Trouxe de volta o brilho de meu pai!



Já acontece faz um tempo, é segredo guardado a sete chaves, mas mantenho relações com meu pai.
Tenho 20 anos, e desde que me entendo por gente, meu pai é o meu herói e a única pessoa que realmente tenho no mundo. Ele ficou viúvo e eu orfã de mãe tem uns 18 anos, por coisa besta, minha mãe foi fazer umas compras em outra cidade, pegou o carro, um escort conversível que ela amava de paixão, presente do meu pai, mas numa curva da estrada, um idiota bêbado num caminhão jogou ela pra fora da estrada, a única coisa boa disso é que foi instantâneo, e provavelmente ela estava curtindo a estrada como gostava, vento nos cabelos, e roupa nova tocando no cd player dela. Uma lástima.
Como basicamente não a conheci, o que sei, sei de meu pai. Mas ela era linda, exuberante, charmosa, cabelos curtos, lisos e escovados, castanhos claros e sorriso amplo, seios e bumbum farto e silhueta marcada e trabalhada em exercícios vigorosos.
Meu pai nunca realmente se levantou disso, embora sustentasse a ilusão com graça e elegância, mas sabia que ele chorava ao ver fotos e ouvir musicas que eram deles, e sabia que domingo a noite, quando eu ia dormir para acordar cedo para escola na segunda, ele colocava fitas pornô e ver fotos da minha mãe, e se masturbar pensando nela. Ele enrolava um pano na boca e mordia para não fazer barulho e colocava a tv no mudo, mas eu vi pela fresta da chave. Ele se masturbava ritmicamente, começando de forma lenta e sensual, e tomando vigor e amplitude, o pau dele, grande em curvado para cima, veiudo e pulsante combinava com ele. Apesar de estar nos seus 40 e muitos, sempre manteve ativo fisicamente, fazia academia, e treinava boxe, era sua meditação, inúmeras vezes vi ele descontar a frustração num saco de pancada. Inúmeras vezes vi ele sem camisa, pingando de suor, os músculos inchados, aparentes, algumas veias, o tanquinho semi aparente, os pelos do peito e cabelos grisalhos, e a correntinha de ouro e anel de casamento, que nunca tirara.
Na adolescência, conforme vieram os hormônios, virou ritual ver meu pai se tocando, ver ele do lado da cama, nu, suado de tesão, de pernas abertas esguichando na lembrança de minha mãe. Fiquei sabendo que quando namoravam, eles tinham o costume de ver filmes, e se tocarem antes de fazer amor intenso, minha tia, disse que minha mãe viu que ele gozava muito, esguichos longos, quentes e leitosos, e ela se acabava toda nisso. Eu fingia que não sentia nada, mas por dentro me molhava toda. Minha tia sempre teve invejinha disso, mas ela gostava da vida, e toda semana quicava em um novinho, era pantera caçadora de penis para se saciar, provavelmente minha mãe também foi, mas com a parte da exclusividade de meu pai.
No aniversário de minha finada mãe, ele ficava bem taciturno, fechado, e perdia o brilho nos olhos, mas comprava as rosas que ela gostava e levava ao cemitério e fazia sua silenciosa homenagem olhando o túmulo.
Infelizmente, aquele dia para mim também estava sendo ruim. Tinha me desentendido com meu então namorado, francamente um fracassado que se passava por bad boy e nóia do bairro, só peguei ele porque era o melhorzinho, era isso, ou os incels das redondezas, e sempre brochava, mal lambia minha xana, basicamente era virgem porque o dito cujo não conseguia, o negócio dele era batida no copo, batida na jbl, juliete no rosto, e o celular com bet na mão, ah como a mulher sofre hoje com esses caras. Queria um homem mesmo, adulto, responsável, cuidadoso e que pudesse confiar, me veio a imagem de meu pai.
