Eles sempre me confundiam. Toda vez que eu e minha irmã íamos pro campo de golfe, algum babaca vinha com aquela pergunta de merda: - Tá levando a namorada pra treinar, hein? Eu loiro de olho azul, ela morena de cabelo preto e olho castanho. Não tinha nada de irmão e irmã na nossa cara. A gente cresceu batendo bola juntos desde moleque, mas depois dos dezoito a coisa mudou de figura. As saias curtas dela, o jeito que o tecido grudava na bunda quando ela se inclinava pra tacar, o suor escorrendo entre os peitos… eu já andava de pau duro metade do tempo e fingia que era só o sol. Aquele dia o campo tava quase vazio. Sol forte, cheiro de grama cortada, ninguém por perto dos buracos mais afastados. A gente parou na sombra de uns arbustos densos depois do nono. Eu brinquei, jogando a sacola de tacos no chão: - Será que essas pessoas imaginam o que a gente faria aqui se a gente fosse mesmo um casal? Ela riu, aquela risadinha safada que eu conhecia desde sempre, e respondeu sem pensar duas vezes: - Provavelmente achariam que a gente veio pra foder escondido. Ou pelo menos pra chupar uma pica gostosa no meio do mato. Meu pau latejou dentro da calça. Eu olhei pra ela e falei, já com a voz rouca: - Porra, um boquete aqui… seria tão foda. Ninguém olhando. Eu tiro a pica toda vez que a gente chega perto da bola e você ajoelha e engole. Ela me encarou, mordendo o lábio inferior, e disse bem baixinho: - Seria fácil pra caralho. Você só abre o zíper, eu chupo até você gozar na minha garganta e a gente continua o jogo como se nada tivesse acontecido. Eu não aguentei. Passei a mão pela frente da calça, marcando o volume grosso, e fiz um gesto de abrir o botão. Ela não desviou o olhar. Ficou encarando a marca da minha pica batendo contra o tecido. Eu engoli seco e perguntei: - Você quer de verdade que eu tire? Ela deu de ombros, casual pra porra, mas os olhos dela estavam escuros de tesão: - Não deveria. A gente pode ser pego. Não disse que não queria. Não disse que era errado. Só que a gente podia ser pego. Aquilo me deixou com o pau tão duro que doía. Peguei o braço dela e puxei pra trás dos arbustos. A saia plissada subiu na coxa quando ela tropeçou. Eu ajeitei as pernas dela, abrindo um pouco, e falei perto do ouvido: - Vamos fingir que a gente tá namorando então. Ela sorriu daquele jeito safado e já estava de joelhos antes mesmo de eu terminar a frase. Os dedos dela abriram o botão da minha calça, puxaram o zíper e enfiaram a mão dentro da cueca. A pica saltou pra fora, grossa, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-porra. Ela envolveu com a mão quente e falou olhando pra cima: - Caralho, irmão… tá pesada pra porra. Sempre quis ver de perto. Não deu tempo de responder. A boca dela desceu e engoliu a cabeça inteira de uma vez. Língua quente, molhada, girando em volta da glande enquanto ela sugava com força. Eu soltei um gemido baixo, a mão enfiada no cabelo preto dela: - Porra… assim… chupa essa pica gostosa. Ela gemiu em volta do pau, o som vibrando na garganta, e desceu mais. A boca apertada, molhada de saliva, engolindo centímetro por centímetro até o nariz bater na minha barriga. Eu senti a garganta dela se abrir e a cabeça da pica entrar fundo. Ela engasgou um pouco, saliva escorrendo pelo queixo, mas não tirou. Ficou lá, engolindo, a garganta contraindo em volta do pau enquanto ela olhava pra mim com os olhos marejados. Eu comecei a foder a boca dela devagar. Empurrava a pica até o fundo, sentia a garganta apertar, puxava até só a cabeça ficar dentro e enfiava de novo. Ela segurava minhas coxas, unhas cravadas, e gemiam alto toda vez que eu batia fundo: - Aaaahh… glup… glup… porra, irmão… sua pica é enorme… Eu puxei o cabelo dela e forcei mais fundo. A garganta dela fez um barulho molhado, saliva escorrendo pela minha pica e pingando nas bolas. Ela chupava