Eu travei a porta do consultório assim que ela entrou. Já era noite e o prédio estava vazio. O corredor lá fora silencioso, só o barulho distante do elevador descendo. Larissa, minha irmã de 19 anos, deitou de bruços na maca, reclamando da tensão na lombar e nos ombros. A voz dela saía baixa, cansada, mas o corpo já se acomodava como se soubesse o que vinha. — Porra, irmão… essa lombar tá me matando. Trabalha aí que eu tô precisando. Eu comecei a sessão de forma profissional, usando o cotovelo para aplicar pressão profunda nos pontos de tensão ao longo da coluna. O óleo deslizava sob meu cotovelo enquanto eu trabalhava os músculos enrijecidos, pressionando com firmeza controlada, sentindo os nós se desfazerem aos poucos sob a força constante. Comecei pelos trapézios, apoiando o peso do corpo no cotovelo e deslizando devagar em direção à base do pescoço, depois desci vértebra por vértebra, sempre com o mesmo movimento firme e preciso. Ela soltava suspiros baixos a cada movimento do meu cotovelo. Eu desci pela região lombar, ainda usando a mesma técnica, o cotovelo deslizando em círculos lentos e firmes. Pressionei especialmente o lado esquerdo, onde ela disse que estava mais travado, segurando a pressão por alguns segundos antes de soltar e repetir. A calça de lycra preta dela marcava cada curva, e o top apertado subia um pouco com o movimento. Eu mantive o foco no trabalho, pressionando mais fundo, alongando as fibras musculares com o peso do meu corpo apoiado no cotovelo, sentindo o calor da pele dela sob o óleo. Mas meu pau já estava duro pra caralho só de sentir o corpo dela reagir. Cada gemidinho baixo que escapava da boca dela ia direto pro meu saco. A bunda redonda se mexia de leve sob a pressão, e eu já estava imaginando aquela buceta molhada se abrindo pro meu pau. Continuei descendo, agora com as duas mãos, espalhando o óleo pelas laterais da cintura, sentindo a carne macia ceder sob os dedos. Desci mais, passando pelas nádegas, apertando de leve, testando. Ela arqueou a coluna, empurrando a bunda pra cima. — Aí… mais fundo, caralho… tá bom pra porra. Eu puxei a lycra e a calcinha juntas até as coxas, deixando a buceta exposta. Estava molhada. O cheiro dela subiu forte, aquele cheiro de puta quente, de buceta já pronta pra levar porra. Eu abri o zíper, tirei meu pau latejando e esfreguei a cabeça grossa na fenda dela. O líquido dela grudava na glande, quente, viscoso. Enfiei tudo de uma vez. A maca rangeu. Eu meti fundo, segurando os quadris dela com força, o som molhado da buceta engolindo meu pau ecoando no consultório. — Porra, sua putinha… — eu rosnei, metendo sem dó. — Sempre quis o pau do irmão, né? Fica aí de bruços, gemendo igual vadia enquanto eu destroço essa buceta. Ela gemeu alto, empurrando a bunda pra trás. — Quero… me fode mais forte. Enfia tudo, caralho. Quero sentir suas bolas batendo na minha buceta. Eu agarrei os quadris com força, os dedos cravando na carne macia, e comecei a meter com tudo. Cada estocada fazia a maca ranger e a buceta dela fazer aquele barulho molhado, úmido, nojento de gostoso. O óleo misturava com o mel dela, escorrendo pelas coxas, pingando na maca. Eu olhava pra baixo e via meu pau sumindo inteiro dentro dela, a pele branca esticando em volta da grossura, o rabo apertadinho se contraindo a cada investida. — Olha essa puta… — eu falava sem parar, a voz rouca. — Buceta de irmã engolindo o pau do irmão até o fundo. Você é uma vadia mesmo, hein? Fica molhada só de eu massagear suas costas. Ela