Voltamos para nossa casa, meu pai sentou na cozinha, fez um chá e ficou olhando o nada, disse que ia tomar banho e ir dormir, dei um abraço nele e o confortei, era o que podia fazer. No banho não resisti, veio o calor, a água quente escorrendo no meu corpo que puxei de minha mãe, seios fartos, cabelo longo e liso, olhos verdes, a correntinha que ganhei de presente dela postumamente com crucifixo entre meus seios, os bicos rosas, pequenos e durinhos, as coxas redondas, fortes pela academia, bundinha redonda e firme, os pelos cobrindo delicadamente minha bucetinha rosa, um perfume de rosas que eu gostava tanto. Meus dedos escorreram pelo meu corpo, acariciei meus seios, estimulei meu clit, e a imagem do meu pai na mente, aquele penis enorme me penetrando enquanto ele me abraçava, que fantasia, soltei um leve gemido.
Saí do banho, me sequei, fiz meu ritual de beleza e passei meu hidratante, e coloquei a camisola rosa de alcinha e renda que tinha ganho no aniversário de 18, mas como dei uma espichada, estava curta já, e ficava aparente minha vulva, e os bicos dos seios marcavam bem.
Me deitei na cama, e a vontade voltou, imaginei agora meu pai sobre mim, me dominando completamente, me chupando da boca, aos seios, até a minha buceta. Eu fiquei muito melada, minha mão automaticamente começou a me acariciar toda e encontrou lugar dentro de mim, na busca frenética de sentir o que eu imaginei, o prazer veio como ondas, maremotos, não aguentei, e gemi muito forte, alguns segundos depois percebi que tinha feito escândalo, olhei a porta e vi que estava fechada, no entanto, tive a nítida sensação de ver um olho me observado pela fechadura, um olho de olhar intenso e cheio de prazer, como de meu pai. Arrepiei toda.
Me escondi por alguns minutos, e depois resolvi fingir demência e ver se estava tudo certo, mas não me atentei que estava só de camisola, mas a casa estava escura, meu pai ja tinha ido para o quarto, no entanto a curiosidade ganhou de mim, fui olhar a fechadura dele, e o vi se tocando intensamente, mas dessa vez sem filme ou foto, só vi a luz da lua refletindo em seu corpo, realçando o contorno, e a vontade transbordando. Meu Deus, fiquei louca, esqueci que era meu pai e queria ter aquele homem me possuindo.
Como faria? me fiz de sonsa e ascendi a luz da cozinha no intuito de tomar água, mas sem me cobrir nem nada. E funcionou, ele apareceu na cozinha, com seu short de moletom, mas com volume visível e me perguntou:
- Tá tudo certo filha? estranhei a luz acesa
- Sim papai, me deu sede e vim pegar um copo d'água, perdão, eu sei que você vê a luz do quarto e te atrapalha o sono, hoje seu dia foi difícil, você precisa descansar.
- Já tive piores filha, bom descanso...
- Pai!
- Sim meu bem?
- Porque você não se permite outras coisas, eu sei que mamãe quer te ver feliz, você foi tudo de bom para ela, mas siga um pouco sua vida.
- Você não entende filha, ela foi a única, não me interessam outras, não quero ter mais filhos, vasectomizei e você é a única lembrança e coisa boa que ficou...
- Mas pai... olha só, está tudo ok, estamos bem e estáveis, logo eu entro na faculdade, e você vai ficar sozinho?
- É a vida filha, não se preocupe, cuida da sua que está no começo...
- Ahh para pai, vai ficar até quando batendo punheta lembrando na mamãe?
Falei uma merda incrível agora, vi a expressão dele virar um misto de ódio e desgosto.
- COMO ASSIM?
- É isso mesmo pai, eu vi suas fitas pornô, as fotos nua da mamãe, e já vi a sextape que vocês fizeram.
- Você mexeu nas minhas coisas, eu não te autorizo, eu te dei liberdade e privacidade e assim que você me trata? ingrata!
- CALA A BOCA PAI, porra! caralho, você é tudo que eu tenho e eu te quero bem, porra, a gente só tem a gente, somos fudidos nesse sentido, mas porra, tu é meu amigo, meu tudo, mas de uns tempos pra cá, confesso, eu vi as fitas, eu vi você, e minha buceta pinga, larguei do traste do meu namorado porque ele não fode, mas eu queria um homem, e sempre pensei em outros, mas o pensamento só vinha em você. Olha só, que homem você é, você é meu herói, e eu quero ser sua, mais que sua filha.