com desespero, a língua lambendo a parte de baixo, os lábios apertados em volta da grossura. Eu gemendo sem parar: - Isso… engole tudo… chupa até as bolas… porra, sua boca é uma máquina… Ela tirou a pica só o suficiente pra falar, a voz rouca de tanto engolir: - Me usa… enfia essa pica na minha garganta até eu não conseguir respirar… quero engolir teu leite aqui mesmo… Voltei a foder a boca dela com mais força. O som molhado de saliva e engasgos enchia o silêncio do campo. Ninguém por perto. Só o vento e o barulho da minha pica entrando e saindo daquele cu de boca. Eu sentia o tesão subindo rápido, as bolas apertando. Ela percebeu e chupou ainda mais forte, a mão massageando as bolas enquanto a outra apertava a base da pica. - Vai gozar… enche minha boca… quero sentir teu porra quente escorrendo pela garganta… Eu segurei a cabeça dela com as duas mãos e enfiei até o talo. A pica latejando, a gozada subindo. Gemi alto, sem me importar se alguém ouvia: - Toma… toma todo o leite… porra… aaahhh… Jorrei direto na garganta dela. Porra quente, grossa, jatos fortes. Ela engoliu tudo, a garganta contraindo em volta da pica enquanto eu continuava gozando. Alguns pingos escaparam pelo canto da boca e escorreram pelo queixo. Quando tirei, ela ainda estava de língua de fora, lambendo os últimos fios de porra da cabeça da pica, gemendo: - Delícia… tua porra é gostoso pra caralho… Eu ainda tava duro. A saia dela tava toda amassada. Empurrei ela pra trás, de quatro no mato, e levantei o tecido. A calcinha fina já estava encharcada. Puxei pro lado e enfiei dois dedos de uma vez na buceta molhada. Ela gritou baixo: - Porra… seus dedos… assim… enfia fundo… A buceta dela apertava os dedos, quente, escorrendo. Eu massageei o grelinho inchado com o polegar enquanto fodía ela com os dedos. Ela rebolava pra trás, a bunda empinada, gemendo: - Mais… coloca a pica… quero sentar nessa pica agora… Não precisei de convite. Ajeitei a pica na entrada molhada e enfiei de uma vez só. A buceta dela abriu e engoliu tudo, apertada pra porra. Eu soltei um gemido animal e comecei a foder. Palmadas na bunda, mão no cabelo puxando a cabeça dela pra trás, a pica entrando e saindo molhada, o barulho de pele batendo em pele. - Sua buceta é apertada pra caralho… tá engolindo a pica inteira… Ela gemía desesperada, a voz falhando: - Mais forte… fode essa buceta… bate nessa bunda… aaahhh porra… tá gostoso demais… Eu enfiei até o fundo, sentindo as bolas baterem no grelinho dela. Ela gozou em volta da pica, a buceta contraindo em espasmos, escorrendo porra dela pela minha pica e pelas coxas. Eu continuei fodendo através do orgasmo dela, sem parar, até sentir o segundo gozo subindo. Puxei a pica, virei ela de frente e enfiei de novo, agora olhando nos olhos castanhos dela. - Abre essa boca… quero gozar na sua língua de novo… Ela abriu, a língua de fora, enquanto eu fodia a buceta dela com força. Quando o gozo veio, tirei a pica e enfiei na boca dela no mesmo segundo. Jorrei de novo, porra escorrendo pela língua, pelo queixo, pingando nos peitos. Ela engoliu o que pôde e lambeu o resto, gemendo de satisfação. A gente ficou ali uns minutos, respirando pesado, a pica ainda latejando na mão dela, a buceta dela ainda aberta e molhada. Ela limpou a boca com o dorso da mão e riu baixinho: - Próximo buraco a gente faz no cu. Eu sorri, ajeitando a calça, ainda com o gosto da boca dela na língua. - Combinado. Foi só o começo. Nos anos seguintes a gente fodeu em quase todos os cantos escondidos daquele campo. Buceta, cu, boca, mãos… sempre com o risco de alguém aparecer. Sempre com ela gemendo meu nome enquanto engolia a pica até o fundo. Ninguém nunca descobriu. E eu nunca me cansei de ver minha irmã de joelhos no meio do mato, a boca cheia da minha porra, pedindo mais.
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