soltou um gemido longo, quase um choro. — Aaaah, porra… mais fundo… me fode, me fode sem dó… quero essa pica toda dentro. Eu virei ela de costas. Puxei o top pra cima, agarrando os peitos enquanto metia fundo. Os mamilos duros, sensíveis, eu apertava e torcia enquanto a buceta dela se fechava em volta do meu pau. Ela gozou apertando meu pau, a buceta latejando em volta de mim, o corpo inteiro tremendo, as pernas se abrindo mais, o gozo escorrendo pelas minhas bolas. Eu não parei. Continuei fodendo, sentindo o gozo dela escorrer pelas minhas bolas, o barulho molhado ficando ainda mais sujo. — Goza, puta… aperta essa buceta no pau do irmão. Quero ver você se tremendo toda. Ela se contorcia na maca, as unhas arranhando o papel descartável, a boca aberta soltando gemidos desesperados. — Tô gozando… tô gozando, caralho… sua pica tá me matando… Eu tirei o pau só o suficiente pra virar ela de quatro. Agarre a cintura e enfiei até as bolas baterem na buceta. Bati a mão aberta na bunda dela, deixando a marca vermelha. O impacto fez a carne tremer e a buceta se apertar ainda mais. — Olha essa buceta engolindo o pau do irmão — falei, metendo com força. — Vou encher ela de porra. Quero ver esse cu se abrindo enquanto eu destroço sua xota. Ela empurrou o quadril pra trás, gemendo como puta. — Enche, caralho. Joga tudo dentro. Quero sentir sua porra quente no fundo da minha buceta. Eu agarrei o cabelo dela, puxei a cabeça pra trás e meti como um animal. O som das bolas batendo na buceta molhada ecoava no consultório vazio. Cada estocada fazia ela gritar mais alto, os peitos balançando, o rabo se mexendo, o óleo e o mel escorrendo pelas coxas até os joelhos. Eu olhava pro cu dela, apertadinho, se contraindo a cada investida, e não resisti. Cuspi no dedo e enfiei no cu enquanto metia fundo na buceta. — Aaaah, porra! — ela gritou, a voz quebrada. — Enfia o dedo no cu… assim… me fode os dois buracos, caralho! Eu enfiei o dedo até o nó, sentindo o anel apertar, enquanto o pau destroçava a buceta. Ela gozou de novo, o corpo inteiro se contraindo, a buceta esguichando um pouco, o mel pingando nas minhas bolas. Eu continuei, sem dar trégua, o dedo entrando e saindo do cu no mesmo ritmo das estocadas. — Sua putinha safada… gosta de levar pau e dedo ao mesmo tempo, né? Buceta e cu tudo aberto pro irmão. — Gosto… gosto pra caralho… me fode mais… não para… Quando senti o gozo subindo, enterrei fundo e jorrei jatos grossos e quentes direto no fundo da buceta dela. Cada espasmo do meu pau fazia mais porra sair, enchendo até transbordar e escorrer pelas coxas. Eu continuei metendo enquanto gozava, empurrando a porra pra dentro, sentindo ela se misturar com o mel dela. Fiquei enfiado até o fim, ofegante, sentindo meu pau ainda pulsar enquanto a porra escorria pela maca. A buceta da minha irmã estava destruída, latejando, cheia da minha porra. Mas eu não terminei. Puxei o pau, ainda semi-duro, e esfreguei a cabeça na entrada do cu dela, espalhando a porra que escorria. Ela olhou por cima do ombro, os olhos vidrados, a boca aberta. — Vai meter no cu também? — perguntou, a voz rouca de tanto gemer. — Vou. Abre esse rabo, puta. Quero sentir esse cu apertando meu pau. Ela abriu as nádegas com as mãos, mostrando o cu rosado, brilhante de óleo e porra. Eu enfiei devagar, sentindo o anel resistir e depois ceder, engolindo a cabeça. Ela soltou um gemido longo, quase um uivo. — Aaaaah… porra… é grosso… tá abrindo meu cu… Eu meti até o fundo, as bolas batendo na buceta ainda cheia de