Enganei meu irmão e consegui o que queria!



Meu nome é Giovanna, tenho 22 anos, e moro com minha mãe e meu irmão, Vitor, de 26. Sempre fomos muito próximos, ele é um irmão incrível, mas tenho um sentimento que muitas vezes me causou culpa. Desde que me entendo por gente, sou apaixonada pelo Vitor. Minhas primeiras masturbações tiveram ele como inspiração. Eu não entendia direito o que estava fazendo, mas tinha um desejo incontrolável por ele, e, mesmo sem entender completamente, sabia que era errado.
Conforme fui crescendo, de vez em quando, me aproveitava de um abraço ou um carinho inocente da parte dele para senti seu corpo e usar como motivo das minhas siriricas antes de dormir. Uma vez ele estava assistindo um filme na sala, só de bermuda, e eu pude ver um pouco do seu volume, discretamente. Me joguei em cima dele e comecei uma "guerra de travesseiros". Óbvio que era só uma desculpa. Ele se protegeu, e eu montei sobre ele. Enquanto batia nele com o travesseiro, fiz um movimento brusco com o quadril para trás e senti seu pau encaixando na minha bunda. Um calor tomou meu corpo e ele me empurrou para o lado.
– Sai! Deixa eu ver meu filme. – disse, um pouco irritado.
Saí rindo, fingindo não ter notado o que aconteceu, mas corri para o meu quarto, tranquei a porta e me toquei lembrando daquele décimo de segundo.
Um dia, estava em casa olhando o feed do instagram, quando apareceu uma foto dele na praia. Fiquei um tempo olhando, me bateu um tesão e uma certa tristeza por saber que nunca aconteceria nada entre nós. Fiquei um tempo olhando a foto, quando tive uma ideia. Saí da minha conta, criei uma nova, com nome e foto falsos. Usei a foto de uma menina que sabia que era o tipo dele. Nutri a conta nova por umas duas semanas, adicionei várias pessoas do ciclo social dele, até que pedi para segui-lo. No mesmo dia ele aceitou e pediu para seguir de volta. Mantive assim por semanas, postando uma foto ou outra da menina, sem interagir com ele, até que ele curtiu um story que postei da menina de biquini. Logo em seguida, curti três fotos do perfil dele, e nao demorou nem 10 minutos até que ele chamasse a menina no direct com alguma cantada infame. Dei rumo à conversa, tentando manter o mais natural possível. Quando ele me perguntou de onde era, eu disse que morei no nosso bairro por muitos anos, mas que estava fazendo um intercâmbio em Londres, para que ele não quisesse marcar um encontro. As conversas duraram quase dois meses, até que começaram a ficar mais apimentadas, era exatamente o que eu queria.
Vitor estava no quarto dele e eu no meu, parede com parede. Eu falava, pelo perfil falso, o quanto queria chupar ele, e como seria bom quando finalmente pudéssemos nos encontrar pessoalmente. Ele mandou uma mensagem de visualização única. Meu coração disparou, pensei por alguns segundos antes de abrir, e quando o fiz, meu coração só faltava pular pela garganta. Ele estava de cueca, sem camisa, com o pau duro marcando na cueca cinza. Era enorme. Respondi:
– Essa foto é de agora?
– Sim.
Mirei a câmera do celular para baixo, coloquei uma mão por dentro da calcinha e levantei levemente, mostrando parte da minha buceta. Enviei, ele abriu na hora e logo respondeu com outra. O mesmo cenário da foto anterior, no espelho do banheiro, mas dessa vez sem cueca. Minha buceta estava encharcada. Começamos a nos enviar várias fotos, de diversos ângulos e poses, até que tomei um susto. Ele ligava por vídeo. Rapidamente, abaixei a câmera para não mostrar meu rosto e atendi. Só conseguia ver seu pau, ele se masturbava, e eu apenas mostrava os seios. Ele pediu para abaixar a câmera, obedeci e comecei a me masturbar junto dele, em vídeo. Quando ele gozou, não consegui me controlar e tive um orgasmo intenso. Nem me despedi e desliguei a chamada. Guardei o celular e fiquei na cama por um tempo, sentindo culpa por ter enganado meu irmão, mas com um tesão que me dominava.
Após o acontecido, a frequência de nossas conversas se intensificaram, e eram quase que completamente compostas por putaria. Vitor estava gozando dia sim dia não, assistindo, sem saber, a irmã mais nova no quarto ao lado. Algumas vezes eu colava o ouvido na parede e podia ouvir ele se masturbando enquanto me assistia. Um dia, enquanto estávamos em chamada, ele gozou na própria cueca e desligamos. Quando ouvi o barulho do chuveiro no quarto dele, decidi arriscar: entrei de fininho no quarto, procurando pela cueca. Estava no chão, ao lado da cama. Ainda no quarto dele, passei um dedo sobre a porra e levei à boca. Corri de volta para o meu quarto e deitei na cama, de pernas abertas, com a cueca dele sobre a minha barriga. Levava um pouco da porra para a língua, fechava os olhos e me masturbava, imaginando ele gozando na minha boca. Peguei uma quantidade um pouco maior, com dificuldade, e joguei sobre a minha buceta. Enquanto penetrava dois dedos, a porra dele ia entrando em mim. Não demorei muito e gozei novamente. Meu irmão ainda tomava banho. Voltei ao quarto dele e deixei a cueca de volta, exatamente onde estava.
Por mais que eu estivesse adorando tudo que vinha acontecendo, eu queria mais. Não sabia como, mas queria que ele me comesse. Tinha medo de contar toda a verdade para ele e estragar nossa relação de irmãos, mas a vontade me consumia. Até que um dia, em uma das nossas chamadas de vídeo, estávamos nos masturbando, sem mostrar o rosto, como sempre, e eu sussurrei:
– Sobe mais a câmera.
Ele subiu até a altura de seu peitoral e parou.
– Mais.
– Só se você subir a sua também. – respondeu.
– Combinado.
Ele subiu, e eu podia ver seu rosto enquanto ele se masturbava. Subi a câmera até a altura do meu peito, parei, e em seguida subi, mostrando meu rosto. Na hora ele tomou um susto e ficou parado. Fiquei em silêncio, tomada por uma mistura de vergonha e coragem, pensando "seja o que Deus quiser". Após alguns segundos de silêncio, que pareceram uma eternidade, ele falou:
– Giovanna? Que porra é essa?
Sorri, sem graça e não respondi.
– Não acredito que você fez isso. Meu Deus!
Desligou a chamada e ficou trancado em seu quarto por mais de uma hora.
Eu já estava tentando dormir, mas não conseguia. Só conseguia pensar que não deveria ter feito o que fiz. Era óbvio que ele ia ficar bravo. Tentei revelar meu segredo enquanto ele estava com tesão, achando que isso fosse mudar alguma coisa, mas não mudou. Acho que nunca mais terei contato com meu irmão. 
A ansiedade tomava conta de mim, quando ouvi uma batida na porta do meu quarto. Me levantei, com o coração a mil batimentos por segundo, abri a porta, e ele estava lá, me olhando com uma expressão séria.
– Posso entrar?
Fui em direção à minha cama e me sentei, sem responder. Ele entrou, fechou a porta e ficou parado na minha frente.
– Por que você fez isso? – disse em tom de bronca.
Continuei em silêncio. 
– Não acredito que você teve coragem de fazer uma coisa dessas. Você é maluca?
Olhei para cima e retruquei:
– Você parecia estar gostando.
– E... Eu não sabia... Não sabia que era você, porra! – respondeu gaguejando.
– Mas gostou.
– E daí? Se eu soubesse que era você jamais teria feito o que fiz. Não acredito que você me viu fazendo todas aquelas coisas.
– Você também me viu.
– Mas eu não sabia que era você!
– E faz diferença?
– Faz! Você é minha irmã!
Balancei os ombros como quem diz "e daí?". Ele estava furioso. Eu, com a sensação de que não tinha mais nada a perder, continuei:
– Não entendo, você parecia estar adorando tudo que via. Agora vai falar que não só porque sou eu?
Ele parecia não acreditar no que eu falava. Continuei:
– Há duas horas você estava louco para me comer. Vai falar que não?
– Eu...
– Você quer. Pode fingir o quanto quiser, eu sei que você quer. Você me mostrou.

