A gente se conheceu na faculdade, no meio daquela confusão de corredores e bibliotecas lotadas. Ela era morena, alta, cabelo cacheado que descia pelas costas e fazia sombra no pescoço. Coxas grossas, bunda redonda que eu não conseguia parar de olhar quando ela passava. Peitos pequenos, firmes, do tamanho certo pra encher a minha mão e a boca. A gente namorava fazia uns meses e às vezes ia parar num daqueles blocos vazios depois da aula, no chão frio, estudando ou só dormindo grudados no meio de outros alunos que roncavam ou cochilavam. Aquela noite a gente estava diferente. Mais quente. Mais louco. O ar cheirava a papel velho e café frio. A gente se meteu num canto escuro, longe das luzes fracas do corredor. Eu puxei ela pela cintura e a boca dela veio direto na minha. Beijo molhado, língua quente, dente raspando lábio. O vestido dela subiu fácil quando minha mão desceu. Calcinha fina, já úmida. Eu enfiei dois dedos de uma vez naquela buceta quente e apertada. Ela gemeu baixo contra a minha boca, um gemido longo, desesperado, que fez meu pau endurecer na hora. — Porra… enfia mais fundo — ela sussurrou, voz embargada, rebolando contra a minha mão. Eu dedilhei com força, o polegar apertando o grelinho inchado dela. O mel escorria pelos meus dedos, quente, viscoso. Eu tirei a mão, levei os dedos à boca e chupei tudo, o gosto doce e salgado misturado. Ela viu e soltou um gemido mais alto, quase um choramingo. A mão dela desceu, abriu o zíper da minha calça e puxou meu pau pra fora. A pica já estava dura pra caralho, veias saltadas, a cabeça brilhando de pré-gozo. Ela fechou a mão em volta e começou a bater uma, firme, apertando a base e subindo até a glande, esfregando o polegar na fenda. — Que pica gostosa… quero ela toda na boca — ela falou, já se ajoelhando no chão sujo. Eu olhei pros lados. O corredor estava quieto. Ela engoliu meu pau de uma vez, até a garganta. O calor molhado daquela boca me fez soltar um gemido rouco. Ela mamava com fome, salivando, a língua enrolando na cabeça enquanto a mão apertava o saco. Eu segurei o cabelo cacheado dela e enfiei mais fundo, sentindo a garganta apertar. Ela engasgou, mas não parou. Continuou chupando, babando, os olhos marejados de prazer. Eu dedilhei a buceta dela de novo, agora com três dedos, abrindo aqueles lábios molhados, sentindo o grelinho latejar sob o polegar. A gente estava perdido naquilo quando ouviu o barulho de passos pesados. O guarda. Eu puxei ela pra cima rápido, escondi o pau dentro da calça e limpei os dedos na boca de novo, engolindo o gosto dela. O guarda passou olhando de lado, mas a gente fingiu que estava só conversando. Quando ele sumiu no corredor, o coração ainda batia forte. — Vamos pra trás do prédio — ela falou, já puxando minha mão. — Quero essa pica dentro de mim agora. A gente saiu pelo fundo, onde a luz mal chegava e o mato alto escondia. O ar noturno era frio, mas o corpo dela queimava. Ela levantou o vestido, mostrou a calcinha encharcada grudada na buceta. Tirou a peça, cheirou e jogou no chão. A buceta dela brilhava no escuro, lábios inchados, o grelinho saltado, um filete de mel escorrendo pela coxa. Eu fiquei de pé, apoiado na parede fria do prédio. Ela virou de costas, abriu as pernas e sentou na minha pica de uma vez. — Aaaah… porra… — ela gritou baixo, a voz tremendo. — Que pau grosso… tá abrindo toda a minha buceta… Eu agarrei aqueles peitinhos pequenos com as duas mãos, apertando os bicos duros entre os dedos enquanto ela quicava. A bunda dela batia contra o meu corpo com força, o som molhado de pele na pele ecoando. A buceta dela engolia meu pau inteiro, apertando, chupando, o mel escorrendo pelas minhas bolas. Eu beijei o pescoço dela, mordi a orelha, chupei a pele quente. Ela rebolava em círculos, sentando fundo, o cu apertando a base da minha pica a cada descida. — Mais forte… fode essa putinha… — ela gemia, a voz falhando. — Ai, meu Deus… a pica tá batendo no fundo… tô gozando… Eu apertei os peitos com mais força e comecei a meter pra cima, encontrando o ritmo dela. O cu dela se abria e fechava a cada estocada. Eu desci uma mão, encontrei o grelinho e esfreguei em círculos rápidos. Ela tremeu inteira, as pernas bambas, e gozou gritando contra a parede, a buceta pulsando em volta do meu pau, esguichando mel quente pelas minhas coxas. — Não para… continua… enche essa buceta de porra — ela implorou, ainda sentando mesmo depois do orgasmo, o corpo tremente. Eu meti mais fundo, mais rápido. O pau latejava. A buceta dela estava tão molhada que fazia barulho a cada enfiada. Eu mordei o ombro dela e gozei. Jatos quentes e grossos enchendo o fundo daquela buceta. Ela sentou mais fundo ainda, rebolando devagar, espremendo cada gota, gemendo alto, quase chorando de prazer. — Isso… joga tudo pra dentro… enche a putinha do papai… — ela falou, a voz rouca, as pernas tremendo tanto que quase caía. Eu continuei dentro dela por um tempo, sentindo a porra escorrer devagar pela minha pica ainda dura. Quando ela se levantou, um fio branco e grosso escorreu pela coxa interna e pingou no chão. Ela pegou a calcinha, enfiou de volta e ajeitou o vestido. O cheiro de sexo estava forte no ar. A gente voltou pro bloco como se nada tivesse acontecido. Mais tarde ela foi embora. Eu imaginei a porra escorrendo pela buceta dela o caminho inteiro até casa, a calcinha encharcada, o grelinho ainda latejando. Ela me mandou mensagem naquela mesma noite: — Ainda tô sentindo sua porra escorrendo… quero de novo amanhã. E a gente fez de novo. E de novo. Sempre escondido, sempre com medo do guarda, sempre com a buceta dela pingando e a minha pica latejando de vontade.
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