- Você está louca!
- Louca por você, ninguém sabe, só nós dois agora, vem!
Juro que não sei o que me deu pra soltar isso, mas já foi, eu só levantei a barra da camisola e mostrei a bucetinha molhada, e abaixei a alcinha pra mostrar o bico do seio, o pau dele pulou, e ele veio pra cima de mim, eu pulei nele, e agarrei o pau dele e comecei a massagear, ele ficou confuso com o misto de sentimentos, mas eu olhei para ele com a cara de safada e mordendo o lábio, convidando ele e me entregando toda. Disse para ele:
- É assim que a mamãe batia para você?
- Éeeee
Nesse momento ele perdeu o pudor e os limites morais, me levou para o quarto dele e me colocou na cama. Abri as pernas, massageei minha bucetinha e falei para ele chupar. Ele veio com toda vontade, e nossa, que lingua quente, direto nos lábios e no meu clitoris, chupando, massageando, e logo entraram dois dedinhos em mim, e ele sabia exatamente como usar, perfeito. Soltei um gemido fundo, alto e gostoso, minha mãe apertava e massageava o pau dele, como iria caber eu não sei, mas eu daria um jeito.
Tirei o short dele e minha camisola e fiz ele entrar em mim, fui guiando o mastro quente dentro de mim, nossa que aperto, minha musculatura apertava ele, e ele gemia de tesão, fechei as pernas ao redor dele e dei luz verde para socar. Ele chupava meus peitos, os apertava, lambia com tesão de quem tinha fome de sexo e me beijava de lingua de forma que nem hollywood e os dark romances que eu lia conseguiam descrever. A lingua dele passeava em minha boca e se enroscava na minha, os dedos apertavam meus peitos e o pau dele entrava e saia com força, mas bem devagar, sentia cada veia dele, cada pulsação, e ele sentia cada dobrinha, cada prega, o meu calor.
Ficamos o que me pareceu uma eternidade nessa posição, ele pegou meus braços e colocou para cima os segurando, como se tivesse sendo prisioneira dele, e socava, e não podia fazer nada além de gemer, pulsar e gozar. Que homem, ele é um touro as estocadas ficaram mais fortes e intensas, até que senti os esguicho imenso dele em mim, escorreu pela buceta, envolta do pau dele, sorte que era vasectomizado, porque porra, como é bom sentir porra dentro de você sem o risco de engravidar.
Boba que fui, achei que ia acabar nisso, mas não, após uma brevíssima pausa, vi que a fome dele era imensa, continuou me beijando a resolver socar em mim de pé. Ele me pegou no colo e de frente, e não se fez de rogado, socou em mim, meus seios pulavam, eu não sabia o que estava acontecendo, era um misto de prazer, medo de cair, felicidade de fazer, estar segura nos braços dele. Pouco depois me colocou de quatro, colocou um travesseiro sob mim para empinar a bunda, e caiu de lingua dentro de mim, ele lambia e chupava minha lubrificação e o proprio gozo, enquanto isso batia mais uma nele. Que visão, aquele homem forte e suado, de cara na minha chana e eu acariciando a rola dele, fizemos isso até gozar mais umas vezes.
Acabamos por ficar juntinhos de conchinha, foi o melhor sono que tive em tempos. No outro dia, após recobrir o juízo, ele tentou amenizar a situação falando que era só um deslize, que foi errado. Calei a boca dele, agora eu era a nova esposa dele, não iríamos casar de papel passado e nem na igreja, mas iríamos manter as aparências de pai e filha. Toda noite, eu iria me deitar do lado dele, bater uma gostosa, e montar dele, e cavalgar forte, do jeito que ele e a mamãe gostavam. Agora ele era meu e eu era dele, O brilho e entusiasmo dele voltaram e a vida voltou a ser mais leve, e embora sempre tem comentários falando que eu e ele devemos arranjar alguém, que se danem, quem fica comentando coisas é porque não tem pica em casa para satisfazer como eu tenho.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Trouxe de volta o brilho de meu pai!

Codigo do conto:
275516

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/10/2026

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