Eu ainda sentia o gosto amargo daquela conversa de término. A Claudia, minha ex de quase três anos, tinha soltado aquelas palavras secas: não rolava mais, ela precisava de espaço, blá blá blá. Eu aceitei. Não tinha o que discutir. O problema era a filha dela, a Lara. Vinte e dois anos, corpo de academia, pernas longas, bunda empinada e aquele jeito de menina que ainda se achava invencível. A gente se dava bem demais. Saía pra beber, conversava merda, ria junto. Quando a mãe terminou comigo, a Lara ficou puta. Ficou mandando mensagem todo dia: - Você não vai sumir, né? A gente ainda se vê. Eu respondia que sim, que a gente era amigo. Mas no fundo eu já sabia que não era só amizade. Aquela mina me olhava de um jeito diferente. Na noite anterior ao dia de devolver as chaves, a gente ficou quase uma hora no telefone. A voz dela saía rouca, baixa, como se estivesse deitada. - Se minha mãe não te quer... eu quero. Quero pra caralho. Eu fiquei em silêncio dois segundos. Depois respondi: - Absolutamente. Ela riu baixinho, aquele riso safado. - Tô encharcada só de ouvir sua voz. A calcinha tá grudada na buceta. Você não faz ideia do quanto eu tô molhada. - Conta. - Meu grelinho tá latejando. Tô passando o dedo devagar, imaginando sua língua. Tô quase gozando só de pensar. Eu batia uma escutando aquilo. A pica já dura pra caralho, latejando dentro da cueca. A gente ficou falando putaria até ela gemer baixo e dizer que tinha gozado. Depois desligou. Eu fiquei de pau duro pensando nela. No dia seguinte eu fui devolver as chaves. Bati na porta. Ninguém. Mandei mensagem. A resposta veio rápido: - Entra. A chave da porta ainda é a mesma. Eu tô te esperando na minha cama. O coração acelerou. Entrei. A casa estava quieta. Subi as escadas. A porta do quarto da Lara estava entreaberta. Empurrei. Ela estava deitada de lado, só de calcinha preta fina e uma camiseta larga que mal cobria a bunda. O cabelo solto, os olhos brilhando. - Fecha a porta - murmurou. Eu fechei. Andei até a cama. Ela se sentou, puxou a camiseta pela cabeça e jogou no chão. Os peitos firmes, bicos escuros e duros. A calcinha já tinha uma mancha escura no meio. - Vem. Eu tirei a camisa. Ela se ajoelhou na cama, puxou meu cinto, abriu o zíper e puxou a calça junto com a cueca. Minha pica saltou pra fora, grossa, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Ela olhou e lambeu os lábios. - Porra... maior do que eu imaginava. Eu a empurrei de costas na cama. Me deitei por cima e beijei a boca dela com fome. Língua, dentes, saliva. A mão dela desceu e apertou meu pau, subindo e descendo o prepúcio com força. Eu desci o beijo pelo pescoço, mamei os peitos, chupei os bicos até ela arquejar. Continuei descendo. Arranquei a calcinha. A buceta dela estava inchada, os lábios abertos, o grelinho saltado e brilhante. O cheiro era forte, de excitação pura. Eu enterrei o rosto ali. Lambei de baixo pra cima, devagar no começo. Ela abriu as pernas mais, enfiou a mão no meu cabelo. Eu chupei o grelinho com força, chupando e soltando, enquanto dois dedos entravam naquela buceta apertada. Quente, molhada, apertando meus dedos como se não quisesse soltar. Eu curvi os dedos e massageei o ponto certo por dentro enquanto a língua trabalhava o clitóris. - Ahh... porra... assim... não para... Ela estava tremendo. As pernas batendo. Eu meti os dedos mais fundo, mais rápido, chupando o grelinho sem piedade. Ela gozou gozando alto, a buceta contraíndo em volta dos meus dedos, o líquido escorrendo pela minha mão e pela minha boca. Eu continuei lambendo até ela empurrar minha cabeça embora, sensível demais. - Sobe - ela pediu, ofegante. - Quero