Era uma vez uma jovem e gostosa mãe e seu filho. Michele tinha 35 anos, coxas grossas, uma raba de respeito, peitos médios, pele parda, cabelos pretos lisos e um sorriso de puta. Seu filho Lucas tinha 20 anos e um corpo atlético, moreno como o da mãe. Ambos eram tatuadores e tinham algumas tatuagens pelo corpo. Lucas trabalhava no studio da sua mãe.O que eles não sabiam é o quão igualmente tarados os dois eram — e também do tesão e desejo de foder que ambos, mãe e filho, nutriam um pelo outro. Mas estavam começando a desconfiar… afinal, um homem de 20 anos no auge da libido ter uma gostosa safada como aquela andando constantemente seminua pela casa e rebolando pra funk de putaria era tenso. E ele também não ficava pra trás: começava a provocar sua mãe cada vez mais e andava só de samba-canção no calor que estava fazendo.O maior fetiche de Michele era levar muita jatada de leite na cara, na buceta, na raba, nos pés… E o maior fetiche de Lucas era encher sua mãe de leite, bater sua piroca na carinha de vagabunda da sua mamãe, preencher completamente o útero dela de porra. Com ambos solteiros, estavam juntando a fome com a vontade de comer. Michele usava uma calça fina de seda que valorizava sua bunda grande e só um sutiã na parte de cima. Estava dançando e rebolando pra um funk putaria qualquer na cozinha. O tecido já colava um pouco entre as pernas, traçando o formato da buceta quente e úmida. O cheiro doce e pesado do corpo dela suor leve misturado com perfume barato e aquele aroma característico de mulher excitada invadia a cozinha junto com o calor abafado do dia. Lucas, que estava também apenas com um shorts fino, começa a dançar com sua mãe. Ele sarrando e ela rebolando na pica dele. O volume do pau já marcava claramente o tecido, empurrando contra a raba macia. Cada vez que ele avançava, sentia o calor úmido do corpo dela atravessando a seda fina. Ela, por sua vez, batia com mais força em sentido oposto sua bunda na piroca do filho, fazendo o shorts molhar um pouco com o pré-gozo que já escapava. — Joga essa raba… vai… — ele murmurou rouco, a voz baixa, quase um gemido. — Se gosta dela, né, seu safado… filho da puta Michele respondeu, o tom carregado de provocação, mas os olhos já vidrados. Por um segundo o pensamento atravessou a cabeça dela: Isso é meu filho… meu filho de vinte anos me sarrando como se eu fosse qualquer puta da rua. E, em vez de parar, a buceta latejou mais forte. — Como não gostar dessa rabão… ele retrucou, a frase saindo carregada de intenção. A mão dele deslizou pela cintura dela, sentindo o suor quente da pele parda.Lucas então não resiste e começa a deslizar a mão pelo corpo da mãe, subindo até segurar os cabelos pretos e puxar a nuca dela para perto do seu rosto. O cheiro forte de excitação dela encheu as narinas dele. O pau latejava, pesado, quase saindo do shorts.Sua mãe fala num tom sedutor, a voz embargada: — Me come… me come, filho… E ambos começam a se beijar de maneira selvagem na cozinha da casa. Línguas se chocando, dentes roçando, o gosto de saliva e tesão misturado. O volume duro do pau de Lucas continuava pressionando a bunda molhada de seda da mãe, enquanto ela rebolava devagar, esfregando a buceta já encharcada contra a coxa dele. Lucas rapidamente arranca o sutiã da mãe e enterra o rosto entre os peitos dela, mamando com voracidade. A língua dele puxa o mamilo duro, chupando forte enquanto as mãos apertam a carne macia. Michele geme alto, arqueando as costas, os dedos enfiados nos cabelos do filho. — Mama a mamãe… vai, meu bebê… esses peitos sempre foram seus… meu corpo inteiro é seu… Lucas ergue o rosto, a boca brilhando de saliva, e segura o pescoço dela com força, empurrando-a para baixo até ela cair de joelhos na frente dele. — Você me fez pra te comer, mamãe… o propósito da minha existência é te preencher de leite, sua puta… Michele olha para cima, o sorriso de puta no rosto, e tem uma ideia. Abre a porta da