Cecília abriu a porta com aquele sorrisinho safado que já denunciava a putaria. Vestia o conjunto preto e branco: minissaia tão curta que dava pra ver a bunda se ela se inclinasse um centímetro, e a blusa justa que marcava os peitos duros e os mamilos. Atrás dela veio Sara, a mãe, de 43 anos, de vestido roxo simples que apertava as curvas maduras e a bunda grande. Douglas, 44, de calça social e camisa aberta no peito, já estava de pau semi-duro só de olhar as duas. O jantar foi rápido pra caralho. Cecília servia o vinho se inclinando de propósito, mostrando a calcinha e o começo da bunda. Sara olhava a filha com cara de quem queria chupar aquela xota. Douglas não disfarçava o volume na calça. Quando os pratos foram pro lado, Cecília se levantou, olhou pros dois e soltou sem rodeio: — Chega de comida. Eu quero foder. Quero ver essa puta da minha mãe se abrindo e quero esse pau grosso na minha boca e na minha buceta. Vamos pro quarto agora. Sara engoliu em seco, mas o olhar já era de puta. Douglas só deu um sorrisinho safado e levantou. Cecília puxou a mãe pelo braço e Douglas pela camisa. Entraram no quarto de Sara e a porta bateu. Dentro, Cecília não perdeu tempo. Puxou o vestido roxo da mãe pra cima e jogou no chão. — Tira essa calcinha, mãe. Quero ver essa xota molhada. Sara puxou a calcinha e ficou só de sutiã. Cecília se ajoelhou na frente dela, abriu as pernas da mãe e enterrou a cara na buceta madura, chupando barulhento, lambendo o clitóris inchado e metendo a língua fundo. — Que xota gostosa de mãe… já tá pingando, sua puta. Sara gemeu alto, segurou a cabeça da filha e esfregou a buceta na boca dela. — Isso, filha… chupa essa buceta suja. Mamãe tá molhada pra caralho só de sentir sua língua. Douglas já estava nu, pau grosso e veado latejando. Cecília parou de chupar a mãe só o suficiente pra abrir a boca e engolir o pau dele até quase engasgar, babando e fazendo barulho de puta. Sara se ajoelhou do lado e começou a lamber as bolas enquanto a filha chupava. — Que porra gostosa… — gemeu Douglas. — Duas putas. Mãe e filha chupando meu pau. Cecília tirou a boca só pra falar: — Fode a boca da minha mãe também. Mete fundo nessa garganta. Douglas agarrou o cabelo de Sara e enfiou o pau até o fundo da garganta dela. Sara engasgou, baba escorrendo pelo queixo, mas não recuou. Cecília, por baixo, chupava as bolas e lambia a base do pau enquanto a mãe engolia. Depois Cecília se jogou na cama de quatro, levantou a minissaia e puxou a calcinha pro lado. — Mete nessa buceta agora, caralho. Quero sentir esse pau grosso me arrombando. Douglas enfiou de uma vez, fundo, até as bolas baterem. Cecília gritou de prazer. Sara se deitou na frente da filha, abriu as pernas e puxou a cabeça dela. — Chupa minha xota enquanto ele te fode, sua vadia. Cecília chupava a mãe com vontade, lambendo, chupando o clitóris e metendo os dedos na buceta de Sara enquanto levava porrada por trás. O barulho era obsceno: pele batendo, xota molhada, gemidos sujos. — Mais forte, porra! — gritou Cecília com a boca na buceta da mãe. — Me fode como se eu fosse uma puta qualquer. E você, mãe, goza na minha cara. Sara prendeu as pernas em volta da cabeça da filha e esfregou a xota nela até gozar, gemendo alto e soltando porra na boca e no queixo de Cecília. Douglas não parou: continuou metendo forte, segurando a cintura da filha e batendo a bunda dela. Quando Cecília gozou apertando o pau dele, ele tirou, se ajoelhou e enfiou o pau na boca de Sara de novo. Cecília se virou e se juntou, as duas chupando juntas, dividindo o pau, se beijando com a boca cheia de saliva e pré-porra. Sara se deitou de costas e abriu as pernas. — Agora fode a mãe, Douglas. Mete nessa xota usada. Ele enfiou fundo. Cecília se sentou no rosto da mãe, esfregando a buceta molhada na boca dela enquanto Douglas fodia Sara com força. Sara chupava a filha e gemia com o pau entrando e saindo. — Que porra… mãe e filha… — rosnava Douglas. — Xota de mãe e xota de filha no mesmo pau. Vocês duas são umas putas do caralho. Cecília se inclinou pra frente, beijou a boca da mãe (ainda suja dela mesma) e depois desceu pra lamber o clitóris de Sara enquanto Douglas metia. As duas se beijavam, se lambiam, se xingavam de puta, de vadia, de cachorra. No final, Douglas tirou o pau, se ajoelhou sobre as duas e gozou grosso: jatos quentes caindo na boca, nos peitos e na cara de mãe e filha. Cecília e Sara se viraram uma pra outra e se beijaram lambendo a porra, dividindo, engolindo, chupando a língua uma da outra sujas de porra. Ainda ofegantes, Cecília olhou pra mãe e pro homem e falou baixo, voz rouca de puta: — Ainda não acabou. Quero mais. Quero ver você me chupar de novo, mãe, enquanto ele me fode o cu. E depois eu quero chupar a sua buceta até você gozar outra vez na minha cara. Sara só sorriu suja, limpou um pouco de porra do canto da boca com o dedo e empurrou pra dentro da boca da filha. — Então vem, sua putinha. A noite é nossa.
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