Era uma daquelas noites em que a chuva batia forte nas janelas, um barulho constante que isolava a casa do resto do mundo. Eu e ele, meu melhor amigo desde a infância, estávamos sozinhos. Meus pais tinham viajado e a tempestade lá fora não dava trégua. Ele morava a uns vinte minutos de carro e eu não ia deixar ele arriscar naquela estrada alagada. — Fica aqui — eu falei, já de pijama. — Não tem porquê tu ir embora nessa chuva do caralho. Ele aceitou sem pensar duas vezes. Sempre foi assim entre a gente. Amizade de verdade, daquelas que nunca tinha passado de um abraço mais apertado ou uma brincadeira inocente. Eu tinha dezoito anos, ele também. A gente se tratava quase como irmãos. Ou pelo menos era o que eu pensava até aquela noite. O pijama que eu escolhi era aquele de malha fina, bege, colado no corpo. Shortinho curto que mal cobria a bunda e uma camisetinha sem sutiã por baixo. Quando eu entrei no quarto, ele estava sentado na beira da cama mexendo no celular. Levantou o olhar e travou. Os olhos dele desceram devagar pelo meu corpo, pararam nos peitos marcados e depois no shortinho. Eu senti o rosto esquentar. — Porra… — ele murmurou baixinho. — Tu tá quase pelada, porra. — É só o pijama, besta — respondi, tentando disfarçar o constrangimento. — Para de me olhar assim. Mas ele não parou. E eu, em vez de me cobrir, sentei do lado dele na cama. Ligamos a Netflix, mas nenhum dos dois prestava atenção no que estava passando na tela. A chuva batia forte lá fora. A luz do quarto era baixa. O corpo dele estava quente perto do meu. Ele começou a brincar. Empurrou meu ombro de leve, depois passou o braço por trás das minhas costas como se fosse só aconchego. Eu ri, mas não me afastei. Quando ele puxou meu corpo mais perto, eu senti. O pau dele, já semi-duro, encostou na minha coxa. Um calor subiu pela minha barriga na hora. — Porra… — eu sussurrei. Ele não respondeu. Só apertou mais a mão na minha cintura. Eu tentei me afastar um pouco, mas ele me puxou de volta com força. O volume na calça dele estava cada vez mais evidente. Meu shortinho já estava úmido entre as pernas. A buceta latejava. Quando a luz da televisão apagou e ficou só a tela preta, eu falei: — Dorme na cama comigo. Não vou deixar tu dormir no chão. Ele aceitou. Deitamos de lado, de costas um pro outro no começo. Mas eu não aguentei. Empinei a bunda devagar, até sentir o pau dele encostar no meu rabo através das roupas. Ele soltou um gemido baixo. — Para de provocar, porra… — a voz dele saiu rouca. Mas eu continuei. Me esfreguei devagar, sentindo o pau dele endurecer completamente contra a minha bunda. O shortinho já estava encharcado. O grelinho latejava, inchado, pedindo atenção. Ele virou o corpo de uma vez e me puxou de costas contra o peito dele. A mão grande desceu pela minha barriga e parou bem em cima do shortinho molhado. — Tu tem certeza que quer continuar com isso? — ele perguntou, a boca colada no meu pescoço. Eu só gemí e empiniei mais a bunda. Ele não precisou de mais convite. A mão dele entrou por dentro do shortinho, os dedos encontrando a buceta escorregadia. Dois dedos deslizaram entre os lábios molhados e subiram até o grelinho, apertando e esfregando em círculos lentos. — Ahhh… porra… — eu gemei alto. — Não para… Ele riu baixo contra meu pescoço e enfiou os dois dedos de uma vez dentro da minha buceta. O barulho molhado ecoou no quarto. Eu abri as pernas mais, empinando a bunda contra o pau duro dele. Ele fodia minha buceta com os dedos enquanto esfregava o pau na fenda do meu shortinho. — Tá tão molhada… — ele rosnou. — Tua buceta tá pingando, porra. Quer meu pau, não quer? — Quero… — confessei, a voz embargada. — Quero sua pica dentro de mim… Ele tirou a mão, se ajoelhou na cama e puxou meu shortinho e a calcinha de uma vez só. A camiseta saiu em seguida. Fiquei nua, de quatro, a bunda empinada, a buceta exposta e brilhando de tesão. Ele tirou a própria roupa rápido. Quando vi o pau dele pela primeira