te sentir dentro. Eu me deitei de costas. Ela subiu em cima de mim, segurou meu pau com a mão e encaixou a cabeça na entrada. Desceu devagar. A buceta dela era apertada pra caralho. Eu sentia cada centímetro entrando, as paredes quentes se abrindo à força. Quando chegou no fundo, ela ficou parada, respirando fundo, se acostumando. - Porra... tá me abrindo todinha... Ela começou a subir e descer. Devagar no começo, depois mais rápido. Eu segurei a cintura dela e meti pra cima, encontrando o ritmo. O barulho era obsceno: pele batendo em pele, a buceta molhada engolindo e soltando meu pau. Ela inclinava o corpo pra frente, as unhas cravando nas minhas costas, gemendo no meu ouvido. - Mais forte... mete mais forte... arrebenta essa buceta... Eu virei ela de quatro. Segurei o cabelo dela com uma mão e a cintura com a outra e comecei a meter com força. Cada estocada fazia a bunda dela tremer. O pau entrava até o saco bater na buceta. Eu olhava pra baixo e via minha pica sumindo dentro dela, saindo brilhante de porra dela. Ela gritava no travesseiro. - Ahh... ahh... porra... assim... não para... vai fundo... Eu meti por quase meia hora. Alternava entre rápido e fundo, depois lento e fundo, depois rápido de novo. Quando sentia que ela ia gozar, apertava o clitóris dela com os dedos. Ela gozou duas vezes assim, a segunda quase caindo pra frente, as pernas tremendo, a buceta esguichando em volta do meu pau. Eu continuei. Queria gozar fundo. Quando chegou, eu enterrei até o talo e jorrei. Porra quente enchendo aquela buceta jovem. Eu sentia cada jato saindo, a buceta dela milimetrando, milimetrando, milimetrando em volta. Ficamos quietos um tempo. Eu ainda dentro dela. Ela virou o rosto e sorriu, suada, o cabelo grudado na testa. - Buceta jovem é foda, né? Eu ri. - É foda pra caralho. Depois a gente se levantou, tomou banho juntos. No chuveiro ela se ajoelhou e chupou meu pau até ele endurecer de novo. Eu a levantei, virei ela de frente pra parede e meti de novo ali mesmo, água escorrendo pelos corpos, a buceta ainda escorregadia da porra anterior. Meti até gozar de novo, dessa vez na bunda dela, vendo a porra escorrer pelo cu e pelas coxas. Saímos pra beber. Bebemos muito. Ela não parava de me olhar debaixo da mesa, a mão subindo pela minha coxa, apertando o pau por cima da calça. Quando voltamos pra minha casa, a noite inteira foi foda. Na sala, no sofá, ela de quatro no carpete. No quarto, eu chupando a buceta dela até ela gozar na minha boca de novo. Depois ela montando e rebolando até eu gozar dentro pela terceira vez. De madrugada, ainda acordamos e fudemos de lado, devagar, o pau entrando e saindo molhado, ela gemendo baixinho no meu ouvido: - Continua... não tira... quero sentir você gozando dentro de novo... Quando finalmente paramos, o sol já estava quase nascendo. Ela estava deitada no meu peito, o dedo desenhando círculos no meu peito. - A gente tem que guardar isso - ela disse. - Minha mãe não pode saber nunca. - Nunca - respondi. Ela sorriu, aquele sorriso safado de novo. - Mas eu quero mais. Quero muito mais. Quero sua pica toda vez que eu der vontade. Quero gozar na sua boca. Quero você me comendo forte. Quero tudo. Eu passei a mão na bunda dela, apertando. - Vai ter. Toda vez que você quiser. Ela se ajeitou melhor em cima de mim e fechou os olhos. Eu fiquei acordado um tempo, sentindo o cheiro dela, o gosto dela ainda na boca, a marca das unhas nas minhas costas. Quarenta e cinco anos. Vinte e dois. A filha da minha ex. Um segredo sujo, gostoso pra caralho. E a gente ainda estava só começando.
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