Me inclinei para trás na cama, abri as pernas em direção a ele, e comecei a massagear minha buceta por cima do pijama, sem calcinha por baixo.
– É isso que você tem visto nos últimos meses. Vivia falando que queria ter pessoalmente, e agora que tem vai negar?
Ele ficou me assistindo em silêncio. Foi um progresso, pelo menos ele tinha parado de brigar. Decidi avançar. Tirei a parte de baixo do pijama e alisei minha buceta, que foi ficando molhada. Olhei para baixo, e o volume em sua bermuda crescia. Me inclinei para frente e alisei seu pau por cima da bermuda. Ele permaneceu parado. Abaixei a bermuda, acariciei sobre a cueca, e logo a tirei também. Ele não se mexia. Seu pau, duro, estava na minha frente. Eu podia sentir o calor. Olhei para cima, em direção ao seu rosto, e fui me aproximando, esperando por aprovação. Ele não se mexia e nem falava nada, então abocanhei seu pau. Ele soltou um gemido e o pau dele preencheu toda a minha boca e pulsou. Comecei a chupar com vontade, e não demorou muito até ele se entregar e começar a tocar meu corpo com as mãos. Quando ele se entregou ao desejo, me empurrou para a cama, me fazendo cair deitada, e ficou ajoelhado na minha frente. Sem nenhuma delicadeza, e até com certa raiva, encaixou o pau na minha buceta e enfiou. Soltei um gemido alto involuntário e logo tampei a boca com as duas mãos. Ele estava possuído e não parecia se importar com mais nada. Metia cada vez mais rápido, e eu tremia a cada investida. Após algum tempo metendo, ele tirou o pau da minha buceta e gozou na minha barriga. Os jatos foram tão fortes que um chegou no meu rosto. Tive um orgasmo intenso junto dele, ele se levantou e saiu sem falar nada. Isso aconteceu nas próximas três noites, sem que tocássemos no assunto. Ele simplesmente entrava no quarto, fazia o que queria comigo, e saía. Para mim estava ótimo.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Enganei meu irmão e consegui o que queria!

Codigo do conto:
276525

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/11/2026

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