vez daquele jeito, grosso, veias saltadas, a cabeça inchada e já molhada de pré-gozo, minha boceta contraiu sozinha. Ele se posicionou atrás de mim, segurou minha cintura com as duas mãos e esfregou a cabeça da pica na minha entrada, subindo e descendo, lambuzando o pau inteiro no meu mel. — Foi você quem pediu — ele disse, e enfiou tudo de uma vez. O gemido que saiu da minha boca foi desesperado. A pica dele abriu minha buceta de um jeito que doeu gostoso. Eu senti cada centímetro entrando, esticando, preenchendo. Ele não esperou eu me acostumar. Começou a foder fundo, com estocadas fortes que faziam minha bunda bater contra a virilha dele. — Ahh… ahh… porra… sua pica… — eu gemia sem conseguir formar frase. — Tá tão… fundo… Ele segurou meu cabelo com uma mão e puxou minha cabeça pra trás enquanto fodia. A outra mão desceu e começou a esfregar meu grelinho com força. — Grita mais — ele ordenou. — Quero ouvir tu gozar na minha pica. Eu gozei pela primeira vez em menos de dois minutos. A buceta apertou o pau dele com força, jatos de líquido escorrendo pelas minhas coxas enquanto eu tremia e gemia alto, desesperada. Ele não parou. Continuou fodendo através do meu orgasmo, as estocadas mais rápidas, o barulho de pele batendo em pele enchendo o quarto junto com os meus gemidos. Quando ele tirou o pau, eu me virei de barriga pra cima. Ele abriu minhas pernas, colocou uma em cada ombro e enfiou de novo, agora de frente. A posição fazia a pica dele bater no fundo da minha buceta a cada estocada. Eu via o rosto dele, os olhos escuros de tesão, a boca entreaberta. Ele se inclinou e chupou um dos meus peitos enquanto fodia, a língua rodando o mamilo. — Chupa minha buceta — eu pedi, a voz falhando. — Por favor… Ele saiu de dentro de mim, desceu o corpo e enfiou a língua na minha boceta ainda pulsando. Chupou o grelinho com força, meteu a língua dentro, bebendo tudo. Eu segurei a cabeça dele com as duas mãos e esfreguei a buceta na boca dele, gozando de novo, gemendo o nome dele entre soluços de prazer. Quando ele subiu de novo, eu empurrei ele de costas na cama e montei. Segurei a pica grossa com a mão, posicionei na entrada e desci devagar, sentindo cada veia entrar. Comecei a rebolar, depois subi e desci com força, a bunda batendo na virilha dele. Ele segurou minhas nádegas e me puxava pra baixo a cada estocada, metendo ainda mais fundo. — Tua buceta engole minha pica inteira… — ele gemia. — Tá tão apertada… porra… Eu rebolei mais rápido, o grelinho esfregando na base do pau dele a cada movimento. O terceiro orgasmo veio forte, me fazendo tremer e jogar a cabeça pra trás. Ele aproveitou, virou a gente de uma vez e me fodeu de quatro de novo, agora com uma mão no meu cabelo e a outra espalmando minha bunda. — Vou gozar… — ele avisou, a voz rouca. — Goza dentro… — eu pedi. — Enche minha buceta… Ele meteu fundo uma última vez e gozou com um gemido longo e baixo. Eu senti os jatos quentes enchendo minha boceta, escorrendo pelas minhas coxas enquanto ele continuava a dar estocadas lentas, esvaziando tudo dentro de mim. Ficamos ali, ofegantes, o pau dele ainda dentro, pulsando. A chuva continuava lá fora. Eu me virei um pouco e ele me beijou pela primeira vez, um beijo sujo, de língua, com gosto de sexo. Não dormimos direito aquela noite. Ele me fodeu mais duas vezes. Uma de lado, com a pica entrando devagar enquanto ele esfregava meu grelinho, e outra no banheiro, comigo sentada na pia, as pernas abertas, ele em pé metendo com força enquanto eu gemia no ouvido dele. Quando amanheceu, a chuva tinha parado. Eu ainda sentia a buceta latejando, o gozo dele escorrendo devagar. Ele me olhou deitado ao meu lado, o cabelo bagunçado, e sorriu aquele sorriso de sempre. — Melhor amigo, hein? — ele brincou, a voz rouca de tanto gemer. Eu ri e me esfreguei nele de novo. — Cala a boca e me fode mais uma vez antes de eu ter que te mandar embora. E ele obedeceu.
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