um puxão. Ajoelhou atrás de mim, abriu as nádegas e chupou a buceta de baixo pra cima. A língua entrou, grosa, fodeu, depois subiu pro cu e lambeu em círculos. Eu segurei a parede, gemendo alto.
— Porra… chupa essa buceta… — eu gemi.
Ele lambeu o grelinho, chupou, meteu a língua fundo. Eu gozei de novo, as pernas tremendo, esguichando na boca dele. Ele se levantou, abriu o jeans, a pica saltou pesada. Grossa, veias saltadas, a cabeça já molhada de porra. Ele esfregou na minha buceta, molhou de caldo, depois empurrou.
Entrou inteira de uma vez. Eu gritei. A pica abriu tudo, fundo, batendo no fundo da buceta. Ele agarrou meu cabelo, puxou a cabeça pra trás e começou a foder. Porra, que pica. Cada estocada batia fundo, as bolas batendo na minha buceta, o barulho molhado enchendo o quarto.
— Isso… fode essa puta… — eu gemia desesperada. — Mete essa pica… ai porra… mais forte…
Ele fodeu sem dó. A mão na minha cintura, a outra no cabelo, martelando. Eu gozei de novo, a buceta apertando a pica dele, escorrendo caldo pelas coxas. Ele tirou, me virou, me jogou na cama de quatro. Entrou de novo, agora mais fundo. A mão bateu na minha bunda, o estalo ecoou. Depois os dedos acharam meu cu e meteu um, depois dois, enquanto a pica fodia a buceta.
— Seu cu tá pedindo também. — Ele falou, a voz rouca. — Quer que eu meta nessa bundinha?
— Mete… porra, mete no cu… — eu gemia, a cara enfiada no travesseiro.
Ele tirou a pica, passou no meu cu, empurrou devagar. A cabeça entrou, depois o resto. Eu gritei no travesseiro. Que porra grossa. Ele esperou eu me acostumar, depois começou a foder o cu. Devagar no começo, depois mais forte. A outra mão ia pro grelinho, esfregava. Eu gozei de novo, o corpo inteiro tremendo, o cu apertando a pica dele.
Ele tirou, me virou de frente, abriu minhas pernas e meteu na buceta de novo. Olhou nos meus olhos enquanto fodia. Eu estava destruída. Gemendo sem parar, a boca aberta, o cabelo grudado na testa.
— Goza de novo pra mim. — Ele mandou. — Quero sentir essa buceta chupando minha pica.
Eu gozei. Forte. As pernas travaram, a buceta latejou, o corpo inteiro se contorceu. Ele gozou junto, fundo, jatos quentes enchendo minha buceta, escorrendo quando ele tirou. Caiu ao meu lado, ofegante.
Ficamos quietos um tempo. Eu com a buceta e o cu latejando, o corpo mole. Ele passou a mão na minha barriga, desceu, meteu dois dedos de novo, só pra sentir o caldo dele misturado com o meu.
— Amanhã cedo. — Ele falou. — Vou te foder de novo. No chuveiro. Na cama. Em qualquer lugar. Sua buceta agora é minha nessa viagem.
Eu só balancei a cabeça. Já estava molhada de novo só de ouvir.
A noite inteira ele me usou. Me acordou com a língua na buceta, me fodeu de lado, me botou de quatro de novo e meteu no cu até eu gozar gritando. De madrugada me chupou devagar, só o grelinho, até eu esguichar na boca dele. Quando o sol nasceu eu estava destruída. A buceta inchada, o cu latejando, o corpo coberto de marcas da boca e das mãos dele.
No café da manhã ele sentou do meu lado como se nada tivesse acontecido. Só que a mão dele desceu por baixo da mesa, meteu dois dedos na minha buceta enquanto eu tentava tomar café, e falou baixinho:
— Come logo. Depois a gente sobe. Quero te foder de novo antes de ir pra cachoeira.
Eu olhei pra ele e sorri, a boca ainda arrebentada de tanto chupar a pica dele de madrugada.
— Vamos. — respondi. — Mas dessa vez eu quero sua porra na boca também.
Ele riu baixo, os dedos ainda dentro de mim, curvando, achando o ponto.
— Vai ter. Vai ter tudo. Essa viagem só começou.
E a buceta molhada, já estava pedindo mais.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Um estranho no ônibus!

Codigo do conto:
273524

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
30/09/2026

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