porra. Comecei a foder o cu com força, o barulho molhado agora vindo dos dois buracos. A porra que tinha jorrado na buceta escorria e lubrificava tudo. Eu batia na bunda dela enquanto metia, deixando as marcas vermelhas, ouvindo ela gritar e gemer como se estivesse sendo arrebentada. — Olha esse cu engolindo o pau do irmão… você é uma puta mesmo, Larissa. Gosta de levar porra nos dois buracos. — Gosto… me fode o cu… enche ele também… quero sua porra no meu rabo… Eu meti mais fundo, mais rápido, sentindo o segundo gozo subir. Puxei o pau, enfiei de novo na buceta e jorrei o que restava, misturando tudo. Depois enfiei de novo no cu e terminei de esvaziar as bolas lá dentro, sentindo os jatos quentes preencherem o intestino dela. Quando tirei, a porra escorreu dos dois buracos, branco, viscoso, sujo, escorrendo pelas coxas, pingando na maca. Ela ficou de quatro, ofegante, o corpo tremendo, a buceta e o cu latejando, abertos, destruídos, cheios. Eu passei a mão pela bunda dela, espalhando a porra, enfiei dois dedos na buceta e mais dois no cu, sentindo a mistura quente. — Olha o estado dessa puta… — falei baixo. — Buceta e cu arrebentados pelo pau do irmão. Vai embora assim, com minha porra escorrendo pelas pernas. Ela riu, cansada, suja, satisfeita. — Vou. E amanhã volto pra outra sessão. Dessa vez quero que você me foda a boca também. Eu limpei o pau nela mesma, passando a cabeça na buceta e no cu, e depois me vesti. A maca estava um nojo de óleo, mel e porra. Eu travei a porta de novo enquanto ela se vestia, a lycra preta manchada, a calcinha molhada de porra. Quando ela saiu, o cheiro de sexo ainda pairava no consultório. Eu olhei pra maca suja e já estava duro de novo, só de lembrar do gemido dela pedindo porra no cu. No dia seguinte ela voltou. E dessa vez eu não perdi tempo com massagem. Travei a porta, puxei a lycra dela pra baixo e enfiei a língua direto na buceta ainda inchada do dia anterior. Ela gemeu alto, segurando minha cabeça, empurrando a buceta na minha boca. — Chupa essa buceta, caralho… limpa a porra de ontem com a língua… Eu chupei, lambi, enfiei a língua no cu, provei a mistura de ontem. Depois levantei, enfiei o pau na boca dela e fodi a garganta até ela engasgar, baba escorrendo pelo queixo, os olhos marejados. Quando ela estava quase desmaiando, tirei e enfiei de uma vez na buceta, metendo sem dó, ouvindo ela gritar de prazer e dor misturados. — Me fode… me arrebenta… quero ficar mancando… Eu fodi até ela gozar de novo, a buceta se contraindo, o gozo escorrendo. Depois enfiei no cu e meti até as bolas, sentindo o anel apertar. Quando gozei, jorrei tudo dentro do cu, empurrando fundo, fazendo ela sentir cada jato. No final, ela estava deitada de bruços na maca, a bunda vermelha de palmadas, a buceta e o cu abertos, a porra escorrendo. Eu passei a mão pela coluna dela, ainda suja de óleo, e sussurrei: — Amanhã de novo. E dessa vez quero te ver gozando só com o dedo no cu enquanto eu chupo essa buceta. Ela só gemeu, satisfeita, destruída, a irmã puta que eu sempre quis foder até não aguentar mais. E assim continuou. Toda noite o consultório virava o nosso quarto de putaria. Eu massagava, ela gemia, eu tirava a roupa e destruía aqueles dois buracos até a porra escorrer pela maca. E ela sempre pedia mais, sempre mais forte, sempre mais fundo, sempre mais sujo. Porque a buceta da minha irmã nunca se cansava de engolir o pau do irmão. E eu nunca me cansava de encher ela de porra.
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