geladeira, pega a caixa de leite condensado e derrama o líquido grosso e doce diretamente nos peitos. O branco escorre pelos mamilos, pingando nas coxas, o cheiro doce se misturando ao cheiro forte de buceta molhada e suor. — Mete nos meus peitos, vai, cachorro… lambuza esse pau aqui Lucas empurra a mãe contra a prateleira fria da geladeira aberta. O ar gelado contrastando com o calor dos corpos. Ele enfia o pau grosso entre os peitos melados dela e começa a foder a fenda, o leite condensado fazendo barulho molhado a cada estocada. Michele aperta os peitos em volta da piroca, masturbando o filho com força, a língua de fora lambendo a cabeça toda vez que ela sobe. — Como você é safada, mamãe… — Você não viu nada, filhinho... Ela abaixa a cabeça e esfrega o pau lambuzado no próprio rosto, batendo a cabeça grossa na língua, no nariz, na boca, sujando tudo de leite condensado e pré-gozo. O cheiro doce e salgado enche o ar. — Você vai me dar leitinho também, né? Mamãe quer seu leitinho Lucas puxa o cabelo dela, tira o pau dos peitos e a vira de frente para a geladeira aberta. Com uma mão no pescoço dela e a outra na cintura, enfia a piroca de uma vez só na buceta encharcada. O gemido de Michele ecoa pela cozinha. A porta da geladeira balança com o impacto. Ele começa a meter com força, as bolas batendo na bunda dela, o leite condensado escorrendo dos peitos e pingando no chão. A cada estocada a geladeira treme, as prateleiras chacoalham, latas e potes vibram. O som molhado da buceta engolindo o pau se mistura com o barulho da porta batendo levemente e os gemidos roucos dos dois.Lucas aperta o pescoço dela com força. Michele responde na mesma moeda, as unhas cravadas no pescoço do filho, os dois se enforcando enquanto se olham nos olhos com ódio e tesão puro. — Mete… mete, caralho… — ela grita, a voz saindo estrangulada. Eles se xingam sem parar. — Sua puta… — Seu filho da puta… — Vadia… — Cachorro… A cada ofensa a foda fica mais violenta. A geladeira balança tanto que uma lata cai. Lucas cospe direto no rosto da mãe. Michele cospe de volta com a mesma força. A saliva dos dois escorre pelos queixos, se misturando com o leite condensado. Eles se beijam de forma selvagem, línguas se chocando, cuspindo um na boca do outro enquanto ele continua socando fundo. As pernas de Michele se cruzam na cintura do filho, puxando-o ainda mais para dentro. O útero dela lateja, a buceta escorrendo tanto que escorre pela coxa dele. — Tô gozando, mamãe… Lucas avisa, a voz rouca, o pau latejando dentro dela. — Goza, meu amor… enche o útero de onde você veio do seu leitinho… me engravida, seu moleque… jorra tudo dentro da mamãe… quero sentir quente… quero ficar vazando sua porra o resto da noite… — Ah, caralho… toma, sua vagabunda… toma todo o leite do seu filho… Lucas goza com força, jorrando jato atrás de jato fundo no útero dela, o corpo inteiro tremendo. Michele goza junto, a buceta apertando o pau dele em espasmos violentos, gemendo no pescoço do filho enquanto o esperma quente enche ela completamente.Os dois ficam abraçados, ofegantes, ainda engatados, o leite condensado e a porra escorrendo misturados entre os corpos.Michele beija o ombro dele e sussurra, ainda ofegante: — Vamos pro quarto… Lucas a carrega no colo sem tirar o pau de dentro dela, as pernas dela ainda cruzadas na sua cintura, e caminha pela casa até o quarto, cada passo fazendo o esperma vazar um pouco mais.
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Delicia de conto, bem intenso, picante, excitante, sensual. Que delicia ter uma mãe assim, linda, gostosa e bem safadinha, bem putinha, cheia de desejos, vontades e muito tesão pra foder, foder e foder muito, cada vez mais com o filhão maravilhoso. Parabéns mamãe gostosa.
votado e aprovado
Tenho uma história com minha mãe também. Se tiverem curiosidade e também vontade de incesto sem pudor. E tiver algumas fotos para trocar. Chama no app Zangui, meu número lá é 6865550615